Meu Filho você é muito importante para nós!!!




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domingo, 17 de março de 2013

MORTE DE ENTE QUERIDO : A DOR DE AMBOS


 
 
MORTE DE ENTE QUERIDO : A DOR DE AMBOS

"Não, o coração que amou de fato jamais esquece. Mas, continua amando até o fim. Como o girassol volta para o seu Deus, quando ele se põe, o mesmo olhar que lhe dirigiu quando ele nasceu ", Thomas Moore

Uma das maiores dores que podem atingir a um coração na Terra é a separação de pessoas que se amam. É humano sofrer com a morte física de alguém. É necessário, no entanto, que não se faça do fim natural a que chega a vida física, um palco de revolta contra Deus. A vida física tem seu início, meio e fim. Término esse que todos sabem que um dia chegará. Por que não se preparar? Não a esperando para qualquer momento, mas se conscientizando de que nada na vida lhes pertence, posto que "são depositários e não proprietários".

Apegam-se às pessoas, tornando-se delas donas, razão pela qual chega a revolta da separação. Como alguém que é meu me pode ser tirado, sem o meu consentimento?

A saudade fará com que suas lágrimas caiam para sempre, diminuindo com o tempo, mas estarão sempre em sua face. Mas, creia, o dia do reencontro chegará. Aguarde com confiança e sem qualquer precipitação. Não chantageie a vida se entregando à autodestruição, isto só o levará a se afastar mais e mais das vibrações de refazimento e reequilíbrio.

Não retenha quem se foi além do necessário para que tenha boas recordações. Desfaça-se dos excessos de correntes que podem aprisionar o seu amor ao seu lado. A vida dele prosseguirá em outras paragens, não mais na que você se encontra. Não o chame para ajudá-lo diante das suas dificuldades de vida. Elas são suas.

Deus não é cruel. Jamais o faria reencontrar ou encontrar um amor para depois o lançar fora de sua vida, eternamente. Seu sofrimento não é o maior do mundo, portanto não agrida a quuem quer que seja com a justificativa de que o seu coração está de luto.

Alguém partiu, não faça com que os outros partam também, afastando-se de sua co
mpahia. Ore, pedindo pela paz do que se foi, lembrando-se que ele também sofre a saudade da separação. Mas em suas preces nuunca se esqueça de dizer: "Vá adiante amor, aqui ficaremos bem e, quando Deus assim quiser, nós nos veremos..."

Assinado : Carlos Murion
Local: "Centro Espírita Cavaleiros da Luz" - Salvador (BA)
 
Médium : José Medrado (do livro "Construção Interior", Ed. Mundo Maior) 
 
 
 
fonte: Partida e Chegada

 

O amor que remove montanhas,
o amor que inspira a todos a desejarem um mundo melhor,
o ser humano que ama a todos como a si mesmo,
e que deseja apenas ser  . . . ser luz  e finalmente
 encontrar  o Reino de Deus
em seu coração !!!
 
Irene Ibelli 
Empreendedora Digital, Humanista e Espiritualista
Eleita Cidadã Planetária Pelo Projeto
Vôo da Águia

A Morte de um filho é Gravidez ao Contrário

 
Bruno e o filho Gabriel
 
A morte de um filho
é uma gravidez às avessas
volta pra dentro da gente
para uma gestação eterna

aninha-se aos poucos
buscando um espaço
por isso dói o corpo
por isso, o cansaço

E como numa gestação ao contrário
a dor do parto é a da partida
de volta ao corpo pra acolhida
reviravolta na sua vida

E já começa te chutando, tirando o sono
mexendo os órgãos, lembrando ao dono
que está presente, te bagunçando o pensamento
te vazando de lágrimas e disparando o coração,

A morte de um filho é essa gravidez ao contrário
mas com o tempo, vai desinchando
até se transformar numa semente de amor
e que nunca mais sairá de dentro de ti.

* * *

Este texto foi lido por Bruno Gouveia, vocalista da banda Biquini Cavadão, na missa de sétimo dia realizada no dia 24/06/2011, na "Igreja Nossa Senhora da Paz", no Rio de Janeiro. Nesta igreja, duas semanas antes, o cantor esteve com o filho Gabriel Kfuri, morto em um acidente de helicóptero, juntamente com sua mãe, Fernanda Kfuri. Bruno, então, lhe apresentava a "casa do papai do céu". "Eu lhe expliquei que o papai do céu tinha muitas casas como esta para convidar todos a visitar e ver como o céu é bonito, já que a gente não consegue ir lá. Ele me disse que não queria ir pro céu. Então eu ri e lhe disse que um dia Ele nos chamaria, mas que ainda não era hora disso acontecer", disse.

Bruno Gouveia ainda relatou seu estado de espírito, antes de ler o poema acima. "Estranha paz esta que me invade. Muitos pais vêm chorar comigo, pois sentem a dor daquilo que mais temem. A perda de um filho. Eu lhes digo. Espero que nunca saibam e sintam o que eu, Dario e Zé Luca estamos vivendo. Esta semana, em meio a uma tarde triste em que o vazio me abateu por não ter mais quem buscar na creche, escrevi este texto. Algo que me doeu botar para fora, ou para dentro de mim, mas que sintetiza tudo que sinto e renova minha esperança por dias melhores".

Veja mais no blog que Bruno fez para seu filho:
Entre Mim e Você

 

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Irene Ibelli 
Empreendedora Digital, Humanista e Espiritualista
Eleita Cidadã Planetária Pelo Projeto
Vôo da Águia

Enfrentando uma Grande Perda



Enfrentando uma Grande Perda
 
Muitas situações na vida nos trazem a sensação de um mal irreparável. As situações mais dolorosas referem-se à perda de um ente querido. As pessoas ficam com a sensação de terem sido roubadas em algo a que tinham direito. Passam por um processo doloroso que envolve sofrimento, medo, revolta, raiva, culpa, depressão, isolamento, desinteresse pelas atividades costumeiras ou excesso de atividades (fuga); apresentam sintomas físicos e psicológicos de estresse, podendo até vir a adoecer.O tempo requerido para o "luto" (fase de maior sofrimento) e a maneira de vivê-lo depende muito das circunstâncias da perda, o significado desta para a pessoa, seu modo particular de lidar com situações de crise, apoio disponível no seu meio familiar e social, como a comunidade onde vive encara esta perda, suas próprias crenças e outros aspectos. A recuperação de uma perda significativa leva de alguns meses a dois anos e, mesmo aí, alguns aspectos podem continuar não muito bem resolvidos. Mas, além da tristeza, as situações dolorosas podem fazer com que descubramos em nós mesmos forças antes desconhecidas, faz com que repensemos nossas vidas e nossos valores, passando a perceber o que realmente é importante e o que é supérfluo, e podem nos transformar em pessoas mais ricas espiritual e emocionalmente.Apesar das pessoas sentirem e reagirem diferentemente, existem pontos em comum nas situações de perda, quando geralmente passam por fases semelhantes. Quando descobrem que estão com uma doença grave ou isto acontece com uma pessoa muito próxima, a morte inesperada de alguém que amam, ou com quase todos os outros tipos de perda, primeiro passam pelo estágio de choque e negação, não querendo acreditar na realidade. Depois vem a fase da raiva, revolta (contra tudo, todos e até contra Deus) e muita mágoa. Mais tarde passam a negociar com Deus e com a vida, tentando fazer trocas e promessas; depois ficam deprimidos, perguntando-se "por que eu?", "por que ele (ou ela)?" ou "por que comigo (ou conosco)?" A seguir a tendência é retraírem-se por algum tempo, afastando-se dos outros, enquanto buscam alcançar um estado de entendimento, paz, de aceitar aquilo que não pode ser mudado. (E. Kubler-Ross).
Muitos param em determinada fase e não vão adiante na superação da perda que já aconteceu ou, no caso de doença, irá ocorrer; alguns pulam de uma fase para outra, podendo retornar a fases anteriores; outros caminham para a superação. Isto vai depender muito do suporte que recebem do meio, dos amigos, de terapeutas ou orientadores; do entendimento que têm sobre a vida e sua finalidade, de suas crenças filosóficas e/ ou religiosas e outros aspectos.

 Seguem-se algumas sugestões que podem ajudar nesta fase difícil:

1 - Fale sobre sua perda e sua dor.
Nos primeiros meses muitos têm esta necessidade, deixe que os outros saibam que este assunto não deve ser evitado e que lhe faz bem falar sobre isto, abrir-se com alguém de confiança, ajuda no entendimento e na aceitação. Quando os amigos entendem o processo, percebem que ouvindo e compartilhando o sofrimento, estão ajudando; e você vai se sentir melhor desabafando. Entretanto, em algumas situações, ou com algumas pessoas, quando não quiser falar sobre o assunto, também diga isto claramente.
2 - Enfrente o sentimento de culpa.
Quando se perde alguém importante é difícil sentir que se fez o bastante. Discutir este sentimento com alguém compreensivo e de confiança vai ajudar a distinguir a culpa real e irreal e, aos poucos, esta começa a diminuir. Não pode se sentir responsável por não prever os acontecimentos, ou culpa como se tivesse tido a intenção de prejudicar alguém. Além do mais, temos que aceitar a realidade de que ninguém é perfeito, fazemos o possível de acordo com nossa capacidade.
3 - Trabalhe os sentimentos de raiva e revolta.
Estes sentimentos existem em face de uma grande perda; é importante percebê-los e expressar os sentimentos de raiva e amargura. Não adianta negá-los ou envergonhar-se deles, são normais e irão desaparecendo com o tempo e a aceitação do fato.
4 - Idealização.
Há uma fase em que a pessoa pensa em suas falhas como pai, mãe, filho, cônjuge, irmão, namorado ou amigo... e vê a pessoa que se foi como um ser perfeito. Com o tempo, começará a vê-la como um ser humano real, com suas qualidades e defeitos, assim como todos nós.
5 - Não se isole.
Mesmo que não se sinta à vontade para compartilhar seu sofrimento e prefira ficar sozinho, precisa buscar a companhia de outras pessoas. Amigos e familiares que o estimem podem ajudar muito. Não se esqueça que não está só; muitos o estimam, querem lhe dar amor e conforto, assim como precisam do seu amor e atenção. Isto consola, renova suas forças e ajuda na construção de novos objetivos e, com o tempo, a recuperar a alegria de viver. Estas pessoas podem fazer muito por você e você por elas.
6 - Mudança de valores.
Diante da morte ou de uma grande perda, a pessoa tende a repensar seus valores, a reavaliar seus objetivos de vida; deixar de lado coisas que anteriormente valorizava e que agora percebe que são insignificantes e/ou fúteis, e a valorizar aspectos que percebe serem realmente mais importantes. Muitas vezes implementa mudanças positivas na sua maneira de ser e de viver, tornando-se menos preocupada com o ter e mais com o SER, evoluindo moral, emocional e Espiritualmente.
 7 - "Nunca mais serei o mesmo"...
É freqüente haver um grande sofrimento neste pensamento que pode ser real, mas isto não significa que nunca mais possa ser feliz. Embora esta idéia possa parecer inaceitável no período do sofrimento, as transformações podem nos enriquecer. Geralmente é isto que acontece, quando a pessoa aceita trabalhar e superar a fase de mágoa e revolta, decidindo que pode e deve viver o melhor possível.
8 - Evite decisões importantes ou grandes mudanças.
O primeiro ano após a perda, geralmente não é um período adequado para tomar decisões importantes ou fazer grandes mudanças, a menos que as circunstâncias o exijam. Uma pessoa amargurada tem a capacidade de julgamento diminuída. Se algumas mudanças forem necessárias e inadiáveis, peça a ajuda de alguém competente e não envolvido emocionalmente com os problemas.
9 - Reserve períodos e local para lembranças.
Não fique o tempo todo pensando e vendo objetos da pessoa que se foi. Coloque alguns pertences dela numa caixa ou armário, não os deixe espalhados. Tente reservar algum período específico do dia (no início), da semana ou do mês, para pensar na pessoa e no seu luto, quando também poderá rever os objetos. Evite fazer isto o resto do tempo, pois nada de bom e útil se consegue com a tristeza contínua. Para algumas pessoas isto não é fácil de conseguir, mas é necessário à sobrevivência e recuperação.
10 - Prevendo dias e datas difíceis.
 É útil saber que vai sentir-se mais triste, solitário e infeliz em certos dias e datas do que em outros, isto mesmo após já ter-se passado algum tempo e com a vida mais estabilizada. Estes dias especiais geralmente envolvem datas de aniversário, Natal, passagem de ano, Páscoa e outros, onde a falta da pessoa se faz mais presente. Planeje passá-los com amigos ou familiares, pois é provável que fique mais triste, choroso e deprimido que em outras ocasiões. Não se isole, é bom que esteja em companhia de pessoas que o estimem.
11 - A crença de que a vida transcende nossa estada na terra e num Ser Superior.
Desde a antigüidade, a maioria dos povos de todas as regiões do globo, com culturas e religiões diferentes, acredita na imortalidade da alma ou espírito e na existência de um Deus ou "Algo Superior". Isto é quase que uma intuição que trazemos desde o nascimento. Um Ser com Amor Incondicional e Sabedoria, perfeito e justo, não castiga as pessoas, mas sempre quer o seu bem, sua evolução, mesmo que muitos de nós ainda não tenhamos a capacidade para entender o porquê de muitos acontecimentos. Hoje, mais do que nunca, temos tido provas da imortalidade do espírito e de que tudo na vida tem um propósito positivo, que nada acontece por acaso. Mesmo que não sejamos religiosos, esta crença traz consolo. Pensar que a pessoa não acabou, mas apenas deixou seu corpo e transferiu-se para um tipo de vida diferente, em outro plano, faz com que as pessoas sintam-se melhor diante da perda; e significará que a separação é temporária, não definitiva.
12 - Culpa por sentir-se bem.
É comum as pessoas não se permitirem alegria após uma grande perda, não aceitando convites de amigos, ou evitando atividades agradáveis. Não lute para continuar sendo ou parecendo infeliz. Perceba que sentir-se contente, ter novos objetivos, não é deslealdade nem significa que não ama ou está esquecendo o ente querido. Conseguir prazer em algo significa que está trazendo um pouco de alívio ao seu sofrimento; retomando ou recomeçando a construir sua vida. Além disso, se a pessoa que se foi o estima, com certeza gostaria de vê-lo bem e não sofrendo, preferiria vê-lo contente e isto lhe daria mais tranqüilidade. Procure investir em seu bem estar, engajando-se em atividades produtivas e que lhe são agradáveis, e poderá tornar sua vida melhor ainda do que antes, se aprendeu algo com o acontecido, se cresceu com o sofrimento e compreensão do que é realmente mais importante na vida.
 13 - Reajuste-se à vida e ao trabalho.
Tirar alguns dias ou semanas para reequilibrar-se e, depois, uma folga ocasional, quando necessário, é perfeitamente normal. Mas as atividades devem ser retomadas assim que for possível, pois são importantes no processo de recuperação. Seja paciente consigo mesmo, porque nos primeiros meses sua capacidade física e mental podem não ser as mesmas. Deve diminuir sua carga horária ou o número de atividades, se sentir que é excessiva; mas a inatividade prolongada faz as pessoas repetirem ou prolongarem a fase depressiva sem nenhum benefício. Com o tempo poderá também perceber que é importante utilizar um pouco da sua energia em uma atividade que possa ajudar outras pessoas e/ou instituições, saindo um pouco de seu pequeno mundo e percebendo a importância e bem estar que traz ajudar ao próximo, de conseguir tornar outros um pouco mais felizes e menos carentes física e psicologicamente.
14 - Liberte-se de expectativas irreais.
Acreditar que a vida deveria ser diferente, não envolvendo escolhas dolorosas, sofrimentos e perdas é irreal e só traz revolta, o que só prejudica. Tornando nossas expectativas quanto a nós mesmos, aos outros e à vida mais realistas, fica mais difícil nos frustrarmos e mais fácil nos adaptarmos. Ninguém passa por situações que não mereça por puro acaso; nem enfrenta uma carga maior do que a que tenha capacidade para carregar. Saber que não vivemos num mundo desorganizado pois existem leis universais, que "nada acontece por acaso" e tudo tem uma razão de ser justa e produtiva, nos leva a encarar os acontecimentos (com relação a nós e aos outros envolvidos), mesmo os mais difíceis, como oportunidades de aprendizagem e crescimento.
15 - Integrando a perda.
As pessoas não "têm" que ser "vítimas", qualquer que seja a perda, por pior que tenha sido. Situações de muito sofrimento podem ser transformadas em aprendizado. É preciso deixar de lado as perguntas centradas no passado (que é imutável) e no sofrimento ("Por que isso aconteceu comigo"?) e começar a fazer perguntas que abrem as portas para o futuro: "Agora que isto aconteceu o que posso e devo fazer? O que posso aprender com isto? O que posso fazer para Ser e sentir-me melhor?". Geralmente quando chegamos na fase da aceitação, atingimos a compreensão e crescemos com a experiência, a dor se vai. Fica a saudade de uma pessoa com a qual convivemos e que nos proporcionou bons momentos e ensinamentos, tanto com suas qualidades, como com seus defeitos; com a qual compartilhamos uma parte de nossa vida. Só se tem saudade de algo que foi bom ou nos trouxe algo de positivo. Deve ser mais triste não ter de quem sentir saudade, seja de uma pessoa deste ou de outro plano.
16 - Pesar excessivamente longo.
Quando um sofrimento excessivo consome alguém por mais de um ano, geralmente o problema principal não é a perda em si, mas algum outro aspecto que precisa ser entendido. Muitas vezes isto ocorre quando havia uma dependência excessiva em relação à pessoa que se foi, quando a culpa por algum motivo é um componente muito forte na situação, problemas emocionais pessoais ativados ou reforçados pela perda ou outras razões significativas. Amigos, conselheiros ou um psicólogo podem ser necessários neste caso.
17 - Procure ajuda profissional, se necessário.
A maioria dos que procuram ajuda de psicoterapeuta não são doentes mentais, são pessoas comuns enfrentando problemas, passando por uma crise e muitas delas sofrendo uma perda. Um profissional da área é alguém com quem você pode dividir seu sofrimento, sua revolta, seu medo, suas lembranças dolorosas, sua culpa e seus conflitos; que pode compreendê-lo e ajudá-lo. As sessões de terapia podem ajudá-lo também a tomar decisões práticas que o farão sentir-se melhor. Você pode precisar de apenas algumas sessões, muitos meses para superar a fase mais difícil, ou mais tempo; tudo vai depender do significado individual da perda, da maneira como reage às crises e à terapia. No início do pesar, uma das formas mais comuns de manifestar o sofrimento é resistir a crescer com ele. A vida pode ser prejudicada ou fortalecida por uma perda. Ninguém permanece o mesmo. Cada situação é única e só a própria pessoa pode buscar e encontrar respostas relativas ao "outro eu" e à outra vida que vão emergir.
Cada pessoa decide se vai ou não crescer com essa experiência dolorosa, e quando.

Maria José Gomes da Silva Nery, Psicóloga Clínica - Campinas (SP)
E-mail: majonery@yahoo.com.br

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

ACELERAÇÃO DO TEMPO

Aceleração do tempo na terra  

Olá companheiros, em meio a tantas confusões ocorrendo em nosso planeta, iremos trazer em questão hoje um assunto que acredito que muitos já tenham percebido, mas nem sempre procuraram saber se é real ou ilusão, falaremos sobre a aceleração do tempo em nosso mundo.
 

Você já deve ter percebido que o tempo voa, começa a semana e num piscar de olhos já é sábado e domingo. Ou senão durante o ano também, o ano começa e logo já estamos em seus meados e assim indo para o final dele. Mostraremos explicações científicas e explicações relacionadas ao espiritismo sobre este tema.




E primeiro mostraremos a explicação científica sobre esse tema. Em 1952 o físico alemão W.O. Schuman concluiu que a terra é cercada por um campo eletromagnético que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera que se encontra a 100 km acima de nós. O campo possui uma ressonância de mais ou menos 7,83 pulsações por segundo. É uma espécie de marca passo que se responsabiliza pelo equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as formas de vida. Todos os vertebrados e o nosso cérebro têm essa mesma frequência, 7,38 hertz. Por volta dos anos 80 e mais acentuado a partir dos anos 90, essa frequência passou de 7,38 para 11 e para 13 hertz por segundo. Portanto, devido a essa aceleração, o nosso dia de 24 horas está sendo somente de 16 horas, 13 horas e 12 minutos, 14 horas e 30 minutos (Isso vareia da fonte de pesquisa).




A explicação que temos de acordo com o espiritismo é: Nosso planeta passa por um momento de transição planetária, ou seja, deixara de ser um mundo de provas e expiações e passará a ser um mundo de regeneração. E devido a isto, passaremos da 3º dimensão para a 4º dimensão, pois nesta o número de horas será menor. Então já começamos a sentir essa mudança para irmos nos adaptando e para aqueles que permanecerem a pós a transição já estarem aptos a esse novo tempo. Também de acordo com mensagens trazidas do mundo espiritual, a redução de tempo deve-se ao fato de termos efeitos imediatos sobre as ações que temos, por exemplo, todos os atos imorais e que não são íntegros que cometermos, terão efeitos contra nós imediatamente, ao invés de ter efeito após dias, meses ou anos, terão efitos em horas ou até minutos. Vocês já devem ter reparado que às vezes alguém os faz algo e em seguida alguma coisa acontece com ela, uma espécie de "lição". Uma carta canalizada através de Carlos Torres nos explica um pouco melhor isso:




Mensagem recebida dia 15 de fevereiro de 2011. ás 2.43 hrs
Queridos.
É perceptível e claro como estão sentindo a aceleração do tempo ai na Terra.
Isso é plausível já que estão adentrando para um novo modelo de vida. Uma nova forma de viver as suas vidas e lidar com os vossos egos inferiores.
Sabem quanto isso é necessário para atravessar de uma vez por todas as linhas invisíveis do esclarecimento mutuo.
Não há alternativa a não ser a do esclarecimento rápido e preciso.
Dizemos isso com foco direto sobre a lei das causas e efeitos.
Há uma legião aqui em trabalho de esclarecimento. Ainda muito dificultoso sim, devido às grossas cascas que ainda protegem as suas consciências.
Mas não há como impedir a força da luz e da verdade. Em breve ela chegará arrebatadora para trazer a mansa luz para as vossas mentes ainda obscurecidas pelo medo e pela mentira.
O mundo físico é um mundo repleto de ilusões e o medo é a maior de todas as ilusões.
Se até mesmo a morte que é a mãe de todos os medos não existe, por qual motivo então teriam de dar tanto valor aos outros pequenos infortúnios terrenos?
Todos eles são meros tentáculos do medo original, o medo da morte.
Não tenham medo da morte. Pois só a vida é que existe.
Parem e vejam como não há motivos reais para temerem, somente para amarem.
O tempo acelerará para terem a possibilidade de avançar a patamares evolutivos superiores que já estão se posicionando diante de vocês.
A aceleração do tempo vem de encontro com a aceleração dos processos de causa e efeito. A grande Lei do Carma. A lei que limpa, que regenera, que esclarece e eleva.
O que fizerem a partir de hoje terá seus efeitos praticamente imediatos. Verão isso com seus próprios olhos. Em tempos passados, para se observar uma reação de uma ação ou uma escolha era preciso esperar semanas ou até meses. Ás vezes uma vida inteira. Tudo muito lento.
Daqui em diante as reações serão imediatas, demorarão apenas alguns minutos.
Por isso não haverá mais espaço para as mentiras, as enganações, as auto corrupções e as omissões. Fontes de sofrimento e escuridão.
Sabem que do estamos falando, não é?
De despertar de consciência. De lucidez.
Se quiserem ir adiante terão de conhecer e compartilhar a lei da ética consigo mesmos, pois ética significa amor.
Em momento de esclarecimento e gratidão.
O Povo Azul.
(Canalizado por Carlos Torres)


Não reparamos essa aceleração nos relógios, devido ao fato de: Relógios mecânicos tem relações com velocidade de rotação da terra, mas a gravidade diminuirá reduzindo o peso do balanço aumentando sua velocidade, ou seja uma coisa compensa a outra. Nos relógios eletrônicos ou atômicos possuem susceptíveis de alteração com aceleração das partículas atômicas. O que também nos mostra a hora normalmente, mas o que mostra que o tempo está acelerado é o descompasso de nossas atividades com o tempo disponível, pois parece que ele está voando. Começa o dia e logo já estamos no seu fim.
 
Espero que essas explicações tenham dado alguma luz a todos, em nossa opinião o tempo está voando mesmo, há tempos estamos percebendo isso, mas será para um bem maior. Que Deus abençoe a todos! Deixem comentários!
 
Por: Leon e Ana Clara

fonte:
http://blogacimadenos.blogspot.com.br/2012/07/aceleracao-do-tempo-na-terra.html
 
 

 

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Irene Ibelli 
Empreendedora Digital, Humanista e Espiritualista
Eleita Cidadã Planetária Pelo Projeto
Vôo da Águia
 


 

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

MENSAGEM DE ERICK IBELLI

Um anjo chamado Erick passou em minha vida!!!
 

7133 – MENSAGEM DE ERICK IBELLI
Querida mãezinha, já faz bastante tempo que deixei o corpo físico mas para mim, é como tivesse acontecido ontem.
Estou muito feliz em poder me comunicar com a senhora,  mas fico um pouco triste em ver, vez ou outra, lágrimas descerem em seus rostos.
 
Não pode ser dessa forma.
 
Digo a você que a vida não acaba com a morte do corpo físico, ela continua de uma forma bem mais leve.
 
Vou ser breve, só lhe digo que estou longe de ser um santo pois o que me aconteceu de uma forma dolorosa, para mim, foi só o começo de uma longa caminhada de quitação de débitos.
 
Agradeço a você toda a paciência que teve comigo e todo amor que a mim você direcionou.
 
Lembre-se de que a alegria deve ser em você uma constante.
Fiquem na paz de Deus e até um dia.
 
Um abraço, Erick.


um abraço fraterno

Magali
http://www.pingosdeluz.com.br/index.asp
 
Pingos de Luz está no Facebook colocando as atualizações do site. 

TODOS OS PEDIDOS DE PSICOGRAFIA SÃO IMPORTANTES. 
SOMOS UM GRUPO DE AMIGOS VIRTUAIS QUE SE UNIU PARA FAZER ESSE TRABALHO DE ORIENTAÇÃO E CONHECIMENTO.
 
AS PSICOGRAFIAS SÃO FEITAS EM MANAUS POR UM GRUPO DE MÉDIUNS.
SILENE E MAGALI APENAS SÃO INTERMEDIÁRIAS QUE ENCAMINHAM AS ORIENTAÇÕES DA ESPIRITUALIDADE.
OS PEDIDOS DE PSICOGRAFIAS ESTÃO SUSPENSOS TEMPORARIAMENTE PARA REORGANIZAÇÃO DO SITE.  
POR FAVOR AGUARDE ATÉ A REABERTURA.
-------------------------------------------

A PRECE DIÁRIA PARA O DESENCARNADO É UM BÁLSAMO PARA SEU RESTABELECIMENTO.

Leia o livro "NOSSO LAR" para melhor entender sobre a espiritualidade e psicografias
 
Nesse link no site tem o link para baixar para seu computador
 



 

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domingo, 3 de fevereiro de 2013

MORTES COLETIVAS


 
(imagem filme Nosso Lar)

MORTES COLETIVAS
 
artigo retirado do facebook página: Mãe maria de Nazaré.

 ☆ ¸.•´¯`•.¸☆..•.✿.☆

As mortes coletivas acontecem por fenômenos cármicos, decorrência natural da lei de causalidade. Aqueles que coletivamente feriram, magoaram, agrediram, desrespeitaram, as leis de uma ou de outra forma, encontram-se nas sucessivas jornadas da reencarnação para coletivamente resgatarem os crimes perpetuados.

Quantas vezes, uma lei arbitrária é atirada contra um povo, ou contra um grupo social, político, religioso, racial, fundamentado em preconceitos e injustiças, e essa lei que é firmada para alguém, foi elaborada por assessores, foi transmitida por grupos que tinham interesses subalternos e que depois de firmada vai explorar muitas vidas e afligi-las.

Quantas vezes, em cumplicidade, grupos se reúnem, para caluniar, para denunciar, para infelicitar, para dividir, para esmagar, e como conseqüência, ficam em débito com a consciência cósmica.

Através das sucessivas experiências, mesmo que venham realizar novas jornadas, reencontram-se pela lei de afinidade para resgatar aqueles crimes, aqueles terríveis delitos por intermédio dos fenômenos naturais: maremotos, terremotos, tragédias como acidentes coletivos, epidemias, pestes, ou através de guerras. A história nos fala que periodicamente no passado ocorreram terríveis massacres.

Mas, os que se dedicaram ao Bem, à caridade, ao amor ao próximo, podem mudar seu carma. Estes, são aqueles que, escaparam "por sorte", ou melhor, por mérito, do resgate coletivo.
 Ex.: "Eu não morri no incêndio do prédio em que trabalhava porque perdi a hora. Isto nunca me aconteceu. Mas este atraso salvou-me a vida."
_____________________________________

 É Bom Lembrar...

A visão espírita não deve, de modo algum tentar interferir na perícia e no trabalho daqueles que são especializados em descobrir as causas físicas de acidentes e tragédias. Respeitamos reciprocamente a todos os especialistas técnicos, expomos aqui um estudo baseado na Doutrina Espírita. Digamos então, que a causa espiritual desta tragédia foi resultado de algo do passado e que esses espíritos tiveram que se encontrar em determinado lugar para aparar as arestas que deixaram para trás.
Pedimos muita paz e ajuda espiritual a todos os que se foram, e pedimos também pelos que aqui ficaram e com certeza sentindo muita saudade dos que partiram.
Uma boa ilustração do trabalho de socorro espiritual às vítimas de diversas tragédias coletivas está no Filme Nosso Lar, quando o Ministro da cidade astral recebe uma notícia por espíritos de ca
madas superiores, de que uma transição muito intensa de espíritos iria ocorrer, pois o Planeta iria entrar numa guerra de alcance mundial - Segunda Guerra Mundial.
- No Programa Pinga Fogo da antiga e extinta TV Tupi, Chico Xavier comenta sobre as mortes coletivas. Para assistir o vídeo é só clicar no link abaixo:
 
 
COMENTÁRIO DO BLOG "UM ANJO CHAMADO ERICK IBELLI"
 
Acredito que todos nós sentimos muito o acontecido na boate Kiss, principalmente por envolver a partida e o sofrimento de tantos jovens.
Mas como na vida nada acontece por acaso, este fato, infelizmente, deve ser consequência da Lei de Causa e efeito. Lei esta que está vigorando já a algum tempo e que aos poucos está substituindo a Lei do Karma. Então temos mais responsabilidades diante da vida, isto é, na Lei do Karma situações mal resolvidas ficavam para outras encarnações, onde os envolvidos se reencontrariam para ficarem quites com a Lei, mas isso está mudando. Não precisamos mais nos encontrar com nossos desafetos em outras vidas, pois a energia criada volta para quem a praticou nesta encarnação, e se revidamos, nós é que teremos de volta esta energia de alguma maneira, seja de uma pessoa, da natureza ou do universo.
 Talvez assim o ser humano entenda que o que fazemos para os outros, estamos fazendo a nós mesmos!!!
Então faça para os outros o que gostaria que fizessem por você!!!
 
Irene Ibelli





 

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