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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

RESENHA DO LIVRO "OS QUATRO COMPROMISSOS"


RESENHA DO LIVRO “OS QUATRO COMPROMISSOS”

Neste texto vou resumir os importantes conceitos que assimilei do livro em referencia, esta obra escrita por Don Miguel Ruiz foi editado no Brasil pela editora Best Seller, está disponível para venda na livraria da Casa de Castelã.
Trata da filosofia Tolteca, um povo antigo que viveu no México. Sua sabedoria está sintetizada neste livro que eu recomendo. Em poucas paginas o autor conseguiu me transmitir grandes ensinamentos. Vou fazer um resumo do que compreendi destes ensinamentos para tentar convencê-los a ler esta obra.
Os Toltecas viveram há mais de três mil anos atrás, habitavam as regiões hoje conhecidas como México e em algumas áreas do atual Panamá. Grande parte desse povo se concentrava nas terras altas do México central, esta civilização influenciou os Maias e posteriormente os Astecas.
Vários filósofos e cientistas Toltecas se concentraram na cidade de Teotihuacán, localizada ao sul do México. O propósito, desta comunidade em particular, consistia em estudar a sabedoria espiritual que seus antepassados adquiriram. Esta sabedoria era encarada como uma fonte Divina de felicidade e amor.
Seus velhos mestres xamãs, ensinavam que a vida é um sonho, uma Criação onde estamos inseridos num ambiente material palpável, que na verdade é feito de luz, ensinavam que tudo no universo é feito de luz. Não devemos esquecer que luz é energia, na verdade eles queriam dizer que tudo no universo é energia.
Afirmavam também que existe um sonho coletivo que é formado por muitos sonhos pessoais menores.
Eles concluíram que o sonho em que viviam era formado por todas as suas regras, crenças leis e costumes. Verificaram que o sonho presente foi influenciado pelo sonho vivido por seus ancestrais. Deste modo, suas crianças seriam inseridas neste sonho e seguiriam o que lhes foi ensinado. Mas este legado também as limitaria, praticamente as obrigaria a seguir aquele caminho.
Outro fato que preocupava os sábios Toltecas era a constatação de que os seres humanos, têm a tendência de discriminar e de focar, somente o que desejam ou acham conveniente perceber.
Decidiram reunir todo o conhecimento que dispunham para analisar sua filosofia e compreender melhor o funcionamento da mente humana. Como resultado deste estudo, formulariam um método que ampliasse a compreensão do Ser Humano sobre a vida. Propuseram-se a criar uma formula básica, simples que pudesse preparar o Ser para selecionar o caminho a trilhar, sem ser influenciado por crenças e costumes que praticamente o domesticavam na cultura onde haviam nascido. Este processo de “domesticação” empreendido pelos pais e demais membros da sociedade, blindava suas mentes, impedindo aquisição de novos conhecimentos, sempre que estes desafiavam as informações erradas e limitadoras que tinham assimilado e fixado.
Eles sabiam que as crenças assimiladas ficavam guardadas na mente, e influenciavam todos os campos da atividade humana, sabiam também a dificuldade de substituir uma crença assimilada.
Eles concluíram que a mente possui uma região que funciona como um juiz que tudo julga, de forma autônoma e automática. Após o julgamento, a mente determina uma pena ao “reu” só resta o sentimento de culpa e a angustia do castigo. Esta seria a origem do sofrimento que a mente impõe ao Ser.
A este conflito interno eles deram o nome de “mitote”, na Índia este fenômeno é chamado de “Maya”. O mitote era representado por mil pessoas conversando ao mesmo tempo sem nunca chegarem a uma conclusão. E o Maya é um estado de ilusão que não permite ver quem realmente você é.
Os Toltecas acreditavam que tudo o que é inserido na mente, durante o processo que o ser passa para integrar a sociedade, ou seja durante sua infância e juventude, torna-se uma lei e uma verdade inquestionável.
O “juiz” usa estas leis, impostas pela sociedade, para julgar as atitudes de cada um. As outras esferas da mente são julgadas quando divergem da lei, sendo então repreendidas e punidas. São vitimas das crenças e costumes.
As inúmeras punições que um Ser sofre acabam por convencê-lo que ele está errado, que não é capaz, que não é digno. Sempre que uma lei é transgredida um fluxo de energia emerge no vosso plexo solar ( um dos seus chacras), a este fluxo desbalanceado de energia damos o nome de medo.
Como os conceitos da lei devem ser inquestionáveis, qualquer ação que os desafie causa uma sensação de insegurança. Mesmo que a lei esteja errada, que seja absurda, você se sente seguro quando a obedece. Sente culpa e vergonha quando se coloca contra estes conceitos.
A grande maioria das nossas crenças são infundadas e limitadoras sofremos por dar credito a elas. Nossa vida é difícil porque é regida pelo medo. Este sentimento provoca raiva, revolta, vingança, violência, injustiça e fuga através dos vícios.
O mitote e o maya são comparáveis às descrições do inferno que as muitas religiões elaboraram. O inferno não existe, ele é um estado de espírito que se estabelece em cada um de nós. Isto ocorre somente porque permitimos que ocorra. A solução está dentro de cada um, mas no geral a buscamos no ambiente exterior.
Nós criamos uma infundada necessidade de estarmos certos e tentamos com todas as nossas energias provar que os outros estão errados. Nossa incapacidade de admitir que somos Seres em estágio primário de desenvolvimento, necessitando de ajuda, origina um medo da vida, que em muitos casos, supera o medo que temos da morte.
Tal como os Toltecas fazemos tudo para encobrir o que realmente somos. Isto acontece porque nossa mente nos julga e pune o tempo todo. Ninguém pode causar mais mal a nós vocês do que agente mesmo.
Temos uma enorme necessidade de sermos, reconhecidos e amados e aceitos pela sociedade. Ao mesmo tempo temos uma enorme dificuldade de aceitar e amarmos a nós mesmos.
Os sábios Toltecas resolveram elaborar um método que permitisse aos membros do seu povo assumir uma nova postura na vida, deveriam desenvolver um novo comportamento que os ajudasse a equilibrar, balancear, conservar e incrementar sua energia. O medo drena a vossa energia enquanto o amor a conserva e expande.
O método desenvolvido começava por ensinar a pessoa a se aceitar e amar quem você realmente é, o segundo passo visava ensinar a pessoa a amar o seu próximo. Os mestres ensinavam que se economizaenergia aceitando o próximo e despende-se energia entrando em conflito com ele. O ódio e a vingança criam vínculos entre você e seu oponente. Você drena sua energia mandando vibrações de ódio para alguém. Esta energia pode estar fortalecendo, os ideais nocivos, daquela pessoa, você está dando combustível para ela.
Para transformar o inferno em paraíso os Xamãs toltecas determinaram que toda pessoa deveria assumir quatro compromissos em todas as atitudes na vida.
primeiro compromisso é a impecabilidade Ada palavra ou seja dizer sempre a verdade,diga sempre o que você acredita que é certo.
Esta ação permite substituir o medo pelo amor, a primeira atitude que você deve tomar consiste em dizer a verdade, no sentido de sinceridade. Seja sincero e verdadeiro em tudo que diz. Esta é a atitude mais importante que você deve tomar e é também a mais difícil de ser praticada.
Sua palavra tem uma importância que você nem pode imaginar. Você se equipara a Deus quando faz uso da palavra. Você Cria quando fala, você materializa seus pensamentos quando fala. Você verbaliza, materializa a energia contida no seu pensamento. Uma vez materializada, esta energia cumprirá a Lei de Ação e Reação, ela lhe trará benefícios ou prejuízos, na mesma medida que beneficiar ou prejudicar quem ouviu o que você disse. A palavra não é apenas um som ou um símbolo gráfico que se lê. Ela é força, energia. ela o diferencia dos animais, ela constrói e destrói. Ela o escraviza ou liberta. Tome cuidado ao empregá-la.
Uma frase ouvida ou lida pode alterar todo um conceito firmado a duras penas na nossa mente. Só depende do nível de atenção, que damos à mensagem recebida.
Ser sincero, falar a verdade, implica em não contrariar sua natureza, implica em assumir a responsabilidade pelos seus atos, se desculpar e se retratar sempre que necessário, pois evidentemente, dizer a verdade não lhe confere razão em tudo o que diz.
Falando a verdade você emprega corretamente a sua energia, ela limpa e equilibra todos os vossos chacras, você expulsa todo o veneno emocional que estiver lhe causando distúrbios emocionais que podem se transformar em distúrbios orgânicos.
Não espere que as pessoas falem a verdade para você, porque elas também mentem para si mesmas o tempo todo.
O segundo compromisso, não levar em consideração os comentários, e ofensas dirigidos a você, sem uma criteriosa analise. Não leve nada para o lado pessoal.
Quando você se ofende, quando leva para o lado pessoal você inconscientemente aceita o conceito embutido na ofensa. Se você dá importância ao fato você o assimila.
As pessoas emitem opiniões baseadas nos conceitos que povoam as próprias mentes, quando alguém te ofende, está na verdade olhando num espelho, atribui a você um defeito que está presente nela mesma. Se ela desconfia fragorosamente de você é porque é capaz de praticar o mesmo delito. Esta pessoa pode viver num sonho completamente diferente do seu. Tenha paciência com ela e nunca de maior importância que o seu comentário merece.
Enquanto você não estiver imune às agressões alheias, sua reação será a defesa das vossas crenças, isto cria conflitos. As pessoas passam a fazer tempestades em copos d’água, gastam uma enorme energia para provar que estão certos e que o outro está errado.
Quando as pessoas estão felizes, você pode ser visto como anjo, as mesmas pessoas zangadas, podem vê-lo como um capeta. E você nada tem a ver com isso.
Os toltecas acreditavam que a mente tem a capacidade de conversar consigo mesma. E que tem capacidade de ouvir informações de seres que viviam em outros planos, eles chamavam estes seres de “aliados”, outras civilizações os chamaram de “Deuses”.
Afirmavam que vossa mente transita no nível dos aliados, dos deuses. Ela percebe este estado em vigília, a mente vive em mais de um plano vibracional. Você processa idéias que não se originaram na sua mente, mas que são analisadas e aceitas ou rejeitadas pela sua mente.
Neste estado você ouve seus diversos níveis de consciência e ainda mensagens externas, isto contribui para o mitote. O mitote é o motivo pelo qual não sabemos o que queremos, quando ou como queremos. Vivemos confusos e desorientados, elementos da nossa mente buscam um objetivo e outros elementos buscam exatamente o contrario. Quando empregamos as atitudes que estão sendo apresentadas pelos Toltecas, somos capazes de silenciar e coordenar o funcionamento da nossa mente.
Quando aprendemos a enxergar as pessoas como elas realmente são, sem nos afetarmos pelas suas ações, nunca mais seremos feridos pelo que elas digam ou façam. As pessoas são agressivas e inconvenientes porque vivem com medo, mentem para os outros e para si mesmas, para não ter que tirar a mascara social e revelar o que realmente são, por isso dizem uma coisa e fazem outra.
Se você for verdadeiro consigo mesmo e criar uma imunidade contra ofensas infundadas, vai poupar enorme quantidade de energia e fugir de inúmeros aborrecimentos. Sua raiva, inveja e ciúmes diminuirão, sua tristeza se dissipará. Quando não aceitamos a dor emocional, ela volta para quem a emitiu.
Esta segunda atitude o ajudará a quebrar centenas de hábitos e rotinas que causam sofrimento desnecessário. Para fazer as escolhas certas basta confiar em si mesmo. Siga sua intuição e seus conceitos devidamente fundamentados, renove suas crenças e poderá experimentar paz e felicidade, imerso num estado de graça. O inferno não poderá afeta-lo.
O terceiro compromisso determina que não se tire conclusões sobre nada, pois o conhecimento não tem ponto final, ele prossegue, esteja sempre aberto a revisões e alterações nos seus conceitos.
Temos a necessidade de tirar conclusões sobre tudo. Fazemos isto para poder classificar e arquivar o assunto no sub consciente. O problema é que muitas assumimos como “verdades” fatos que nem sempre são bem fundamentados.
A conclusão errada então é classificada como verdadeira. A partir disto somos capazes de jurar que o fato é verdadeiro. Tiramos conclusões sobre o que os outros estão fazendo e muito pior, nos aventuramos a tirar conclusões sobre o que os outros estão pensando.
Baseados em conclusões erradas culpamos uns aos outros, reagimos enviando veneno emocional, criando um grande conflito a partir do nada. Tirando conclusões erradas e levando tudo para o lado pessoal criamos criou grande parte da tristeza e do drama existente em nossa vida.
Pessoas se conhecem se relacionam e se casam baseados em conclusões equivocadas. Você acha que conhece bem o seu companheiro e então passa a presumir o que ele sente e o que ele pensa. Quando ele comete uma indelicadeza você estranha e logo lhe vem à cabeça; “ poxa ele sabe como eu penso, então por que fez isso?”.
Cada um vive no seu sonho e muitas vezes não existe nenhuma semelhança entre estes dois sonhos. Você presume que o seu companheiro encara o casamento da mesma forma que você.
Vossa mente trabalha desta maneira, ela tem necessidade de justificar, de compreender tudo o que passa por ela. Faz isto para que você se sinta seguro.
Como existem milhões de coisas que a mente racional não consegue explicar, nos sentimos na obrigação de presumir, a mente aceita esta informação como verdade e você fica tranqüilo, sente-se seguro.
julgamos, classificamos a tudo e a todos, o tempo todo, por isto temos medo de sermos autênticos na presença dos outros. Sabemos que estamos sendo julgados, então assumimos uma postura que cause boa impressão.
Nós nos superestimamos ou nos subestimamos, simplesmente porque não formulamos perguntas para nós mesmos. Se nos questionarmos e buscarmos respostas sinceras, poderemos tirar uma justa conclusão sobre agente mesmo.
Caso contrario nossa mente presume quem somos de forma automática e baseada em conceitos que nem sempre foram bem elaborados.
A auto-analise e o conseqüente autoconhecimento é a chave para uma vida feliz.
Se não formulamos perguntas fundamentais para nós mesmos, evidentemente não formulamos tais perguntas para quem quer que seja. Sua mente deve justificar porque você gosta de uma pessoa então você começa a construir uma imagem dela, selecionando e assimilando coisas que você gosta, e rejeitando características que não te agradam, você passa a enxergar somente o que quer ver, concentra sua atenção apenas no que quer ouvir. Resultado, a pessoa que você construiu é diferente da real.
Outra conclusão perigosa acontece, quando você presume, que seu amor vai modificar aquela pessoa. Seu amor não consegue mudar ninguém, as pessoas mudam somente quando decidem mudar. Não devemos justificar o amor, ele se faz presente ou não, o verdadeiro amor consiste em aceitar a pessoa como ela realmente é.
Você deve ser autentico, falar a verdade para que as pessoas o conheçam profundamente e resolvam amá-lo como você é.
A melhor forma de evitar erros de avaliação é formular perguntas. Tenha coragem de perguntar até que as coisas se esclareçam. Desta forma você não precisará presumir nada. Se você esta preocupado que as pessoas mintam nas suas respostas, deve considerar que se você presume também esta correndo risco de falhar com a verdade.
Condicione sua mente a observar sem presumir ou concluir até que você reúna informações suficientes para isto. Cada conclusão deve ser revisada e alterada constantemente.
Vamos revisar os três compromissos que apresentei
· Fale a verdade seja sincero com você e com os outros.
· Não leve nada para o lado pessoal, seja imune às ofensas e comentários alheios
· Não tire conclusões.
Quarto compromisso, dê sempre o melhor de si. Este compromisso deve ser incorporado na mente e no seu comportamento. Dê sempre o melhor de si em tudo o que você faz. Em qualquer circunstância vocês deverão fazer o melhor possível, nem mais nem menos.
Vamos definir o conceito de “melhor”, tudo está em mudança o tempo todo, portanto fazer o “melhor” também sofre alterações. Ao acordar pela manhã descansado cheio de energia o seu “melhor “ tem maior qualidade do que à noite quando você está cansado. O “melhor quando você está saudável tem mais qualidade do que quando você está doente. Seu estado de humor afeta a qualidade do seu “melhor”
Quando você conseguir aplicar estes as quatro compromissos seu “melhor” vai se tornando mais e mais eficiente.
Você precisa aplicar esta atitude em qualquer circunstancia da sua vida, deve dar o melhor de si, nem mais nem menos.
Se você se esforçar demais, vai consumir mais energia do que é necessário, quando exagera esgota seu corpo e mente, age contra si mesmo e leva mais tempo para alcançar seu objetivo.
Se você fizer menos do que é capaz, vai sujeitar-se a frustrações, ao autojulgamento, à culpa, ao arrependimento e à autopunição automática, que é aplicada pelo juiz do seu subconsciente.
Quando você faz o melhor possível você quebra um ciclo de intervenção do seu subconsciente que consome muita energia vital. Você alcança o equilíbrio energético e já sabe a importância deste equilíbrio.
Você não está nesta vida para se sacrificar, sua missão é viver plenamente, evoluir sentir-se bem e feliz. O quarto compromisso deve se transformar em ação, sem esperar qualquer recompensa. As pessoas costumam agir sempre a espera de recompensas. Quando a recompensa não chega imediatamente suas ações vão diminuindo gradativamente. Não espere recompensa por agir corretamente, simplesmente faça o seu melhor. Sua satisfação interior e o fluxo de energia Divina, que fluirá em você, será sua maior recompensa.
Quando você faz o melhor de si, impede o juiz de condená-lo. Independente do resultado da sua ação você será declarado inocente, e gozará de plena liberdade. Lembre-se, ninguém consegue puni-lo com tanta eficiência quanto você mesmo.
Agir é viver plenamente, significa expressar quem você realmente é. Você pode ser muito bem intencionado, pode ter propósitos e idéias maravilhosas, mas tudo isto só é materializado quando você age para por em pratica.
Todo este processo que o isenta de culpa permite que você aceite a si próprio como você é. Dessa forma os quatro compromissos modificarão sua vida.
Se a vida decidiu tomar coisas de você, se levou entes queridos para longe do seu convívio, deixe que vá, sem tristeza, sem rancor, sem ódio, sem vingança, sem revolta. Quando você entende que tudo o que ocorre lhe traz evolução e conhecimento, tudo o que perdeu volta para você. As coisas materiais retornarão com outra forma física, porem com o mesmo valor, ou superior.
Quanto aos entes queridos, a separação é momentânea, seu trajeto e o deles continua pela eternidade. Por mais tempo que vocês fiquem separados agora, não representará nada quando comparado à eternidade. Sinta saudades, chore, lembre-se dos bons momentos, fazendo isto você gera uma energia poderosa, faz bem a você e a eles. Culpa, angustia, revolta, depressão e tristeza, drenam sua energia e a deles também.
Quando você dá adeus ao passado, permite a si mesmo viver plenamente no presente. Se atrelar ao passado faz com que você viva pela metade. Do passado devemos trazer apenas boas lembranças e o conhecimento que foi adquirido. Deus os colocou na Terra para vivermos plenamente e não pela metade.
Não tenham pressa, se dediquem com toda a energia para aplicar estes compromissos. Afinal levamos milênios construindo o inferno, não será de imediato e sem esforço que o transformaremos no paraíso. Mãos a obra !
Não se preocupe com o futuro, desligue-se do seu passado, mantenha sua atenção no aqui e agora, vossos mestres do oriente afirmam que “cada experiência e aprendizado é uma dádiva, por isto se chama presente”. Aproveite o maximo das experiências e aprendizados que estão ocorrendo neste momento.

Lembrem-se das palavras de Gandhi
· Suas crenças se tornam seus pensamentos.
· Seus pensamentos se tornam suas palavras.
· Suas palavras se tornam suas ações.
· Suas ações se tornam seus hábitos.
· Seus hábitos se tornam seus valores.
· Seus valores se tornam seu destino.

Um forte abraço, Carlos 13/11/11


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"Sigamos o exemplo da borboleta e façamos a nossa metamorfose
para uma vida plena de alegria, felicidade e abundância . Eu Sou Irene "
 
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Vôo da Águia
 
Eu Sou Irene

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Oração da Água

 
 
"Louvado sejas, meu Senhor, pela Irmã Água, que é muito útil, humilde, preciosa e pura!"

Assim como São Francisco orava em gratidão pela Irmã Água, também nós oramos em agradecimento pela sua generosidade em sustentar a vida.

Ó Água, em tua misteriosa beleza, és capaz de fazer o deserto florir!

...

Cada gotinha derramada, junto às outras milhares de tuas gotas, rega as sementes de colheitas futuras com que nos alimentarmos e a todas as criaturas!

Cada gotinha multiplicada mitiga a nossa sede ardente.
Nossos corpos, como o corpo da Terra são mais de 75% de água!
Somos seres de água!
Vivemos num planeta de água!

Ó, Deus misericordioso, Criador que sopraste a vida sobre a face dos oceanos, nós Te pedimos perdão pelo nosso uso inconsequente da água! Nós Te imploramos por sabedoria, para sabermos como a estimar e preservá-la! Nós Te pedimos que nos cures dos maus hábitos pelos quais desrespeitamos essa nossa Irmã e a contaminamos!

Neste tempo da seca, esperamos vigilantes que a chuva caia como uma bênção sobre o solo!

Esperamos vigilantes pela chuva agraciada se derramando sobre nossas almas!
Vem nos livrar do ódio, da cobiça, do medo e da falta de amor pelos seus dons sobre o planeta!

Transforma-nos em torrentes de água fluindo verde e molhada, cheia de vida, de esperança e de amor pela Terra e por todos os povos!

Elevamos esta prece a Deus Criador cheio-de-graça, em nome de Jesus Cristo, a Palavra Eterna, e do Santo Espírito, que é o manancial da sabedoria! Amém.
(Irmã Joan Brown, O.S.F. do Ministério de Ecologia do Comitê Justiça Social da Arquidiocese de Santa Fé, Novo México, E.U.A.)

fonte: http://www.franciscansisters.org/portuguese/jpic/articles/prayer_of_water.htm

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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Despertar Espiritual é pré-requisito para Ascensão da Humanidade

Despertar Espiritual é pré-requisito para Ascensão
13 dicas de Sri Bhagavan.
A Pessoa Desperta responde. Aquele que não está desperto, reage.”
(Sri Bhagavan)
 

Despertar Espiritual é pré-requisito para Ascensão

A Expansão da Consciência e o Despertar Espiritual são os desafios que a Nova Era vem nos trazendo, pois estão intimamente associados aos processos de Ascensão da Humanidade.

A fim de que você manifeste a Nova Era em sua vida é necessário transformar as suas crenças em relação à sua própria vida na Terra.

Engana-se quem pensa: “primeiro mudar o mundo, para depois tonar-se iluminado e mais feliz.

Então, … qual é o melhor pensamento?

Primeiro tornar-se iluminado e mais feliz, para depois mudar o mundo!”

Isto implica em assumir a responsabilidade por si mesmo neste Universo, compreendendo que toda transformação começa por dentro, tornando-se, primeiramente, uma pessoa espiritualmente desperta.

Depois disso, você irradiará para todos e para tudo ao seu redor!

E transformará a sua realidade, e a Terra se transformará também!

E compreender isso é Expansão da Consciência!

E vivenciar essa transformação interna é Despertar Espiritual!

13 dicas de Sri Bhagavan

1. “A Pessoa Desperta percebe tudo como perfeito.”

2. “A Pessoa Desperta é livre do passado e do futuro.”

3. “A Pessoa Desperta flui com a vida.”

4. “A Pessoa Desperta é livre de imagens sobre si mesmo.”

5. “A Pessoa Desperta faz tudo com alegria.”

6. “A Pessoa Desperta é transparente.”

7. “A Pessoa Desperta é virtuosa por natureza.”

8. “A Pessoa Desperta vê a vida como um milagre.”

9. “A Pessoa Desperta responde a partir do coração.”

10. “A Pessoa Desperta vê a todos como UM.”

11. “A Pessoa Desperta faz uso da Mente.”

12. “A Pessoa Desperta tem, mas não possui.”

13. “A Pessoa Desperta não culpa os outros.”

FONTE: Anima Mundhy

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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

SAUDADES SIM, TRISTEZA NÃO!!!



SAUDADES DE UM ANJO CHAMADO ERICK IBELLI

Erick  meu filho, você nasceu, foi um presente de DEUS...
Você cresceu tão lindo!
A vida seguiu seu curso, mas de repente tudo mudou.
Que saudade de você!
Lutamos contra o tempo, e contra a pior doença do mundo, o preconceito, (pré conceito) não entender, não conhecer e não se envolver. . . ops! falta de consciência. . . continuando. . .
Sofremos muito...
Apesar disso vivemos...
Fomos felizes, apesar de tudo.
A solidão foi nossa companheira.
Mas isso não importava.
Sabe por quê?
Nós tínhamos você.
Que saudade de você!
Dia 30 de julho você nasceu.
Que felicidade jamais esquecida...
Felicidade e tristeza se misturam...
Sabe por quê?
Em julho de 1982 estávamos te esperando chegar...
Em agosto de 2006 nossos entes queridos te esperavam retornar para o nosso verdadeiro lar.
Infelizmente, você partiu! 
E agora o que vamos fazer?
Continuar te amando, te amando cada dia mais...
Sabe por quê?
Porque a vida é eterna e nosso amor por você é imenso, é infinito, meu filho!
Que saudade de você!
Infelizmente, mais um ano sem você.
Que saudade de você!
Hoje sabemos que no final o AMOR sempre vence.
Sabe por quê?
Porque o AMOR alimenta nossas vidas aqui e no mais além, nos dando a certeza que um dia nos reencontraremos, nos mostrando que nada se perde, tudo se transforma!  Como um barquinho que vai sumindo no horizonte, onde alguns dirão que partiu, outros dirão que está chegando . . . e aos pouquinhos vai surgindo lindo, iluminado no outro lado da vida, assim é a vida meu filho!
A vida realmente é feita de partidas e chegadas! Enquanto alguns tem a oportunidade de mais um aprendizado junto com seus familiares, outros se sentem impotentes diante da partida de seus entes queridos para o outro lado da vida!
A Saudade, meu filho querido, é o amor que ficou em nossos corações!
Feliz eternidade, meu anjo!

COMO NA LETRA DA MÚSICA
 OS CORAÇÕES NÃO SÃO IGUAIS DO CONJUNTO ROUPA NOVA:
“O que eu sei é que jamais vou te esquecer
Eu me agarro nessas fantasias pra sobreviver
Eu não sei se estou vivendo de emoção
Mas invento você todo dia pro meu coração” 
 

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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Chuang Tzu e o Sonho da Borboleta



Chuang Tzu e o Sonho da Borboleta


Era uma noite fresca na China antiga. Um amigo de Chuang Tzu foi procurá-lo numa estalagem local. Chegando lá, encontrou-o sentado numa mesa, bebericando seu chá com um semblante contemplativo.
– Aí está você ! – disse o amigo de Chuang Tzu. – Achei que estivesse contando a todos mais uma de suas histórias. Por quê está tão calado?
– Há uma questão em minha mente – disse Chuang Tzu. – Uma questão sobre a existência.
– Entendo. Você quer que eu lhe deixe sozinho com seus pensamentos?
– Não, gostaria de compartilhá-la com você. Talvez você possa me ajudar com sua perspectiva.
– Minha perspectiva é de pouco valor, mas ficarei contente em ouvir – ele puxou uma cadeira.
– Saí para uma caminha no final da tarde –, começou Chuang Tzu. – Fui até um de meus lugares preferidos embaixo de uma grande e frondosa árvore. Ali sentei e comecei a pensar no significado da vida. Estava tão fresco e agradável que logo relaxei e peguei no sono. Comecei então a sonhar que estava sobrevoando um belo campo florido. Olhei para trás e vi que tinha asas. Elas eram grandes e bonitas e se agitavam rapidamente. Eu havia me transformado numa borboleta! Senti uma enorme sensação de liberdade e alegria ao voar suavemente em qualquer direção que quisesse. Tudo nesse sonho parecia completamente real em todos os sentidos, tanto que, depois de um tempo, eu me esqueci por completo que um dia fora Chuang Tzu. Eu era simplesmente uma borboleta e nada mais.
– Eu tive sonhos em que voava, mas nunca como uma borboleta – o amigo respondeu. – Esse sonho me parece uma experiência maravilhosa.
– E foi, mas como todas as coisas, cedo ou tarde teve que acabar. Lentamente, acordei e percebi que eu era novamente Chuang Tzu. Isso é que me intriga.
– O que há de tão intrigante? Você teve um belo sonho, só isso.
– E se eu estiver sonhando agora? Essa conversa que estou tendo com você parece real em todos os sentidos, assim como meu sonho. Eu achei que era Chuang Tzu que tivesse sonhado ser uma borboleta. Mas, e se sou uma borboleta que, agora mesmo, está sonhando ser Chuang Tzu?
– Bem, eu posso lhe afirmar que você é realmente Chuang Tzu e não uma borboleta.
Chuang Tzu sorriu: – Você pode ser simplesmente parte do meu sonho, nem mais nem menos real do que qualquer outra coisa. Assim, não há nada que você possa fazer para me ajudar a identificar a distinção entre Chuang Tzu e a borboleta. Essa, meu amigo, é a questão essencial sobre a transformação da existência.


Primeira Lição: Unidade

Ao conectar-se com a borboleta, Chuang Tzu está dizendo que todas as coisas vivas estão unidas pela força de vida contida dentro delas. O esforço para sobreviver e prosperar em nós é o mesmo que existe em tudo, desde a maior das criaturas até o menor dos insetos. Quando reconhecemos isso, podemos começar a enxergar a nós mesmos como parte da natureza, ao invés de separados dela.
Chuang Tzu escolheu a borboleta deliberadamente para enfatizar este ponto. Em termos de aparência, uma borboleta parece tão diferente de um ser humano quanto qualquer outra coisa pode ser. Todavia, em um nível fundamental, ela é exatamente como nós – uma manifestação da vida, e, assim sendo, do Tao no mundo material.
Se nós podemos dizer isso de uma borboleta, então podemos dizer sobre tudo. Portanto, uma das verdades mais básicas do mundo é que tudo é um.


Segunda lição: A vida é como um sonho

Chuang Tzu também aponta nessa história que um sonho pode parecer tão real quanto nossa vida desperta. Todas as visões, sons, sentimentos e emoções num sonho são tão vividos e intensos quanto nossa experiência em vigília.
Essa lição é um exercício de desprendimento em duas áreas de vida: obsessões emocionais e obsessões materiais. A chave dessa lição é o percebimento de que se podemos ver como os sonhos podem parecer completamente reais, a realidade também pode ser vista como um sonho.
Nós podemos ficar emocionalmente obsessivos ao interagir com outros. Quando alguém diz algo positivo sobre nós, nos agarramos a seus elogios e aprovações; porém, quando alguma coisa negativa é dita, nos apegamos a sentimentos destrutivos de ser ofendido ou atacado.
Peguemos o lado negativo como exemplo. Suponhamos que alguém tenha lhe dito algo extremamente insultante e você ficou zangado. É seu desejo recuperar a tranqüilidade, mas sua raiva torna isso impossível. O que fazer?


Primeiro passo: lembre-se do alerta de Chuang Tzu sobre a equivalência entre o estado de sonho e a realidade. Se você experienciar o insulto num sonho, você também se sentirá magoado, ofendido e raivoso.
Segundo passo: perceba que você já tem a habilidade natural de lidar com tal situação. Se o evento ocorre num sonho, você simplesmente o coloca de lado ao acordar. É apenas um sonho, tudo está bem afinal. Todos nós já fizemos isso antes. Somos todos “experts” em lidar com sonhos ruins.
Terceiro passo: Aplique essa habilidade natural para lidar com suas emoções negativas. Embora o evento tenha realmente acontecido, sua reação emocional a ele é exatamente idêntica. Essa equivalência básica lhe dá a chave para lidar com sua raiva. Encare a negatividade como se fosse um pesadelo, e reflita sobre como, em alguns sentidos, isso é literalmente verdadeiro. Logo você descobrirá que deixar a raiva ir não é algo tão difícil quanto pensava.


Terceira Lição: Despertar a Consciência
Tornar-se totalmente desperto é uma poderosa metáfora no cultivo espiritual. A palavra “Buda” significa, literalmente, alguém que se tornou completamente desperto. Comparado a esse estado, nosso ordinário estado de consciência se assemelha ao sono, e tudo que consideramos real na vida parece não ter mais realidade do que um sonho que se desvanece em nada.
Isso pode ser difícil de entender. Afinal de contas, nesse exato momento você provavelmente se sinta bastante desperto. Por quê então alguém diz que você está dormindo quando você sabe que não está?
A verdade é que a grande maioria das pessoas opera num baixo nível de consciência na maior parte do tempo. Considere a última vez que você trancou a porta, foi embora e depois teve de voltar para verificar se a tinha realmente trancado. Ou pense em quando você entrou num quarto e não conseguiu se lembrar do motivo de ter entrado ali. Você estava procurando por algo? Se sim, o que era? A única chance de se lembrar foi refazer seus passos para se reconectar a seu intento original.
Se você já passou por alguma das experiências citadas acima, então você já compreende o que Chuang Tzu quer dizer. Ao passarmos pelos movimentos diários da existência, nós parecemos estar sonambulando a maior parte do tempo. De vez em quando temos um momento de claridade, como uma pessoa que dorme, e acorda apenas o suficiente para verificar o despertador, voltando logo depois ao seu sono.
Como podemos estar plenamente despertos? Isso é algo que requer um esforço persistente. Os cultivadores do Tao que focam esse aspecto da vida, praticam consistentemente o “estar presente”. Através de diligente repetição, eles desenvolvem o hábito de sempre se perguntarem “O que estou fazendo agora?” e “O que está acontecendo ao meu redor agora mesmo?”. Pessoas que assim procedem, invariavelmente, fazem descobertas surpreendentes. Eles pegam a si mesmos fazendo coisas sem o menor sentido, ou de repente ficam cônscios de algo significativo e óbvio que, de alguma forma, não haviam se dado conta antes. E quanto mais praticam estar “no momento”, mais naturalmente e com mais freqüência isso ocorre.

Quarta lição: Transformação

A última lição de Chuang Tzu é também a mais importante. A borboleta é crucial na estória, pois representa a liberdade – um libertador estado de espiritualidade onde transcende-se o medo, assim como uma borboleta voando livre das limitações impostas pela gravidade. Um cultivador do Tao que atinge essa liberdade se torna um indivíduo ilimitado, não atado por apegos emocionais e materiais que restringe a maioria das pessoas.
A transformação a que Chuang Tzu se refere nessa história, em conjunção com a borboleta, formam uma imagem poderosa que representa o processo completo do cultivo do Tao. Nós começamos fazendo lento progresso, aprendendo uma lição após outra, assim como a lagarta rastejando lentamente, comendo e fazendo seu caminho através das folhas.
Após suficiente acúmulo de conhecimento durante um longo período, a mente começa a processar a informação, extraindo sabedoria da alma. Essa é uma época de meditação, reflexão e quietude, bastante parecida ao completo crescimento da lagarta evoluindo ao estágio da crisálida.
Assim começa a metamorfose mágica. Pequeninas asas, quase imperceptíveis, se expandem rapidamente tornando-se cada vez maiores. Uma transformação espetacular acontece, e uma bela criatura emerge da crisálida. A criança tornou-se adulta.
Do mesmo modo, alguém que passa pela metamorfose do Tao se transforma em uma nova pessoa. O cultivador do Tao se transformou num sábio. As asas da espiritualidade se expandiram e ficaram muito maiores, mais coloridas e belas.
Agora podemos ver ainda mais claramente que Chuang Tzu escolheu a borboleta com cautelosa deliberação. Está também bastante óbvio o motivo de a borboleta representar Chuang Tzu na cultura chinesa. Cada peça do quebra-cabeça se encaixa tão perfeitamente que não poderia ser colocada de outra forma.
Chuang Tzu quer nos dizer com essa história que todos temos o potencial de nos transformar em borboleta?
Sim, mas não sem primeiro passar pelo estágio da larva e da pupa. Saltar diretamente para o estágio da borboleta pode apenas ser um sonho que logo acaba. Se você encontrar pessoas que afirmam serem iluminadas, tenha cuidado, pois muito provavelmente são apenas lagartas, não muito diferentes de você ou eu. Elas até podem estar convencidas de que são borboletas, mas isso ocorre porque estão sonhando.
O que Chuang Tzu nos deu foi um vislumbre do que podemos alcançar através do cultivo do Tao. Se tivermos paciência, diligência e fé enquanto procuramos e consumimos folhas nutritivas, virá o dia em que entraremos no estágio da crisálida e finalmente emergiremos dali. Daí então, descobriremos que a alegre liberdade da borboleta não é mais apenas um sonho!

Por Derek Lin
Tradução do inglês por Anderson Taira 
 
fonte do conteúdo 'click aqui'
 
Extraído de: http://conscienciaearesposta.blogspot.com.br/search?updated-min=2014-01-01T00:00:00-02:00&updated-max=2015-01-01T00:00:00-02:00&max-results=12
 
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para uma vida plena de alegria, felicidade e abundância . Irene Ibelli"
 
 
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Irene Ibelli 
 

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Encontro com Entes Queridos durante o sono: por que não lembramos?

  Foto: ENCONTRO COM ENTES QUERIDOS DURANTE O SONO: POR QUE NÃO LEMBRAMOS?      O desprendimento da alma pelo sono constitui uma situação muito oportuna para entrarmos em relação com nossos entes queridos. Afirmam-nos os Espíritos da Codificação que "é tão habitual o fato de irdes encontrar-vos, durante o sono, com amigos e parentes, com os que conheceis e que vos podem ser úteis, que quase todas as noites fazeis essas visitas" (questão 414 de 'O Livro dos Espíritos'). Por outro lado, o sonho "é a lembrança do que o Espírito viu durante o sono". No entanto, nem sempre recordamos nossas experiências após despertar.  Dizem os Benfeitores Espirituais que isso se dá porque ainda não temas "a alma no pleno desenvolvimento de suas faculdades" (questão 402 de 'O Livro dos Espíritos).    Creditam ainda este esquecimento às características da matéria grosseira e pesada que compõe nosso corpo físico. "O corpo dificilmente conserva as impressões que o Espírito recebeu, porque a este não chegaram por intermédio dos órgãos corporais" (questão 403 de 'O Livro dos Espíritos'). É muito justa esta observação da Espiritualidade, pois em nossa condição de Espíritos encarnados, constituem-se memórias conscientes apenas aquelas reminiscências que irritam os centros nervosos correspondentes, localizados no Sistema Nervoso Central.    Em função disso, muitos questionam a utilidade destes encontros, alegando que as idéias e conselhos compartilhados durante o sono não possam ser aproveitados na vida de vigília. Neste ponto, esclarecem os Espíritos da Codificação que "pouco  importa que comumente o Espírito as esqueça, quando unido ao corpo. Na ocasião oportuna, voltar-lhe-ão como inspiração de momento" (questão 410a de 'O Livro dos Espíritos'). Até porque a grande maioria destes diálogos diz respeito a temas que interessam mais à vida espiritual do que à corpórea.    Portanto, percebemos que a possibilidade de encontro com entes queridos durante o sono é real e freqüente. Aliás, o sono é "a porta que Deus lhes abriu para que possam ir ter com seus amigos do céu" (questão 402 de 'O Livro dos Espíritos'). Mas, para que isso aconteça, mais do que o simples fato de querer quando desperto, é preciso evitar que as paixões nos escravizem e nos conduzam, durante o sono, a campos menos felizes da experiência espiritual.    "Aquele que se acha compenetrado desta verdade eleve o seu pensamento, no momento em que sente aproximar-se o sono; solicite o conselho dos Bons Espíritos e daqueles cuja memória lhe seja cara, a fim de que venham assisti-lo, no breve intervalo que lhe é concedido. Se assim fizer, ao acordar se sentirá fortalecido contra o mal, com mais coragem para enfrentar as adversidades" (item 38 do Capítulo XXVIII de 'O Evangelho Segundo o Espiritismo').      Fonte: Fraternidade Irmã Celina  Equipe do Pinga-Fogo

Encontro com Entes Queridos durante o sono: por que não lembramos?


O desprendimento da alma pelo sono constitui uma situação muito oportuna para entrarmos em 

relação com nossos entes queridos. 

Afirmam-nos os Espíritos da Codificação que "é tão habitual o fato de irdes encontrar-vos, durante
o sono,com amigos e parentes, com os que conheceis e que vos podem ser úteis, que quase
odas as noites fazeis essas visitas" (questão 414 de 'O Livro dos Espíritos'). 


Por outro lado, o sonho "é a lembrança do que o Espírito viu durante o sono". No entanto, nem 
sempre recordamos nossas experiências após despertar. Dizem os Benfeitores Espirituais que isso
se dá porque ainda não temas "a alma no pleno desenvolvimento de suas faculdades" (questão
402 de O Livro dos Espíritos).

Creditam ainda este esquecimento às características da matéria grosseira e pesada que compõe 
nosso corpo físico. "O corpo dificilmente conserva as impressões que o Espírito recebeu, porque a
este não chegaram por intermédio dos órgãos corporais" (questão 403 de 'O Livro dos Espíritos'). 

É muito justa esta observação da Espiritualidade, pois em nossa condição de Espíritos encarnados, 
constituem-se memórias conscientes apenas aquelas reminiscências que irritam os centros
nervosos correspondentes, localizados no Sistema Nervoso Central.

Em função disso, muitos questionam a utilidade destes encontros, alegando que as idéias e
 conselhos compartilhados durante o sono não possam ser aproveitados na vida de vigília. 

Neste ponto, esclarecem os Espíritos da Codificação que "pouco importa que comumente o
Espírito as esqueça, quando unido ao corpo. 
Na ocasião oportuna, voltar-lhe-ão como inspiração de momento" (questão 410a de 'O Livro
dos Espíritos').

Até porque a grande maioria destes diálogos diz respeito a temas que interessam mais à vida 
espiritual do que à corpórea.

Portanto, percebemos que a possibilidade de encontro com entes queridos durante o sono é real 
freqüente. Aliás, o sono é "a porta que Deus lhes abriu para que possam ir ter com seus
amigos do céu" (questão 402 de 'O Livro dos Espíritos'). 

Mas, para que isso aconteça, mais do que o simples fato de querer quando desperto, é preciso 
evitar que as paixões nos escravizem e nos conduzam, durante o sono, a campos menos felizes da
experiência espiritual.

"Aquele que se acha compenetrado desta verdade eleve o seu pensamento, no momento em que 
sente aproximar-se o sono; solicite o conselho dos Bons Espíritos e daqueles cuja memória lhe 
seja cara, a fim de que venham assisti-lo, no breve intervalo que lhe é concedido. 

Se assim fizer, ao acordar se sentirá fortalecido contra o mal, com mais coragem para enfrentar as adversidades" (item 38 do Capítulo XXVIII de 'O Evangelho Segundo o Espiritismo').


Fonte: Fraternidade Irmã Celina
Equipe do Pinga-Fogo

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