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domingo, 3 de novembro de 2013

A Saudade Dos Que Se Foram





A Saudade Dos Que Se Foram
  O hábito de visitar os mortos, como se o cemitério fosse sala de visitas do Além, é cultivado desde as culturas mais remotas. Mostra a tendência em confundir o indivíduo com seu corpo.
 
Há pessoas que, em desespero ante a morte de um ente querido, o "VISITAM" diariamente. Chegam a deitar-se no túmulo.

—  Desejam estar perto do familiar.

  Espíritas,
  Budistas,
  Católicos,
  Muçulmanos,
  Protestantes...

... Somos todos de uma forma ou outra espiritualistas, acreditamos na existência e sobrevivência do Espírito.
 
Obviamente, o ser etéreo não reside no cemitério. Muitos preferem dizer que perderam o familiar, algo que mostra falta de convicção na sobrevivência do Espírito. Quem admite que a vida continua jamais afirmará que perdeu alguém. Ele simplesmente partiu.
 
  Quando dizemos "perdi um ente querido", estamos registrando sérios prejuízos emocionais.
 
Se afirmarmos que ele partiu, haverá apenas o imposto da saudade, abençoada saudade, a mostrar que há amor em nosso coração, o sentimento supremo que nos realiza como filhos de Deus.
 
—  Em datas significativas:
 
  No Natal,
  No Ano Novo,
  No Dia dos Pais,
  No Dia das Mães,
  No Dia de finados,
  No Aniversário de morte,
  No Aniversário de casamento,
  No Aniversário de nascimento...

... Sempre pensamos neles.
 
—  Como podemos ajudar os que partiram antes de nós?

  Envolvendo o ser querido em vibrações de carinho.

—  Evocando as lembranças:

  Felizes,
  Nunca as infelizes;
  Fazendo o bem em memória dele,
  Enviando clichês mentais otimistas...

... Porque nos vinculamos com os Espíritos através do pensamento.

  Além disso, orando por ele, realizando caridade em sua homenagem, tudo isso lhe chegará como sendo a nossa contribuição para a sua felicidade.

A prece dá-lhe paz, diminui-lhe a dor e anima-o para o reencontro futuro que nos aguarda.
 
—  Podemos Chorar?

  Podemos chorar, é claro. Mas saibamos chorar. Que seja um choro de saudade e não de inconformação e revolta.

O choro, a lamentação exagerada dos que ficaram causam sofrimento para quem partiu, porque eles precisam da nossa prece, da nossa ajuda para terem fé no futuro e confiança em Deus.

  Tal comportamento pode atrapalhar o reencontro com os que foram antes de nós. Porque se eles nos visitar ou se nós os visitarmos (através do sono) nosso desequilíbrio os perturbará. Se soubermos sofrer, ao chegar a nossa vez, nos reuniremos a eles, não há dúvida nenhuma.
 
—  Então os Espíritas não visitam cemitérios?

  Nós espíritas não visitamos os cemitérios, porque homenageamos os "vivos desencarnados" todos os dias.

Mas a posição da Doutrina Espírita, quanto as homenagens (dos não espíritas), prestadas aos "mortos" neste Dia de Finados, ao contrário do que geralmente se pensa, é favorável, desde que sinceras e não apenas convencionais.
 
  Os Espíritos, respondendo a perguntas de Kardec a respeito (em O Livro dos Espíritos), mostraram que os laços de amor existentes entre os que partiram e os que ficaram na Terra justificam esses atos.
 
E declaram que no Dia de Finados os cemitérios ficam repletos de Espíritos que se alegram com a lembrança dos parentes e amigos.
 
  Há espíritos que só são lembrados nesta data, por isso, gostam da homenagem,
  Há espíritos que gostariam de serem lembrados no recinto do lar.
 
Porque, se ele desencarnou recentemente e ainda não está perfeitamente adaptado às novas realidades, irá sentir-se pouco à vontade na contemplação de seus despojos carnais.
 
  Espíritos com maior entendimento, pedem que usemos o dinheiro das flores em alimento aos pobres. Portanto, usemos o bom senso em nossas homenagens. Com a certeza que eles vivem. E se eles vivem, nós também viveremos.
 
E é nessa certeza que devemos aproveitar integralmente o tempo que estivermos encarnados, nos esforçando para oferecer o melhor de nós em favor da edificação humana.
 
  Só assim, teremos um feliz retorno à pátria espiritual.

Compilação de Rudymara.
 
 
 
 
 
O amor que remove montanhas,
o amor que inspira a todos a desejarem um mundo melhor,
o ser humano que ama a todos como a si mesmo,
e que deseja apenas ser  . . . ser luz  e finalmente
 encontrar  o Reino de Deus
em seu coração !!!
 
Irene Ibelli 
Empreendedora Digital, Humanista e Espiritualista
Eleita Cidadã Planetária Pelo Projeto
Vôo da Águia

Para quem ama, não há morte nem separação!

Para quem ama, não há morte nem separação!    Ismael de Almeida  A desfazer-se em pranto ela arguia:  -- Por que, por que Senhor?  Tanta saudade e tanta dor?  Toda a felicidade que eu sentia  Jaz aqui sepultada...  A vida se desfez em nada,  Na solidão deste sonho derradeiro!...  MARIA DOLORES – CHICO XAVIER    Alma querida! Amor de minha vida!   Fostes deste mundo, levaste meu amor, e a saudade ficou!  Por que te fostes e deixastes minha vida tão vazia?    Ainda que tu fosses deste mundo, não te fostes de meu coração, respiras em mim, como eu respiro em ti, assim estás em mim, e eu estou em ti!...    Tu me dás o teu recado no vento que passa; na flor que desabrocha; na água que corre; no monte que ora em silêncio; então nas lágrimas que regam o solo da dor nascem as flores do eterno amor!    Neste dia de finados, deixamos a todas as almas que se foram deste mundo, mas deixaram o seu amor, um ramalhete de flores de saudades, para quem nunca morreu, porque vive sempre, em nosso coração!    Paz e Luz!
 
Para quem ama, não há morte nem separação!
 
Ismael de Almeida

A desfazer-se em pranto ela arguia:
-- Por que, por que Senhor?...

Tanta saudade e tanta dor?
Toda a felicidade que eu sentia
Jaz aqui sepultada...
A vida se desfez em nada,
Na solidão deste sonho derradeiro!...
MARIA DOLORES – CHICO XAVIER

Alma querida! Amor de minha vida!
Fostes deste mundo, levaste meu amor, e a saudade ficou!
Por que te fostes e deixastes minha vida tão vazia?

Ainda que tu fosses deste mundo, não te fostes de meu coração, respiras em mim, como eu respiro em ti, assim estás em mim, e eu estou em ti!...

Tu me dás o teu recado no vento que passa; na flor que desabrocha; na água que corre; no monte que ora em silêncio; então nas lágrimas que regam o solo da dor nascem as flores do eterno amor!

Neste dia de finados, deixamos a todas as almas que se foram deste mundo, mas deixaram o seu amor, um ramalhete de flores de saudades, para quem nunca morreu, porque vive sempre, em nosso coração!

Paz e Luz


 
 
O amor que remove montanhas,
o amor que inspira a todos a desejarem um mundo melhor,
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e que deseja apenas ser  . . . ser luz  e finalmente
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Empreendedora Digital, Humanista e Espiritualista
Eleita Cidadã Planetária Pelo Projeto
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sábado, 2 de novembro de 2013

Oração pelos Desencarnados

 

 
 
PRECE PELOS DESENCARNADOS

Pai!... Ao longo da vida fui devolvendo à Ti muitos daqueles que amei...
Um a um, às vezes os mais idosos, as vezes os mais jovens, foram retornando para casa, deixando para trás saudades que até hoje me é difícil suportar; flores que trocastes de jardim, deixando em seu lugar o silêncio e a solidão...
...

Hoje quero pedir por eles, a todos que de uma forma ou outra estiveram ligados à mim nesta encarnação, para que os abençoe e guarde, a fim de que encontrem paz e serenidade no mundo espiritual.

Muitos deles, Senhor, não obstante o coração generoso, afastaram-se do corpo através de enfermidades dolorosas e incuráveis que lhes minaram as forças até o final, deixando na memória de todos o exemplo da coragem e da fé em Teus desígnios, sem esmorecimento...

Outros, Senhor, desiludidos com as provas que lhes cabiam na derradeira existência, não suportaram e sucumbiram, afastando-se da carne pelo suicídio ou pelas drogas, arcando assim com o agravamento dos débitos que lhes diziam respeito e por isso mesmo infinitamente mais infelizes que antes...

Outros, Pai, deixaram para trás os mais belos e santos laços desencarnando em pleno vigor juvenil, desfazendo-se assim de pesados grilhões passados e retornando com a leveza das aves para os ninhos Superiores, para descansar e prosseguir...

Outros ainda, Senhor, deixaram o corpo como quem abandona fardo inútil após cumprida a tarefa, enveredando-se pelos caminhos da felicidade engalanados de luzes e valores, conquistados pelo trabalho santo a que se dedicaram na Terra, em favor de todos os seus semelhantes...

Representaram muito para mim... Para alguns eu pude dizer "te amo", para outros não... No entanto, pela importância que tiveram em minha vida, o meu amor há de lhes ser carinho constante no além, porque acredito que nada se desfaz com a morte do corpo, pelo contrário, se fortalece...

Que hoje, eu possa levar a todos eles o meu pensamento de ternura e gratidão, para que saibam, estejam onde estiverem, que não estão esquecidos na Terra, habitando em minha lembrança e em meu coração com a mesma força e a mesma sinceridade de antes!

Que assim seja!


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Irene Ibelli 
Empreendedora Digital, Humanista e Espiritualista
Eleita Cidadã Planetária Pelo Projeto
Vôo da Águia

O Dia de Finados

 
 
O DIA DE FINADOS
 
Data em que muitos visitam os cemitérios para prestar homenagens aos seus entes desencarnados.

É interessante discorrer sobre questionamentos com os quais de vez em quando somos colhidos por parte de conhecidos, curiosos ou interessados em se iniciar nos assuntos relativos à espiritualidade.

De vez em quando alguém pergunta "por que o espírita não vai ao cemitério" (no dia de finados, mais especificamente). Cabe aqui, portanto, um esclarecimento útil.

Primeiro: - Nenhum espírita, em virtude de ideologia religiosa, ou limitação de qualquer tipo imposta pela doutrina, "não pode" ir ao cemitério em qualquer época. Efetivamente conheço muitos, simpatizantes, ou espiritualistas convictos, que narram de suas visitas a túmulos de parentes ou conhecidos.

Segundo: - O que ocorre mais amiúde é que, em detendo o espírita a tranqüila convicção de que seu ente querido não mais se demora por estas bandas, tendo demandado estâncias outras, mais ricas, de vida, guarda a consciência clara de que tudo o que ficou na sepultura foi a "roupagem gasta", e não mais, portanto, a pessoa com quem compartilhou experiências e afeto.

Terceiro: - Isto não implica em que o espírita sincero condene ou critique o posicionamento dos demais semelhantes que, de todo o coração, prestam com sinceridade as suas homenagens aos seus afeiçoados que se anteciparam na viagem deste para o outro lado da vida. Aliás, reza no próprio conhecimento da doutrina que muitos desencarnados visitam, efetivamente, os cemitérios por ocasião da data, em consideração às demonstração de amor com que ali são distinguidos. E muitos outros ainda, afeitos aos costumes dentro dos quais desenvolveram suas experiências na matéria, conferem ainda subida importância a este gesto, ressentindo-se, de fato, daqueles que não o prestem nas datas de molde a serem lembrados.

Vistas estas considerações, é sensata a conclusão de que jamais cabe padrão algum de conduta no que toca ao sagrado universo íntimo humano. Cada agrupamento familiar terreno é único e peculiar, e ninguém melhor do que os seus componentes para estarem inteirados do que atinge ou não atinge mais de perto a cada um; o que convém ou o que não convém em matéria de sentimento e dedicação, cujos estágios e características se multiplicam ao infinito correspondente do número de habitantes do vasto universo humano.

Efetivamente, somos do lado de "lá" o que fomos aqui. É dever comezinho não só do espírita, quanto de qualquer pessoa que se diga civilizada, respeitar a diversidade dos caminhos escolhidos que, destarte, haverão de conduzir a cada ser, no tempo certo, ao mesmo ponto de encontro comum na intimidade das luzes divinas.

Questão de temperamento, de agrupamento humano, de fé e de hábitos, o ir ou não ir ao cemitério, de vez que é na sinceridade do gesto, e não no gesto em si, que se vislumbra a verdadeira homenagem aos desencarnados, de forma que, amor pelos mesmos, podemos dirigir-lhes tanto do recesso abençoado do nosso recanto de meditação no lar, quanto do ambiente de qualquer templo religioso, ou ainda diariamente, no movimento tumultuado das ruas, ou também no cemitério, a qualquer dia do ano.

De forma que aqueles que partiram nos amando de todo o coração haverão de valorizar e entender a nossa melhor intenção ao seu respeito, seja de onde for que se irradie, colhendo-os de pronto, pela linguagem instantânea do coração e do pensamento. Os que foram afeitos aos hábitos costumeiros do dia de finados, na medida de suas possibilidades espirituais após a transição lá estarão, junto à sepultura física, colhendo com sincera afeição os votos de paz e as preces que lhes estejam sendo dirigidas.

Os provenientes dos lares espiritualistas na Terra receberão as mesmas demonstrações de amor a qualquer tempo, em qualquer data que faça emergir naqueles que ficaram para trás no aprendizado físico as gratas lembranças com que são evocados.

O importante é que espíritas e não espíritas têm em comum, em relação aos seus amados que já se foram, à qualquer época, a linguagem inconfundível do amor entre as almas. Enxerguemos acima dos horizontes das limitações de visão humanas para alcançarmos com clareza a compreensão de que é assunto individual a forma como celebramos o nosso afeto para com os nossos entes queridos, e que o fator da sinceridade e da intenção é o que de fato conta, na hora da certeza de que nossas preces e votos de paz serão bem recebidos por aqueles que prosseguem nos amando de igual forma na continuidade pura e simples da vida, que a todos aguarda para além das portas da sepultura, sob as bênçãos de Jesus.

Fonte:
http://www.forumespirita.net/

 
 
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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

ASCENSÃO ESPIRITUAL

 
ASCENSÃO ESPIRITUAL


Indiscutivelmente, a culpa resulta do grau de responsabilidade, da consciência do homem que pratica qualquer ação.

Em razão disso, a penalidade ou correctivo deve ser proporcional à capacidade, à resistência do infractor.

Quando a criatura sofre sem conhecimento das causas que a levam à aflição, raramente logra forças para superar-se e suportar com resignação as suas dores.

Eis porque, ante a conjuntura ou situação dolorosa que atinge os homens, somente se pode entender, ante a divina justiça, que se a causa dos padecimentos não se encontra na existência actual, está, sem dúvida, em precedentes reencarnações.

Repetem-se as vidas corporais para o Espírito, quantas vezes se fazem necessárias para o seu burilamento, a sua plenitude.

Cada etapa repara os erros da fase anterior, ao mesmo tempo contribuindo para a aquisição de valores e experiências que necessitam ser armazenadas e que contribuem, poderosamente, para a evolução do homem.

Sem este processo, no qual se manifestam a excelsa justiça e o soberano amor, a vida inteligente perderia o sentido e a criatura humana se transformaria em joguete de caprichosas e incontroladas mãos que lhe conduziriam o destino.

Se não compreendes o porquê das tuas dores actuais, ausculta a consciência e ela te inspirará a entender as causas anteriores, ajudando-te a suportá-las e vencê-las bem.

O sofrimento não tem exclusiva finalidade correctiva, senão educadora, abrindo percepções e facultando valores que não seriam conhecidos sem o seu contributo.

Não menosprezes, por essa razão, a fragilidade orgânica, a celeridade com que transcorre cada ciclo das reencarnações.

Aproveita, quanto possas, as ensanchas que se te apresentem, reunindo experiências positivas, recuperando lições perdidas, realizando trabalhos valiosos.

A pessoa odienta que te molesta; a dificuldade persistente que te perturba; a enfermidade pertinaz que te não abandona; o problema que não dilui; a dor que te estiola; a solidão que te martiriza; a angústia, de origem desconhecida, que te dilacera; a pobreza que te preocupa; a limitação desta ou daquela natureza que te aflige; a inquietação que te espezinha, têm suas raízes em comportamentos infelizes de que te olvidaste, sem os solucionar, e que ora chegam, oferecendo-te ensejo de reparação e de paz íntima.

A conquista da tranqüilidade impõe como condição precípua a ausência de culpa, por falta de delito praticado ou como decorrência de erro regularizado.

Ninguém que consiga felicidade real, sem as condições de mérito advindo das ações nobres realizadas.

Os que se apresentam ditosos, tranquilos e não merecem, assim se apresentam, aquinhoados por dádivas de acréscimo que todos recebem e nem sempre utilizam como devem, incidindo, então, na compulsória de adquirirem pela dor, o que não realizaram pelo amor.

"- O meu fardo é leve - disse Jesus - e suave é o meu jugo."

Com Jesus, todas as injunções de prova e dor transformam-se em bênçãos, graças às mercês de que se fazem portadoras.

Sob o Seu compassivo olhar e nas Suas mãos misericordiosas, o homem que se Lhe doa, supera-se e penetra-se de paz, mediante o amor e a resignação, de que dá mostras no empreendimento da própria ascensão espiritual.
 

pelo Espírito Joanna de Ângelis- Do livro "optimismo", com psicografia de Divaldo P. Franco.

Clique aqui para ler mais:
http://www.forumespirita.net/
 
 
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domingo, 27 de outubro de 2013

Compaixão

 
Compaixão


Compaixão é a vibração mental a envolver aquele que sofre, em fraternal sentimento de solidariedade. A compaixão, a piedade, a benevolência são sentimentos que se destacam em pessoas que possuem nobreza de caráter e elevação moral, caracterizando o Homem de Bem, ou seja, aquele que procura praticar em sua vida diária as leis de Deus - de Justiça, Amor e Caridade.

A piedade e a compaixão são sentimentos que auxiliam no progresso do ser, na medida em que se sobrepõem ao egoísmo e ao orgulho, dispondo o indivíduo à humildade e ao amor ao próximo. Nunca se devem abafar no coração essas emoções celestes, afastando-se dos aflitos porque suas misérias perturbam a existência alegre, pois o temor que se deve ter é de ser indiferente, quando é possível ser útil e fraterno.

Compreendendo que a dor possui um significado, que ela não acontece por acaso, aquele que é solidário sente no seu íntimo o desejo real de ajudar, tentando minorar o sofrimento e procurando contribuir para que fatores que o desencadeiam sejam afastados. Assim o objetivo da compaixão é participar do sofrimento do próximo de maneira positiva, envolvendo-o em ondas de ternura e afeto, ajudando-o a diminuir suas angústias e aflições.

Porém, a compaixão mal direcionada pode tornar-se negativa, pois se a dor for interpretada como um padecimento injusto, as vibrações mentais conduzem à revolta em vez da solidariedade, à mágoa ao invés da bondade, transformando-se em lamentações, afligindo aquele que está sob processo restaurador.

A mensagem da compaixão deve ter um conteúdo dinâmico, oferecendo forças ao desfalecente, segurança ao abatido, resistência ao fraco, afeto ao abandonado, coragem ao enfermo e irrestrita confiança em Deus.

Quando a luz da compaixão acende no coração do ser humano, o frio da indiferença cede-lhe lugar. O indivíduo que ama participa dos acontecimentos à sua volta, irmanando-se com todos e, quanto mais se doa, mais multiplica os bons sentimentos, porquanto o amor é o único tesouro que cresce na razão direta em que é distribuído. Quando desabrocha o sentimento da compaixão no ser humano e se exterioriza, a sociedade se eleva e se engrandece, tornando-se mais bela e ideal.





"Seara Espírita", informativo do Grupo Espírita Seara do Mestre, por Lilian Lucas.

 
 
 
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Um Amor Sem Fim

Um amor sem fim!    Ismael de Almeida  Tu chegastes na  minha vida com os primeiros raio de sol do amanhecer, e docemente penetrastes no santuário do meu mundo interno, trazendo perfumes de rosas, que rescendeu na minha alma, como aroma de ternura, um pedacinho de céu azul.  E de mãos dadas alçamos vôo para a imensidão dos abismos siderais. Percorremos as veredas celestiais que já foram palmilhadas pelos "deuses". Vimos esferas rolando pelos espaços em louca disparada. Mundos e mundos, esferas e esferas, e todas traziam rostos humanos, habitações de humanidades.  Em vertiginosa velocidade, como bólidos de fogo, deixávamos risco de luz, na trajetória de nossa exploração celeste como vetor de fogo, que singra o espaço-tempo.  E nos unimos num só ser, nossos corações, se fundiram num só coração. Sístoles e diástoles, num só batimento, um só pulsar, o mesmo fluxo, mesma vida que anima nossos organismos em uma só vibração em uma única unidade. Nossos pulmões se fundiram e concretizou a síntese numa só respiração, a integração se consumou como almas gêmeas que se buscam, e se amam.  Constelações e constelações surgiam à nossa frente e em segundos desapareciam na tela do infinito, como se fossem lançadas, por um duende que se divertia, brincando com as esferas que rolavam pela imensidão dos abismos siderais.  E cada esfera era um rosto humano, e cada rosto uma explosão de amor! E todo o cosmos era um imenso coração onde o amor de Deus, vibrava com infinita ternura, em uma doce canção que ressoava em acordes, de belezas, paz e vida palpitante, sustentando sonhos e anseios, na busca incessante do eterno amor!  E tudo é Deus! Eternamente sem começo nem fim, um sonho que povoa o grande coração do universo o GRANDE coração cósmico que atrai para si, todos os corações de tudo que respira, desde o átomo ao maior dos LOGOS.  E volvemos a Terra, depois de uma exploração cósmica que ficou gravada em nossos corações com fogo elétrico, indissolúvel, e sempre um povoador de sonhos, uma nascente de amor, um forjador de vida que anseia a busca do infinito, onde mistérios se escondem para serem revelados às almas que amam, e buscam no amor, a concretização dos desígnios de Deus.    VIDA que foi inserida em todo coração pelo Grande Coração de  DEUS .  Todo o cosmos foi criado pelo ABSOLUTO, para as almas, que são pedacinhos do seu Grande Coração, amor do seu amor, vida da sua vida.  As ALMAS são a razão de ser do Criador, e tudo que existe, ou existirá é o amor de Deus, para as amadas de seu coração.  Deus criou o CÓSMOS para as almas, e o mantém vivo e vibrante, para que o seu AMOR busque de volta ao seu coração, às almas que são sua própria razão de ser e existir, neste fluxo de amor sem fim!  Paz e Luz!
Um amor sem fim!

Ismael de Almeida
Tu chegastes na minha vida com os primeiros raio de sol do amanhecer, e docemente penetrastes no santuário do meu mundo interno, trazendo perfumes de rosas, que rescendeu na minha alma, como aroma de ternura, um pedacinho de céu azul.
E de mãos dadas alçamos vôo para a imensidão dos abismos siderais. Percorremos as veredas celestiais que já foram palmilhadas pelos "deuses". Vimos esferas rolando pelos espaços em louca disparada. Mundos e mundos, esferas e esferas, e todas traziam rostos humanos, habitações de humanidades....

Em vertiginosa velocidade, como bólidos de fogo, deixávamos risco de luz, na trajetória de nossa exploração celeste como vetor de fogo, que singra o espaço-tempo.
E nos unimos num só ser, nossos corações, se fundiram num só coração. Sístoles e diástoles, num só batimento, um só pulsar, o mesmo fluxo, mesma vida que anima nossos organismos em uma só vibração em uma única unidade. Nossos pulmões se fundiram e concretizou a síntese numa só respiração, a integração se consumou como almas gêmeas que se buscam, e se amam.
Constelações e constelações surgiam à nossa frente e em segundos desapareciam na tela do infinito, como se fossem lançadas, por um duende que se divertia, brincando com as esferas que rolavam pela imensidão dos abismos siderais.
E cada esfera era um rosto humano, e cada rosto uma explosão de amor! E todo o cosmos era um imenso coração onde o amor de Deus, vibrava com infinita ternura, em uma doce canção que ressoava em acordes, de belezas, paz e vida palpitante, sustentando sonhos e anseios, na busca incessante do eterno amor!
E tudo é Deus! Eternamente sem começo nem fim, um sonho que povoa o grande coração do universo o GRANDE coração cósmico que atrai para si, todos os corações de tudo que respira, desde o átomo ao maior dos LOGOS.
E volvemos a Terra, depois de uma exploração cósmica que ficou gravada em nossos corações com fogo elétrico, indissolúvel, e sempre um povoador de sonhos, uma nascente de amor, um forjador de vida que anseia a busca do infinito, onde mistérios se escondem para serem revelados às almas que amam, e buscam no amor, a concretização dos desígnios de Deus.
VIDA que foi inserida em todo coração pelo Grande Coração de DEUS .
Todo o cosmos foi criado pelo ABSOLUTO, para as almas, que são pedacinhos do seu Grande Coração, amor do seu amor, vida da sua vida.
As ALMAS são a razão de ser do Criador, e tudo que existe, ou existirá é o amor de Deus, para as amadas de seu coração.
Deus criou o CÓSMOS para as almas, e o mantém vivo e vibrante, para que o seu AMOR busque de volta ao seu coração, às almas que são sua própria razão de ser e existir, neste fluxo de amor sem fim!
Paz e Luz!

 
 
O amor que remove montanhas,
o amor que inspira a todos a desejarem um mundo melhor,
o ser humano que ama a todos como a si mesmo,
e que deseja apenas ser  . . . ser luz  e finalmente
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