quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
PSICOGRAFIA DO 'NÚCLEO DE INTEGRAÇÃO CÓSMICA JARDIM DE ÍSIS'
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
A SOLIDARIEDADE
Esta palavra ou esta virtude fica em clara evidência por ocasião do Natal. Muito natural, em face ao próprio clima natalino que domina a sociedade e motiva ações em favor do próximo. Embora ela esteja sempre presente nas ações humanas, muitas vezes de forma oculta ou anônima, é no Natal que mais há movimentações nesse sentido.
É que ela, a solidariedade, é filha do amor ou da caridade. A caridade pensa antes nos outros e vai ao encontro das necessidades do próximo. Inspirada pela presença do Cristo no planeta e desenvolvida por vários de seus missionários que vieram ao planeta, ela se contagia nos corações humanos por ocasião do Natal. É que nos deixamos, todos, envolver pela doce lembrança do Mestre da Humanidade, que nos pede, sim, aliviar as agruras humanas onde pudermos. Isso inclui a comida, o remédio, o brinquedo, a roupa, mas também a gentileza, o afeto, a paciência, a tolerância...
Melhor que incorporássemos todas essas virtudes no cotidiano de cada dia. Muito mais que as luzes externas do Natal, que enfeitam as casas e criam os apelos comerciais, o Natal significa a lembrança da perene mensagem de amor. Muito mais que presentes e eventos de alimentação, que nossas atitudes reflitam as luzes interiores que vamos adquirindo com a noção do dever que temos de espalhar e viver o amor em suas várias manifestações, especialmente aquelas que atenuem, aliviem, o ambiente onde vivemos, com quem vivemos.
Sim, movimentemos ações solidárias, integremos equipes, apoiemos iniciativas. Aqui na cidade, com em tantas outras, em instituições, há decisões e planejamentos diversos para que não falte alimento, roupa, lazer e nem carinho para quem se sente sozinho ou aflito por razões que nem sempre alcançaremos.
A conhecida frase SEJA SOLIDÁRIO PARA NÃO SER SOLITÁRIO é de grande expressão e devemos pensar nela. Quando nos estendemos as mãos mutuamente, nos tornamos ligados por laços indestrutíveis, onde se incluem a amizade, a gratidão e, claro, a consciência do dever.
Nesse momento difícil e desafiador da humanidade, com o império das drogas, da violência e da corrupção, ergamos a decisão de algo fazer, continuando a fazer, para levar felicidade a quem se sente solitário e aflito. Que as músicas comoventes do Natal nos sensibilizem para as ações no bem, da caridade, do amor.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
AMOR INSUPERÁVEL
| AMOR INSUPERÁVEL |
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| fonte: www.caminhosluz.com.br |
domingo, 18 de dezembro de 2011
Natal Solidário - Espalhem esta idéia!!!
A caridade é paciente; é branda e benfazeja; a caridade não é invejosa; não é temerária, nem precipitada; não se enche de orgulho; - não é desdenhosa; não cuida de seus interesses; não se agasta, nem se azeda com coisa alguma; não suspeita mal; não se rejubila com a injustiça, mas se rejubila com a verdade; tudo suporta, tudo crê, tudo espera, tudo sofre.
Agora, estas três virtudes: a fé, a esperança e a caridade permanecem; mas, dentre elas, a mais excelente é a caridade (S. PAULO, 1ª Epístola aos Coríntios, cap. XIII, vv. 1 a 7 e 13.)"
NO FINAL RECEBEREMOS SALÁRIO DO TRABALHADOR OU O SALÁRIO DA DESCULPA, OU DA PREGUIÇA???
Irene Ibelli
Crónica sobre a Solidariedade
Solidariedade... É uma palavra diferente.
É uma palavra que incomoda um pouco...
Incomoda porque embora seja difícil de pronunciar, é o seu verdadeiro significado que "faz mexer"...
Fundamenta-se em valores que não conseguimos quantificar por maior que seja o número em euros (ou a falta deles).
Mas o que é a Solidariedade?
O que é ser solidário?
Lanço-vos o desfio de lerem esta mensagem até ao fim. Apenas isso.
Ser Solidário, é acima de tudo, respeitar, incondicionalmente tudo o que nos rodeia...
Ser Solidário, é sentir a necessidade ínfima de partilhar...
Ser Solidário, é perceber que as diferenças só existem porque é mais fácil criar distâncias do que gerir dificuldades...
Ser Solidário, é sentir que é possível mudar, o que está errado E que para isso basta acreditar...
Ser Solidário, é querer ir mais além, é ser mais alto interiormente, é ser maior de coração...
Ser Solidário, é perceber que a alegria de dar é indiscutivelmente superior à de receber...
Ser Solidário, é estender a mão, sem olhar à cor, ao sexo, ao estatuto social (ou à falta dele) e à conta bancária (desculpem-me a ironia)...
Parece-vos utópico tudo isto?
Um romancezeco-semi-sonho com final feliz?
Não é garanto-vos!
Apenas defendo, porque acredito, que a interiorização de um sentimento desta índole, torna-nos efectivamente "pessoas melhores "...
E Solidariedade só quando é Natal?
Ou quando a Natureza "avisa" que ainda manda nisto tudo??
NÃO!!! NATAL É QUANDO UM HOMEM QUISER!!!
Sermos solidários, quando percebermos que é possível fazer alguma coisa, dizer NÃO, ao egoísmo em que todos vivemos, ao nosso fácil acomodamento, face à miséria, à solidão; à injustiça social e a tantas mas tantas coisas mais...
É mais fácil pensar que não é connosco se algo de profundamente errado e injusto se passa ao nosso lado:
- Sabia que há pessoas a passar fome?
- Sabia que há crianças com apenas poucos meses que vivem em carros abandonados?
- Sabia que há crianças que têm como companheiros de brincadeiras, nos seus "pseudo-quartos", muitas baratas, e até cobras?
- Sabia que há famílias como a minha e como a sua a viver em currais de porcos e outras "habitações afins"?
- Sabia que se pode morrer de solidão?
Se não sabia, ficou a saber que tudo isto é real e que se passa bem mais perto de si do que pensa… CONSEGUE, AINDA ASSIM, SENTIR-SE UMA PESSOA FELIZ???
Vivemos num mundo de quimeras adiadas, frustradas e cansadas...
Num mundo de mácula, atolado de "mentes vazias" perdidas no seu "ego", na sua majestosa moradia, nos seus carros topo de gama...
Completamente mergulhados numa vida egocêntrica, que nos condena irreversivelmente à solidão. Acredita que podemos mudar isto?
Eu acredito, porque afinal a
DISTÂNCIA É A DE UM PASSO
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
A IMPORTÂNCIA DO NATAL
- Filho, eis aí tua mãe!
João e Maria entenderam que Jesus resumiu naquelas duas frases finais, sua sagrada missão, que era ensinar que o amor deveria ser universal, onde todos deveriam se amar, não só no círculo familiar, mas que o amor deveria se estender a todos de igual maneira. Que deveríamos nos amar como Ele nos amou; que deveríamos fazer aos outros o que gostaríamos que os outros nos fizessem; que amassemos nossos amigos, mas também nossos inimigos; que amassemos nosso distante como amamos nosso próximo . . .
João e Maria, entenderam também, que o corpo de Jesus morria para nascer o Reino de Deus dentro de cada um de nós.
E que da manjedoura à cruz, Ele nos ensinou "o que" deveríamos buscar para enriquecer este Reino: caridade, tolerância, perdão, etc . . .
Sem o natalício de Jesus, estaríamos ainda temendo à Deus, em vez de amá-lo; estaríamos fazendo justiça com a lei do olho por olho dente por dente; não saberíamos quem é nosso próximo; nossa fé não removeria as montanhas das dificuldades; enfim, estaríamos guiados pela mentira.
Mas Jesus veio, para abater todas as cruzes que o mundo tinha levantado; e para arrasar todos os calvários, através da lei de amor.
E, apesar de vivermos um momento grave da cultura, da ética e da moral humana. Onde muito falamos de violência, de toxicomania, de sexolatria, de desequilíbrios. Notemos que nunca houve tanto amor como hoje na Terra. Nunca tantos se preocuparam com os outros como agora.
Portanto, quem não puder doar uma estrela, doe a luz de um vagalume; quem não puder dar um jardim, ofereça uma flor; quem não puder brindar a vida, enseje um aperto de mão; quem não dispuser de um rio para saciar a sede de uma aldeia, oferte um copo de água a alguém.
Porque ninguém é destituído de valor que não possa amar, nem é tão pobre que não possa alguma coisa doar.
Este é o sentido do nascimento do Cristo.
Este é o sentido do Natal.
