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quarta-feira, 23 de março de 2011

A vida no Umbral






O Umbral 




Localiza-se em um universo paralelo que ocupa um espaço invisível aos nossos sentidos, que vai do solo terrestre até a algumas dezenas de metros de altura na nossa atmosfera. 


O tempo, e as condições climáticas do Umbral seguem um ritmo equivalente ao local terrestre onde se encontra. Quando é noite sobre uma cidade, é noite em sua equivalência no Umbral.

A névoa densa que cobre toda atmosfera dificulta a penetração da luz solar e da lua. A impressão que se tem é que o dia é formado por um longo e sombrio fim de tarde. À noite não é possível ver as estrelas e a lua aparece com a cor avermelhada entre grossas nuvens. Sua maior concentração populacional está junto as regiões mais populosas do globo. Encontramos cidades de todos os portes, grupos de nômades e espíritos solitários que habitam pântanos, florestas e abismos.

É descrito por quem já esteve lá como sendo um ambiente depressivo, angustiante, de vegetação feia, ambientes sujos, fedorentos, de clima e ar pesado e sufocante. Para alguns espíritos é uma região terrível e horripilante. Para outros é o local onde optaram viver. A vegetação varia de acordo com a região do Umbral. Muitas vezes constituída por pouca variedade de plantas. As árvores são normalmente de baixa estatura, com troncos grossos e retorcidos, de pouca folhagem.

Existem também áreas desertas, locais rochosos, e lugares de vegetação rasteira composta de ervas e capim. É possível encontrar alguns tipos de animais e aves desprovidos de beleza. No Umbral se encontram montanhas, vales, rios, grutas, cavernas, penhascos, planícies, regiões de pântano e todas as formas que podem ser encontradas na Terra. 



Como os espíritos sempre se agrupam por afinidade (igual a todos nós aqui na Terra), ou seja, se unem de acordo com seu nível vibracional, existem inúmeras cidades habitadas por espíritos semelhantes. Algumas cidades se apresentam mais organizadas e limpas do que outras. Todas possuem espíritos lideres que são chamados de diversos nomes: chefes, governadores, mestres, presidentes, imperadores, reis etc. São espíritos inteligentes mas que usam sua inteligência para a prática consciente do mal. São estudiosos de magia, conhecem muito bem a natureza e adoram o poder, quase sempre odeiam o bem e os bons que podem por em risco sua posição de liderança. 



Pode-se se perguntar: Porque é permitido que existam estes chefes e esta estrutura negativa de tanto sofrimento? Deus nos permite tudo, ele nos deu o livre arbítrio. O homem tem total liberdade para fazer tudo de ruim ou tudo de bom. Quando faz ou constrói algo de ruim acaba se prejudicando com isso e aos poucos, com o passar de anos ou de séculos vai aprendendo que o único caminho para a libertação do sofrimento e da felicidade plena é a prática do bem. A vida na Terra e no Umbral funcionam como grandes escolas onde aprendemos no amor ou na dor.

Ninguém vai para o Umbral por castigo. A pessoa vai para o lugar que melhor se adapta à sua vibração espiritual. Quando deseja melhorar existe quem ajude. Quando não deseja melhorar fica no lugar em que escolheu. Todos que sofrem no Umbral um dia são resgatados por espíritos do bem e levados para tratamento para que melhorem e possam viver em planos de vibrações superiores. Existem muitos que ficam no Umbral por livre e espontânea vontade se aproveitando do poder e dos benefícios que acreditam ter em seus mundos. 


Além das cidades encontramos o que é chamado de Núcleos. Não constitui uma cidade organizada como conhecemos, mas se trata de um agrupamento de espíritos semelhantes. Os grupamentos maiores e mais conhecidos são os dos suicidas. Estes núcleos são encontrados nas regiões montanhosas, nos abismos e vales. Por serem espíritos perturbados são considerados inúteis pelos habitantes do Umbral e por isto não são aceitos e nem levados para as cidades em volta. Os vales dos suicidas são muito visitados por espíritos bons e ruins. Os bons tentam resgatar aqueles que desejam sair dali por terem se arrependido com sinceridade do que fizeram.


Os espíritos ruins fazem suas visitas para se divertirem, para zombarem ou para maltratarem inimigos que lá se encontram em desespero. Não é difícil imaginar um local com centenas de milhares de pessoas que cometeram suicídio, todas ali unidas, sem entender o que está acontecendo, já que não estão mortas como desejariam estar.



É comum a existência de núcleos de marginais. Locais onde estão reunidos assaltantes, assassinos, ladrões, traficantes e outros tipos de criminosos em sintonia mútua. 


Nas regiões fora das cidades e longe dos núcleos encontramos andarilhos solitários, espíritos considerados inúteis até pelos povos de cidades e núcleos do Umbral. 


Grandes tempestades de chuva e raios ocorrem em todo Umbral. Tem importante função de limpar os excessos de energias negativas acumuladas no solo e no ar, tornando o ambiente menos insuportável aos seus habitantes. 


As cidades, tribos e vilarejos do Umbral normalmente possuem chefes ou lideres. São pessoas inteligentes com capacidade de liderança que costumam controlar, dominar e explorar as almas que nestas cidades residem. Como se pode ver não é muito diferente da vida aqui na Terra, onde temos exploradores e explorados. Exercem seu controle a partir do medo, das mentiras, da escravidão, de regras rígidas e violência.


Algumas sabem que estão no Umbral e sabem que trabalham pelo mal das pessoas. Seu reinado não dura muito tempo já que espíritos superiores trabalham para convencer sobre o mal que faz a si mesmo fazendo o mal aos outros. É comum que estes "chefes" desapareçam inesperadamente destas cidades por terem sido resgatados por bons Samaritanos em suas missões. Em pouco tempo uma nova liderança acaba assumindo o posto de chefe nestas cidades. 



No Umbral encontramos grupos de pessoas que se consideram justiceiras. Coletam espíritos desorientados em hospitais, cemitérios, e no próprio umbral. Pessoas que fizeram muito mal a outras durante a vida ou em outras vidas, e pessoas que fizeram poucos amigos e por isto não tem quem as possa ajudar. Estes espíritos sedentos de vingança e de justiça feita pelas próprias mãos conseguem aprisionar e escravizar as pessoas que capturam. Acreditam que as pessoas que estão no Umbral só estão lá por merecimento. E isto não deixa de ser verdade. Mas no lugar de ajudar estas pessoas, eles a maltratam por vingança e ódio pelo mal que cometeram enquanto estavam vivas. 


Somente quando estas pessoas se arrependem dos erros que cometem na Terra e esquecem os sentimentos negativos que ainda nutrem é que os espíritos mais elevados conseguem se aproximar para seu resgate.

As regiões umbralinas são as que mais se parecem com a Terra. Os espíritos, por estarem ainda muito atrelados à vida material, por lhe faltarem informação e conhecimento, acabam vivendo suas vidas como se realmente estivessem vivos. As necessidades básicas do corpo acabam se manifestando nestes espíritos. Sofrem por sentirem dores, sono, fome, sede, desejos diversos.
Existem os núcleos de drogados onde também existem pequenas cidades. Existem algumas poucas cidades de drogados de porte grande no Umbral. Realizam-se grandes festas e são cidades movimentadas. Existem relatos psicografados sobre uma região de drogados chamada de Vale das Bonecas e cidades como a de Tongo que é liderada por um Rei. Para todo tipo de vício da carne existem cidades e núcleos de viciados. Por exemplo, existem cidades de alcoólatras ou de compulsivos sexuais. Todos os viciados costumam visitar o planeta Terra em bandos para sugarem as energias prazerosas dos vivos que possuem os mesmos vícios.
Há grupos de pessoas nas cidades que trabalham para os chefes. Acreditam ter liberdade e muitas vezes gostam de servirem seu chefe na ansiedade pelo poder e status. Consideram-se livres, mas na verdade não o são, ao menor erro ou na tentativa de fugir são duramente punidos.
Existem os espíritos escravos que vivem nas cidades realizando trabalho e mantendo sua estrutura sem receberem nada em troca além da possibilidade de lá morarem. São duramente castigados quando desobedecem e vivem cercados pelo medo imposto pelo chefe da cidade.
As cidades possuem construções semelhantes às que encontramos nas cidades da Terra. As maiores construções são de propriedade do chefe e de seus protegidos. Sempre existem locais grandiosos para festas, e local para realização de julgamentos dos que lá habitam. Em cada cidade existem leis diferentes especificadas pelos seus lideres. Lá também encontramos bibliotecas recheadas de livros dedicados a tudo que de mal e negativo possa existir. Muitos livros e revistas publicados na Terra são encontrado lá, principalmente os de conteúdo pornográfico.


A vida no Umbral





Postos de Socorro


Os postos de socorro se encontram espalhados pelas regiões sombrias do Umbral. Este local de ajuda, semelhante a um complexo hospitalar, normalmente é vinculado a uma colônia de nível superior. Nele encontramos espíritos missionários vindos de regiões mais elevadas que trabalham na ajuda aos espíritos que vivem nas cidades e regiões do Umbral e que estão à procura de tratamento ou orientação. 

Quando o espírito ajudado desperta para a necessidade de melhorar, crescer e evoluir é levado para uma colônia onde será tratado e passará seu tempo estudando e realizando tarefas úteis para seu próximo. Quando se sentem incomodados e mergulhados em sentimentos como o ódio, vingança, revolta acabam retornando espontaneamente para os lugares de onde saíram. Continuamos sempre com nosso livre arbítrio. 
Os postos de socorro não são cidades, mas alguns deles possuem grande dimensão, se assemelhando a uma pequena cidade no meio do Umbral. Muitos ficam nas regiões periféricas do Umbral. Alguns se encontram dentro das cidades do Umbral. 
Vistos à distância são pontos de luz e de beleza no meio da paisagem triste, escura, fria, nebulosa que compõe as paisagens naturais do Umbral. Os postos de socorro são locais bonitos, iluminados, com grandes jardins, em meio a um cenário desolador e triste. 
Os postos de socorro são constantemente procurados por pessoas desesperadas e perdidas no Umbral querendo abrigo e ajuda. Também é um local alvo de espíritos maldosos que desejam continuar mantendo o controle e o poder sobre as pessoas que moram nas regiões do Umbral. Com isto realizam constantes ataques às instalações dos postos. 
Todos os postos possuem sofisticados sistemas de segurança que monitoram as regiões ao redor do posto. Sensores detectam a presença de vibrações a um raio de 3 km do posto. Sistemas de defesa que emitem descargas elétricas são utilizados para afastar os atacantes. Os choques gerados pela força os fazem recuar, já que lhe fazem sentir dores insuportáveis. 
Os espíritos que vivem no Umbral ainda estão ligados ao mundo material. Muitos sequer compreendem que estão mortos e isto lhes gera grande agonia e sofrimento. Por acreditarem estar vivos continuam sentindo seus corpos e suas necessidades físicas. Sentem dor, sentem fome, sentem sede, sono etc. Muitos sofrem de doenças, ferimentos, mutilações ocorridas na morte ou em situações sinistras vividas no Umbral. 
A visão interna de um posto de socorro lembra um grande hospital. Os espíritos atendidos lembram monstros de um filme de terror. Se parecem realmente com mortos-vivos. Sofrem movidos pelos sentimentos humanos que ainda cultivam: o ódio, a vingança, egoísmo e outros sentimentos negativos. Vinculados à matéria, ainda sofrem como se possuíssem um corpo. E isto acaba se refletindo em sua aparência monstruosa, que só pode ser modificada a partir da sua conscientização sobre sua realidade. As enfermarias dos postos estão sempre repletos de espíritos necessitados de orientação, alimento, limpeza e cuidados. É como ver mortos-vivos agonizando por ajuda em seus leitos. 
Equipes chamadas de Samaritanos realizam incursões no Umbral em busca de espíritos que procuram ajuda. Ao retornarem com dezenas de espíritos que mais parecem farrapos humanos são recebidos pelas equipes de socorro que iniciam o trabalho de acolhimento, alimentação, limpeza e orientação destes espíritos. Ao serem internados podem se recuperar para serem enviados para colônias no plano mais elevado, fora do Umbral. Também é comum que espíritos cheguem às muralhas dos postos à procura de ajuda e ali são socorridos. 
Também existem postos de socorro na Terra. São destinados a socorrer e orientar espíritos recém-desencarnados. Pessoas que acabam de morrer costumam ficar totalmente desorientadas.



Muitas não sabem que estão mortas. É fácil imaginar o sentimento horrível e a loucura que uma pessoa nesta situação pode passar. Estes postos estão localizados no mundo invisível exatamente no mesmo local onde estão hospitais, cemitérios, sanatórios, presídios, igrejas, centros espíritas etc. São nestes locais onde se pode encontrar o espírito de pessoas que acabam de desencarnar ou que estão procurando algum tipo de ajuda.




Os Samaritanos 



Os samaritanos, que também são chamados de missionários, socorristase emissários, são trabalhadores dos postos de socorro que saem em caravanas pelo Umbral e pela crosta do Planeta Terra à procura de pessoas e socorrem os que pedem auxílio. 
Se vestem com capas e gorros de cor bege ou marrom-claro e botas altas. Desta forma peregrinam pelo Umbral sem serem percebidos. Muitas vezes são invisíveis aos sentidos de espíritos de baixa vibração.



Existem relatos onde os samaritanos contam com a ajuda de cavalos para percorrer distâncias maiores e cães que são utilizados como proteção. Outros relatos falam sobre a existência de veículos especiais chamados de Aeróbus*. 



Raras são as excursões em que não ocorrem ataques aos samaritanos. São atacados por espíritos maldosos que podem se transfigurar em criaturas horrendas com o intuito de intimidar e amedrontar as caravanas. Os que atacam jogam pedras, paus, lama, matéria podre e alguns chegam a construir armas que não fazem qualquer efeito aos samaritanos. Para defesa utiliza-se ainda redes de proteção e armas que emitem eletricidade. Ao serem atingidos por este tipo de raio o espírito entra em um processo semelhante ao da morte, pois lhe faz relembrar todo sofrimento que passou em sua mais recente desencarnação. Com medo, muitos espíritos só tentam intimidar, e muitas vezes se afastam em desespero. 



Existem situações em que os Samaritanos precisam resgatar pessoas dentro das populosas cidades do Umbral. A forma como fazem isto depende do tipo de cidade. Existem casos em que pedem autorização aos lideres da região. Em outros a pessoa a ser resgatada não é de interesse dos moradores da cidade e neste caso não existe problema algum em entrar e levar estas pessoas. Existem ainda situações em que precisam utilizar disfarces ou entrarem sem serem vistos pelos habitantes do local. Em situações de perigo podem mudar de vibração, se tornando invisíveis. Desta forma não podem ser capturados pelos espíritos trevosos do Umbral. Muitos habitantes do Umbral sabem quem são e o que podem fazer e mantêm um ar de respeito quando estão presentes.



Ao resgatarem algumas dezenas de espíritos, os samaritanos retornam ao seu posto de socorro. São verdadeiros farrapos humanos, alguns seminus, outros com suas roupas em trapos e o corpo imundo e ferido. No posto os espíritos são tratados e orientados. O tratamento pode levar alguns dias ou alguns meses. Continuam livres e podem optar por retornar ao Umbral ou seguir para uma Colônia, onde terminarão seu tratamento e passarão a frequentar aulas e cursos para que se informem sobre sua atual situação após a morte. 


Um espírito só pode ser ajudado pelos samaritanos quando deseja com sinceridade ser ajudado. Não se pode ajudar ninguém à força. Não se perde tempo resgatando espíritos revoltados, pois se não querem mudar, não poderão mudar à força. Sua revolta ainda poderá atrapalhar os trabalhos e a recuperação de outros espíritos dentro dos postos e hospitais. 


Existem casos em que os espíritos se encontram em níveis tão baixos de vibração que não conseguem ver e se comunicar com os samaritanos. Desta forma não podem ser ajudados.

Relatos mostram que em determinados casos os samaritanos podem convencer o espírito a ter vontade de melhorar, de ser socorrido e ajudado. É possível mostrar a estes espíritos imagens das colônias e da felicidade e paz que poderá ter. Este trabalho de convencimento pode passar pelo uso da força. É o caso de fazer o espírito se recordar do sofrimento, dor e angústia que passou no passado, fazendo o mesmo desejar sair daquela situação.

São muitos os espíritos que, mesmo em estado deplorável no Umbral, preferem continuar na vida em que estão. Isto não é muito diferente do que existem aqui na Terra. Uma parcela dos moradores de rua, mendigos, idosos e crianças continuam nas ruas por opção. Não suportam os abrigos, a limpeza, a organização, a necessidade de obedecer a alguém. Preferem viver livres de qualquer lei, norma, organização, junto da miséria. Infelizmente só se pode ajudar alguém quando este alguém quer realmente ser ajudado.
 

 

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* Aeróbus - Carro suspenso do solo a uma altura de cinco metros. Seu sistema de tração se dá por meio de cabos, como os teleféricos. Constituído de material muito flexível, possui enorme comprimento. Descrito por André Luiz no livro Nosso Lar, constituía na época o meio de locomoção mais usado na colônia. Muito veloz, o aeróbus fazia ligeiras paradas de três em três quilômetros. 


Livro 'Nosso Lar' / Cap. 10 – André luiz / Chico Xavier
 
Alguns livros que falam da vida após a desencarnação (morte) e sobre o Umbral: 

.Vivendo no Mundo dos Espíritos - Psicografia de: Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho (Espírito: Patrícia)
.Nosso Lar - Psicografia de: Francisco Cândido Xavier (Espírito: André Luiz) 



.Os Mensageiros - Psicografia de: Francisco Cândido Xavier (Espírito: André Luiz) 
.O Mundo em que Eu Vivo - Psicografia de: Zibia Milani Gasparetto (Espírito: Silveira Sampaio) 
.Bate-papo com o Além - Psicografia de: Zibia Milani Gasparetto (Espírito: Silveira Sampaio) 
.Violetas na Janela - Psicografia de: Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho (Espírito: Patrícia) 


Fonte: Site Vida e Morte 
           http://espiritananet.blogspot.com  
  
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O amor que remove montanhas,
o amor que inspira a todos a desejarem um mundo melhor,
o ser humano que ama a todos como a si mesmo,
e que deseja apenas ser...
Ah!!! Que maravilha!!!
O amor atingiu a maioridade e se tornou compaixão...
Irene Ibelli






terça-feira, 22 de março de 2011

Prece de André Luiz (Em Reunião no Plano Espiritual



Prece de André Luiz (Em Reunião no Plano Espiritual)

Senhor Jesus,
Dá-nos o poder de operar a própria conversão,
Para que teu Reino de Amor seja irradiado
Do centro de nós mesmos!..
Contigo em nós,
Converteremos
A treva em claridade,
A dor em alegria,
O ódio e amor,
A descrença em fé viva,
A dúvida em certeza,
A maldade em bondade,
A ignorância em compreensão e sabedoria,
A dureza em ternura,
A fraqueza em força,
O egoísmo em cântico fraterno,
O orgulho em humildade,
O torvo mal em infinito bem! 
Sabemos, Senhor,
Que de nós mesmos,
Somente possuímos a inferioridade
De que nos devemos desvencilhar...
Mas, unidos a Ti,
Somos galhos frutíferos
Na árvore dos séculos
Que as tempestades da experiência jamais deceparão!...
Assim, pois, Mestre Amoroso,
Digna-te amparar-nos
A fim de que nos elevemos
Ao encontro de tuas mãos sábias e compassivas,
Que nos erguerão da inutilidade
Para o serviço da Cooperação Divina,
Agora e para sempre. Assim Seja!... 

Do livro VOLTEI - final, Francisco Candido

fonte: http://hospitalespiritualdomundo.blogspot.com


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O amor que remove montanhas,
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Irene Ibelli



André Luiz

quinta-feira, 17 de março de 2011

Compaixão é o amor que atingiu a maioridade

 


Compaixão é o amor que atingiu a maioridade
 
A compaixão tem de ser compreendida, porque ela é o amor que atingiu a maioridade.

O amor comum é muito infantil, é um joguinho divertido para adolescentes. Quanto mais rápido você superar esse amor, melhor, pois o seu amor é uma força biológica cega. Ele não tem nada a ver com crescimento espiritual.

É por isso que os casos de amor se tornam uma coisa estranha, ficam extremamente amargos. Era tudo tão sedutor, tão excitante, tão desafiador, que por esse romance você poderia até morrer... agora você pode até morrer, mas não por ele — você pode morrer para se livrar dele!

O amor é uma força cega. Os únicos amantes bem-sucedidos são aqueles que nunca conseguiram ficar com a pessoa amada. Todas aquelas grandes histórias de amor... Laila e Majnu, Shiri e Farhad, Soni e Mahival, três histórias orientais de grande amor, comparáveis a Romeu e Julieta.

Mas nenhum desses grandes amantes conseguiu acabar juntos. A sociedade, os pais, tudo era um obstáculo. E eu acho que talvez isso tenha sido bom. Depois que os amantes se casam, não resta mais nenhuma história de amor.

Majnu teve sorte de nunca ter ficado com Laila. O que acontece quando duas forças cegas se encontram? Como as duas são cegas e inconscientes, o resultado não pode ser lá muito harmonioso. Ele só pode ser um campo de batalha de dominação, de humilhação, de todo tipo de conflito.

Mas, quando a paixão passa a ficar alerta e consciente, toda a energia do amor atinge um aprimoramento; torna-se compaixão.

O amor é sempre dirigido a uma pessoa, e o seu desejo mais profundo é possuir essa pessoa. O mesmo vale para a outra pessoa — e isso torna a vida um inferno para ambas.

A compaixão não é dirigida a ninguém. Não é um relacionamento, é simplesmente o seu próprio ser. Você fica feliz em ter compaixão pelas árvores, pelos pássaros, pelos animais, pelos seres humanos, por todo o mundo — incondicionalmente, sem pedir nada em troca.

Compaixão é libertação da biologia cega.

Osho, em "Compaixão: O Florescimento Supremo do Amor"
 

 
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O AMOR QUE REMOVE MONTANHAS,
O AMOR  QUE INSPIRA A TODOS A DESEJAREM UM MUNDO MELHOR,
 O SER HUMANO QUE AMA A TODOS COMO A SI MESMO!!!
AH!!! QUE MARAVILHA  O AMOR  ATINGIU A MAIORIDADE E  VIROU COMPAIXÃO...
 
 
 Irene Ibelli


O "ter" e o "ser"


O "ter" e o "ser"

Hérin Anadréas Roque Okano
de Ribeirão Preto, SP

Hoje, como no passado, a criatura humana sofre as mesmas necessidades, possui os mesmos conflitos, agasalha dentro de si as mesmas inquietações, diferenciadas, é lógico, pelas circunstâncias de tempo e de condicionamento de técnica.
Um dos mais constantes problemas que permeia o Espírito é a dificuldade de estabelecer uma relação harmoniosa entre o ter e o ser. Em diversas épocas da Humanidade formularam-se e discutiram-se teorias acerca da posse dos bens terrenos, sua necessidade para o Homem e sua moralidade perante as leis de Deus.
Aristóteles, o eminente filósofo grego da Antigüidade (384/322 a.C.), em sua obra Política, preceituava que o ser humano, para ser virtuoso, necessitava possuir alguns Bens, que seriam os do Espírito, do corpo e das coisas exteriores, sem os quais germens criminológicos poderiam levá-lo ao desequilíbrio.
A religião, em suas diversas épocas e tendências ideológicas, ora pregava que aqueles que possuíssem bens materiais não entrariam no Reino dos Céus e ainda queimariam no fogo do Inferno, fazendo apologia da escassez ou da miséria, na busca da realização pessoal; ora pregava que se reconheciam os escolhidos de Deus por serem bem sucedidos na vida sócio-econômica.
"A psicologia sociológica do passado recomendava a posse como forma de segurança. A felicidade era medida em razão dos haveres acumulados, e a tranqüilidade se apresentava como sendo a falta de preocupação em relação ao presente como ao futuro.
Aguardar uma velhice descansada, sem problemas financeiros, impunha-se como a grande meta a conquistar" 1
Mais recentemente, com a era tecnológica, apregoa-se a necessidade de possuir a maior quantidade possível de recursos materiais, tendo desde o essencial até ao supérfluo, sem se importar com a utilidade de tais aquisições, pois o importante é consumir e consumir.
Allan Kardec, em O Evangelho Segundo o Espiritismo, assevera que os bens terrenos são poderosos elementos do progresso do Espírito, proporcionando o progresso intelectual e por conseqüência o progresso moral.
A posse é, segundo a Doutrina Espírita, uma necessidade que atende objetivos próprios, que não são únicos e exclusivos. O Espiritismo, portanto, não coloca o ter como causa imediata da felicidade, e sim como um meio e instrumento para atingir tal intento, criando condições para o indivíduo se educar e transformar os sentimentos conflituosos em harmoniosos, renovando-se intimamente.
Quando o indivíduo se encontra em estágio de infância psicológica, sendo egocêntrico e ególatra, cria mecanismos escapistas da personalidade, desumanizando-se e passando a categoria de semideus, desvelando caprichos infantis, irresponsáveis, que se impõem, satisfazendo as frustrações.
Revertendo esse quadro através da educação, metodologia da convivência humana e situações em que a Vida impõe mudanças, estrutura-se uma consciência de ser, antes de ter; de ser, ao invés de poder; de ser, embora a preocupação de parecer.
Sendo assim, o ter é elemento para ser, desde que não se abuse dele tornando-o pernicioso e prejudicial ao Espírito. Aplicando tais recursos de maneira sensata e lúcida experimenta o júbilo da realização, a imensa alegria do serviço, exteriorizada no bem estar que proporciona. Adquirindo, a pouco e pouco, a consciência de si mesmo, que é a meta existencial, consegue discernir entre o ter e o ser, vibrando o auto-amor que desdobra a bondade, a compaixão, a ação benéfica em favor do próximo.

Bibliografia:

O Evangelho Segundo o Espiritismo - Cap. XVI - Allan Kardec
O Homem Integral - Cap. 6 - Joanna de Ângelis
1

O Ser consciente - Ter e Ser - Joanna de Ângelis
(Jornal Verdade e Luz Nº 177 de Outubro de 2000)

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O AMOR QUE REMOVE MONTANHAS,
O AMOR  QUE INSPIRA A TODOS A DESEJAREM UM MUNDO MELHOR,
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 Irene Ibelli

A MISSÃO ESPIRITUAL DO BRASIL - AH!!! O NOSSO AMADO BRASIL!!!



A MISSÃO ESPIRITUAL DO BRASIL
Antonio Celente Videira *
Para compreensão do estado de compromisso espiritual do Brasil, diante de um mundo conturbado, é imperativo que se faça análise dos acontecimentos do passado remoto, mais precisamente a partir do Século XI.
Segundo a obra "Brasil Coração do Mundo, Pátria do Evangelho", de autoria do espírito de Humberto de Campos, psicografada pelo médium Chico Xavier, mensageiros devotados reencarnam no orbe terráqueo.
No século XIII, inicia-se o esmaecimento da expressão feudal, já que, sob a inspiração do Alto, universidades são fundadas, como por exemplo, a de Paris, na França e a de Bolonha, na Itália, que vão influir no pensamento acadêmico, impactando, mais tarde, as universidades de Oxford, na Inglaterra, Coimbra, em Portugal e Salamanca, na Espanha.
Esses estabelecimentos culturais vão ser a sementeira para a eclosão da democracia, a partir de países como França e Inglaterra, quando o saber começa a fazer frente à negritude das criaturas do Velho Mundo.
Através do processo reencarnatório, a França vai abrigar a alma ateniense, nas suas elevadas indagações filosóficas e científicas, abrindo caminho para o direito do homem e dos povos. A Inglaterra abrigará a edilidade romana, com sua prudência e educação, conformando o homem, daquela época, com o ingrediente das criaturas que viveram a Nação dos Césares. Mas é na Itália, que os mestres da Antiga Grécia vão fazer o Movimento Renascentista, surgindo a pintura, a escultura, enfim, a arte.
Nesse cenário, os precursores da Reforma aparecem em toda a Europa, contestando os abusos da igreja. Portugal se configura a partir desse movimento.
Antes de toda essa dança destinatária, ainda na Idade Antiga, a Península Ibérica é habitada pelos celtíberos, que, no século IX a.c, vão receber a visita dos fenícios para fundarem, na região, algumas colônias. Com o fim das Guerras Púnicas, os romanos latinizam a península, para, mais tarde, no século V d.c, ter influência dos visigodos.
Essa mescla cultural é incrementada através de reencarnações sucessivas, quando antigos fenícios renascem na Península Ibérica, o que vai caracterizar um povo vocacionado para o domínio dos mares.
Com o desmantelamento da Ordem dos Templários em 1307, D. Diniz vai abrigar os monges guerreiros em Portugal. A partir desse instante, cria-se a Ordem de Cristo, com resquício de toda uma cultura templária. Nesse torvelinho, surge a figura do controvertido Henrique de Sagres, ligando o seu nome a um centro de pesquisas, que denominamos Escola de Sagres. Chamamos essa escola de centro de pesquisas porque, na realidade, não era uma escola na acepção da palavra, mas a animação de um processo de estudos voltados para a descoberta de outras plagas terrestres. Seria a NASA daqueles tempos.
Astrônomos, matemáticos, cosmógrafos e outros se engolfavam na investigação, na busca de soluções para o aperfeiçoamento de instrumentos de navegação e medição, a fim de traçar rotas que levassem os desbravadores portugueses à África e Índia, que culminaria no descobrimento e exploração da terra de Santa Cruz.
Estava o Brasil pronto para celebrar, sob a maestria do Alto, o cruzamento entre o nativo e o branco português, sendo que este já era um caldatário de bárbaros visigodos, árabes, romanos, fenícios e outros povos do velho mundo que se entrecruzaram.
O produto do acasalamento daquelas raças iria, mais tarde, absorver o negro.
Esse negro africano, segundo a obra "Umbanda – A Proto-síntese Cósmica", de autoria do Caboclo 7 Espadas, psicografada por Rivas Neto, já era uma raça decaída, mas com resquícios do grande Tronco Tupi ou Raça Vermelha, sob a proteção da Confraria dos Espíritos Ancestrais, que surgiu no Brasil Central, tendo chegado à África, através do constante mergulho espiritual na carne e do deslocamento físico, deixando para trás uma cultura e um sentimento religio-científico que muito lhe custaria no processo evolutivo.
Esse africano, em linhas gerais, é transportado para o Brasil como escravo, guardando ainda a embrionária proto-síntese religiosa que irá ressurgir na Umbanda, cuja missão é resgatar a Sabedoria Eterna. Foi no Planalto Central Brasileiro, portanto, que efervesceu a Teogonia do Aumbandan que, de certa forma, hoje é estudada nos templos maçônicos, teosóficos, rosacruzes e outras escolas de mistério, e ainda nas casas espíritas, e que o Movimento Umbandista, agora em pleno Solo Pátrio Brasileiro, está reunido e metodizando seus conhecimentos através da Umbanda Esotérica.
O amalgamento dessas três raças, o branco-português, o negro e o índio, que cruzaram Hierarquias Supremas do Mundo Espiritual, tudo sob a coordenação de Ismael, sustentará a unidade nacional, não permitindo a fragmentação da base geográfica da Nação Brasileira, desde as tentativas das invasões francesas e holandesas, passando pela possível desestabilização do Governo da Colônia em conseqüência da vinda da Família Real, até chegar aos conflitos separatistas vivido pelo Segundo Império.
A religiosidade do povo brasileiro estava pronta para adentrar o século XX. Ao viver intensamente os anos de 1900, o Brasil terá altos e baixos, mas o resultado será promissor.
A sua diplomacia caracteriza-se pela neutralidade e na busca da paz entre povos, o "jeitinho brasileiro" vai destacar o nosso cidadão como adaptável em qualquer parte do mundo, fazendo dele, apesar do abismo social entre classes e ainda os nítidos bolsões de pobreza existentes, arguto diante do desafio das novas ciências, na busca de inovações em prol do desenvolvimento sustentável.
A interiorização e o desbravamento dos rincões do oeste foram executados por bandeirantes, acompanhados por missionários católicos, a Independência Brasileira foi arquitetada por homens freqüentadores dos templos maçônicos e, por fim, a república é proclamada com a impetuosidade dos que estudavam as máximas de Augusto Comte, através do Positivismo.
Esse é o motivo pelo qual o Brasil é o País onde todas as religiões têm sua "Luz ao Sol", proporcionando ao povo da terra de Santa Cruz, um elevado sentimento devocional às coisas sagradas. O que se percebe é a essencialidade de um Deus Universal, habitando o interior do campesino, que tira o seu sustento da terra, até o gestor público que, às vezes, ocupa elevados cargos na escala governamental, não perdendo de vista a sua fé na Suprema Ordem Cósmica.
O espírito de Ramatis, através da psicografia de Amélia Paoliello Marques. na obra "Brasil – Terra de Promissão" traduz bem esse sentimento da seguinte forma:
...É, enfim, o povo mais intuitivo do mundo, onde o maloqueiro carrega um "santinho" no pescoço e o político famoso "sarava" o seu guia; onde o médico receita o medicamento famoso para o cliente, mas vence a sua própria insônia com o chá de ervas prescrito pela "preta velha"! É, finalmente, a nação abençoada, onde os próprios militares de toda graduação hierárquica organizam-se em "cruzadas militares espíritas", trocando a espada da morte pela paz de espírito, a sementeira do ódio pela jardinagem do Amor, o manual de guerra pelo Evangelho do Cristo.
Hosanas, pois, ao Brasil, por ser, realmente, a "Terra de Promissão"!
Todo esse enredo missionário do País do Cruzeiro é o esteio para não permitir o desespero diante do caos que o mundo globalizado vem nos apontando.
Tráfico de armas, biopirataria, aquecimento global, narco-terrorismo, comercialização de pessoas, proliferação de máquinas caça-níquel, enfim, a transnacionalização do crime produzida por uma raça humana, causando as mazelas agonizantes do milênio que se inicia.
O sucesso da tecnologia do biocombustível, a pesquisa com drogas contra a AIDS, o desenvolvimento do reator centrifugado para o enriquecimento do urânio, a incursão da prospecção do petróleo em águas profundas são algumas das iniciativas do povo brasileiro, que guarda em si a mescla dos sangues de todas as raças, o que, talvez, fá-lo possuidor das mais enlevadas características de povo amigo e acolhedor dos demais irmãos planetários, não obstante a crise de valores éticos e morais demonstrados por seus representantes políticos que se encastelam nas instituições da República de hoje.
Brasil, Brasil! Da Escola de Sagres à Organização das Nações Unidas; do misterioso e irrequieto Infante D. Henrique ao Marques de Olinda, precursor do estudo Espírita em seu solo; da possante Raça Vermelha que habitou o seu Planalto Central ao seu povo sôfrego, mas abençoado por Deus; sua missão é desfraldar e encravar, no Coração do Mundo, a flâmula da paz e da compreensão, vivendo harmonicamente, em proveito da vitória de toda a humanidade.
Eis aí, portanto, a missão do Povo Brasileiro, nascido das entranhas de uma Nação Santificada, reduto do pensamento Crístico que eclodirá neste Terceiro Milênio, que se inicia.
Pátria, Trabalho e Solidariedade!

Texto Publicado na Revista Além da Vida nº 31
* Antonio Celente Videira é Conselheiro e Diretor-Financeiro da Fundação Cristã Espírita Cultural Paulo de Tarso –
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O AMOR QUE REMOVE MONTANHAS,
O AMOR  QUE INSPIRA A TODOS A DESEJAREM UM MUNDO MELHOR,
 O SER HUMANO QUE AMA A TODOS COMO A SI MESMO!!!
AH!!! QUE MARAVILHA!!! 
O AMOR  ATINGIU A MAIORIDADE E  SE TORNOU COMPAIXÃO...
 Irene Ibelli


domingo, 13 de março de 2011

QUANDO O AMOR ATINGE A MAIORIDADE???


QUANDO O AMOR ATINGE A MAIORIDADE???

É amigos está na hora de arregaçarmos as mangas e começarmos a trabalhar; seja orando, seja orientando, seja mostrando para a humanidade o caminho do amor pelos nossos semelhantes...
 As castástrofes ainda acontecem para despertar em nós a compaixão pelos sofrimentos de nossos irmãos, então vamos PRATICAR O AMOR exemplificado por Jesus, amor este tão sublime, tão puro que fez de JESUS O MAIOR DE TODOS OS MESTRES.
AMAR AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO...
 FAZER AOS OUTROS O QUE GOSTARIA QUE LHE FOSSE FEITO... 
Estes são alguns dos exemplos da maestria!!!
Aí então não precisaremos da dor e do sofrimento para nos elevarmos até Ele, isto é, para evoluirmos!!!
Porque a ascensão nada mais é do que a elevação de nossa consciência...e é onde O AMOR ATINGE A SUA MAIORIDADE... E SE TORNA COMPAIXÃO!!!

 Irene Ibelli

quarta-feira, 2 de março de 2011

Mensagem de Bezerra de Menezes - psicografada por Divaldo Franco


Reunião mediúnica no Centro Espírita Internacional
Brasília, 19 de abril de 2010.
Comunicação psicografada por Divaldo Pereira Franco, de autoria espiritual de Bezerra de Menezes.

Irmãos amigos, devotados obreiros da seara de Jesus! Abraçando-os em nome dos trabalhadores do lado de cá, rogamos ao Mestre Amigo bênçãos de paz para todos.
Os novos tempos em transcurso no plano físico anunciam uma era de transformações necessárias à implementação do processo evolutivo do ser humano. Os dois planos da vida se irmanam e laços de solidariedade se estreitam, tendo em vista os acontecimentos previstos.
Em atendimento aos compromissos firmados por orientadores do Planeta, almas abnegadas se desdobram em atividades, definindo responsabilidades e tarefas a serem desenvolvidas em épocas específicas.
Não longe, porém, nas regiões purgatoriais de sofrimento que assinalam o perfil dos seus habitantes, no mundo espiritual, almas se agitam, movimentam-se, produzindo ruídos e clamores na expectativa de se beneficiarem, de alguma forma, com a programação que o Alto determina.
Desassossegados, temem as mudanças que já lhes foram anunciadas e, por não saberem ainda administrar emoções e desejos, dirigem-se às praças públicas e aos templos religiosos de diferentes interpretações para debaterem e opinarem: ora aceitam os ventos das mudanças, ora se rebelam, posicionando-se contra elas. Nesse processo, influenciam os encarnados que lhes acatam as opiniões vacilantes e, ao mesmo tempo, são por eles influenciados.
O certo é que a Humanidade chegou a um ponto de sua caminhada evolutiva que não mais se lhe permite retrocesso de qualquer natureza. Para os próximos cinqüenta anos já se delineia um planejamento destinado a ser cumprido por uma coletividade de Espíritos que irão conviver com grandes e penosos desafios.
Trata-se de uma população heterogênea constituída de almas esclarecidas e de outras em processo de reajuste espiritual. As primeiras revelam-se iluminadas pelo trabalho desenvolvido na fieira dos séculos, quando adquiriram recursos superiores de inteligência e de moralidade.
Retornam à reencarnação para exercer influência positiva sobre as mentes que se encontram em processo de reparação, necessitadas de iluminação espiritual.
A atual Humanidade será pouco a pouco mesclada por esses dois grupos de Espíritos reencarnantes. Inicialmente na sua terça parte, abrangendo todo o Planeta, depois, dois e três terços. O trânsito entre os dois planos estará significativamente acelerado. Um trânsito de mão dupla, acrescentamos, pois coletividades de encarnados também retornarão à Pátria verdadeira.
Anunciam-se, então, o processo renovador de consciências por meio de provações, algumas acerbas .
Uma operação de decantação que visa selecionar os futuros habitantes do Planeta, aqueles que deverão viver os alvores da Era da Regeneração.
A massa humana de sofredores, de Espíritos empedernidos, repetentes de anteriores experiências, retornará à gleba terrestre em cerca de cinqüenta anos, mas os guardiões da Terra estarão a postos, ao lado de cada encarnado ou desencarnado convocando-os á transformação para o bem.
É a era do espírito, anunciada a clarinadas na manhã do dia de ontem, 18 de abril de 2010, no momento em que o sol lançava os seus primeiros raios à Terra. Em região muito próxima ao plano físico, habitantes do Além quase que se fundiram com a humanidade encarnada para, em reunião de luz e vibração amorosa, ouvir o mensageiro de Jesus que lhes traçou as diretrizes de uma nova ordem planetária, que ora começa a se estabelecer.
Ismael falou emocionado para os representantes de todas as nacionalidades, logo após a manifestação clamorosa dos seus patronos e guias.
Revelou planos de Jesus relacionados à cristianização dos homens . Ao final da abençoada assembléia, Espíritos valorosos deram-se as mãos, envolvendo o Planeta em suas elevadas vibrações, transformadas em pérolas que caiam do alto sobre os seus habitantes, atingindo-lhes a fronte na forma de serafina luminosidade.
Estejam, pois, atentos para os acontecimentos, meus filhos. Reflitam a respeito do trabalho que se delineia e, do posto de serviço onde se encontrem, sejam, todos e cada um, foco de luz, ponto de apoio.
Ouçam as vozes do céu, pois estão marcados pela luz dos guardiões planetários. Façam a parte que lhes cabem. Sejam bons, honestos, laboriosos, fraternos.
Os dias futuros de lutas e dores assemelham-se aos "ais" apocalípticos. Surgirão aqui, acolá e mais além, implorando pela união, compaixão e misericórdia, individual e coletiva.
Assim, irmãos e amigos, não cometam o equívoco de olhar para trás, mas coloquem as mãos na charrua do Evangelho e sigam adiante.
Não repitam a experiência a mulher de Ló, o patriarca hebreu que, possuidora de fé frágil, olhou para trás em busca dos prazeres perdidos, transformando-se em estátua de sal, desiludida pela aridez das falsas ilusões.
Façam brilhar a própria luz, meus filhos! Este é o clamor do Evangelho, hoje e sempre!...
Bezerra
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Caríssimos amigos (Observação do Irmão Osvaldo),
Muito se tem estudado sobre a evolução da Terra na escala hierárquica dos mundos, sendo apregoado, a todo canto, o estabelecimento do status de mundo de regeneração. Até agora tínhamos a certeza de que tal mudança, de mundo de provas e expiações para mundo de regeneração, era algo que vinha se ocorrendo ao longo dos últimos séculos.
Não havia notícias mais concretas sobre a efetivação deste grau no orbe terrestre.
Em reunião ocorrida no Plano Espiritual, em data de 18 de Abril de 2010, em região próxima à terra (temos notícia de que se trata de uma cidade espiritual localizada acima de Brasília), as mais altas autoridades encarregadas da governança do nosso querido planeta, sob a orientação de Jesus, anunciaram o início da ERA DO ESPÍRITO.
Ismael, falando em nome dE Cristo, noticiou Seus planos específicos para a cristianização dos homens e o estabelecimento deste novo momento do planeta, qual seja, a efetiva progressão de mundo de provas e expiações para mundo de regeneração.
A carta, que segue no arquivo anexo em formato PDF, da idéia de como serão os próximos cinqüenta anos, do que enfrentaremos, de quem vem do plano espiritual e de quem volta para lá.
Não se trata de comunicação a ser lida, mas sim a ser sentida, a ser estudada, meditada. Cada frase contém ensinamentos profundos que nos permitirão compreender as mudanças pelas quais a humanidade vem passando e aquelas que estão por vir, os quais também nos permitirão compreender as catástrofes coletivas que advirão em decorrência do processo de decantação necessário à seleção dos futuros habitantes do planeta.
Enfim, resta-nos elevar ao Alto nossos profundos sentimentos de gratidão e reconhecimento pela permissão de que tenhamos contato com tais notícias, auxiliando-nos na necessária condução de nossas vidas rumo a esta nova era.
Que bênçãos de paz e amor recaiam sobre o "médico dos pobres", espírito de nobreza ímpar que está, a todo momento, nos auxiliando na fixação dos ideais evolutivos, imprescindíveis a que possamos somar esforços para o efetivo estabelecimento desta nova ordem mundial.
Fraternal abraço a todos.
Osvaldo

18 de abril foi o dia de Lançamento do Livro dos Espíritos em 1857...

Mensagem super importante para aqueles que estão dispostos a fazer sua parte!

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"Se eu pudesse deixar algum presente para você,
deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos seres humanos.
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo a fora.
Lembraria os erros  que foram cometidos para que não mais se repetissem".
                                                                              Gandhi
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 Irene Ibelli