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terça-feira, 1 de março de 2011

MUNDO ESPIRITUAL


MUNDO ESPIRITUAL

 

 

 

PERGUNTA FREQÜENTE

Que acontece com o espírito, quando morre seu corpo?

Muitas pessoas, depois da sua desenarnação, permanecem aqui mesmo na crosta da Terra, nos ambientes onde viveram. Outras conseguem "desligar-se" e são conduzidas ou atraídas para regiões espirituais compatíveis com sua evolução e merecimento. Dessa forma, enquanto algumas seguem para regiões ou faixas vibratórias mais elevadas, outras ficam na Terra ou vão para as zonas do umbral e até mesmo das trevas.

O umbral, ou os umbrais são regiões espirituais mais próximas da crosta da Terra, onde se localizam espíritos mais atrasados ou que não mereceram elevar-se a faixas mais altas por causa de suas culpas e/ou omissões durante a vida. São zonas de sofrimentos, desequilíbrios e aflições, algo semelhante ao purgatório da concepção católica. Quem quiser conhecer mais sobre esse assunto, encontra bibliografia bem variada a respeito.

Já as trevas, pelo que informam alguns espíritos, são zonas ainda mais "baixas" e tenebrosas, das quais pouca notícia se tem. Mas a permanência dos espíritos nas regiões de sofrimento não é eterna. Sempre que algum deles, sinceramente arrependido de seus atos, implora ajuda a Deus, acaba sendo socorrido por falanges de espíritos benfeitores, que trabalham naquelas zonas de purgação, em nome do amor.

Há também as faixas espirituais mais elevadas, ambientes de imensa beleza, paz, harmonia e contentamento. Mas não são como aquele céu que é ensinado pela maioria das religiões.

 

 

QUESTIONAMENTO FREQÜENTE

 

É muito difícil assimilar a idéia da existência de um mundo espiritual.

 

É muito difícil, enquanto nos manifestamos através do cérebro físico, aceitar a idéia de um mundo espiritual invisível e intangível aos nossos sentidos, no qual são desenvolvidas inúmeras atividades, onde há instituições como hospitais, postos de socorro, residências, governadorias, etc.

Talvez essa dificuldade seja ainda maior porque não nos acostumamos a questionar. As religiões nos falam em céu e inferno, em Deus, em anjos, arcanjos e outros seres que não vemos e cuja presença não percebemos, mas em cuja existência acreditamos. Se eles existem, mas são invisíveis e intangíveis a nós, por que não podem existir outras tantas coisas e seres que não vemos, nem percebemos?

Quando adormecemos, "saímos" do corpo carnal, embora permaneçamos ligados a ele por filamentos fluídicos, conhecidos como o "cordão prateado". E nessa condição de espíritos fora da matéria, nos manifestamos e vivenciamos inúmeras andanças e experiências no mundo espiritual, durante o sono.

 

PERGUNTA FREQÜENTE

Que são os sonhos?

Há vários tipos de sonhos. Há aqueles em que ficamos flutuando sobre o corpo físico, mergulhados nas imagens do subconsciente ou do inconsciente, revendo acontecimentos recentes e até mesmo cenas de vidas passadas.

Essas imagens nos aparecem como sonhos.

Há os sonhos produzidos pelas andanças no mundo espiritual. Nessas andanças a nossa ligação com a matéria não nos permite muita lucidez. Por isso, muito do que vemos, a nossa mente ligada ao cérebro carnal, pelo "cordão prateado" (ligação feita por filamentos fluídicos entre o corpo carnal e o espiritual), interpreta de forma distorcida.

Também, ao acordarmos, quando o cérebro do corpo espiritual se justapõe ao carnal, as imagens de nossa memória são re-codificadas pelos arquivos do cérebro do corpo físico. Isto porque as condições espirituais são dimensionalmente diferentes das materiais. Por isso os sonhos de que lembramos, são quase sempre estranhos e até mesmo absurdos.

Mas há também aqueles sonhos produzidos pelos espíritos, bons ou maus, que nos querem passar alguma idéia, avisos, orientações ou nos desejam perturbar.

Muitas pessoas igualmente são levadas a participarem de encontros, cursos, palestras e atividades assistenciais no mundo espiritual, durante o sono. Na maioria dos casos, nenhuma lembrança guardam ao acordar.

Como se pode perceber, essa outra dimensão não é um lugar de repouso eterno, mas um universo paralelo ao nosso, onde a vida se desenvolve com infinitas possibilidades de aprendizado e progresso, muito além dos limites do nosso entendimento.

 

PERGUNTA FREQÜENTE

Como (de que forma) estaremos nesse mundo espiritual, depois que retornarmos para lá? Seremos assim como um ser flutuante, transparente... ou teremos um corpo... e como será esse corpo?

Os espíritos superiores, na codificação do Espiritismo, explicaram que os seres humanos são constituídos de um princípio espiritual, ou Espírito; de um corpo espiritual, ou perispírito, e do corpo carnal. Somos, portanto, um ser bem mais complexo do que comumente se supõe.

O Espírito seria assim como uma centelha do Espírito divino, que ninguém teria como ver. O perispírito é um corpo intermediário, que permite ao espírito manifestar-se na matéria. Ao que se sabe, há ainda outros corpos como o mental e o etérico, ou energético, mas vamos falar apenas dos três principais: espírito, perispírito (ou corpo espiritual) e corpo carnal.

Centenas de espíritos que têm contado, através da psicografia dos mais diversos médiuns, as suas experiências no retorno ao mundo espiritual, dizem que, para eles, seus corpos e também os novos ambientes lhes parecem tão consistentes e tangíveis quanto antes, aqui na Terra, embora se sintam bem mais leves.

Também as pessoas que se desdobram, ou fazem "viagens astrais", falam sobre os ambientes que encontram no mundo espiritual, nas faixas mais próximas de nós. Elas dizem que esses ambientes são bastante semelhantes aos nossos, tanto que, por vezes ficam em dúvida se estão na Terra ou na dimensão espiritual.

No livro Devassando o Invisível a médium Ivone Pereira narra inúmeros episódios e fatos que ocorreram com ela em incursões ao mundo espiritual, com explicações sobre vários aspectos dessas dimensões. É um livro que vale a pena ser não apenas lido, mas também estudado.

 

PERGUNTAS FREQÜENTES

Existe Céu? Existe Inferno? Se existem, como são?

A idéia de um Inferno eterno é absolutamente incompatível com o mais raquítico senso de justiça.

Você atiraria um filho no inferno, pela eternidade afora, para castigá-lo por sua desobediência?

Então, como pode alguém crer que Deus daria tão horrendo castigo a seres criados por Ele próprio?

Explicam os espíritos que céu e inferno não existem, na forma como têm sido mostrados pelas religiões. Existe, sim, o mundo espiritual, com as suas diversas faixas ou dimensões vibratórias. Quanto mais elevadas, mais luminosas e felizes. Quanto mais baixas, mais escuras e tenebrosas.

Mas não foi Deus quem as criou. Elas, na verdade, refletem o íntimo dos seus habitantes.

Dizem os espíritos que a matéria na dimensão espiritual é muito plástica e facilmente influenciável pelos pensamentos e emoções dos que nela habitam. Assim, é fácil entender que os ambientes espirituais onde se reúnem seres da mais baixa condição moral, cruéis e perversos, portadores das mais indignas paixões e vícios, sejam locais desagradáveis e mesmo horríveis, onde os mais fortes dominam os mais fracos, impingindo-lhes sofrimentos sem conta; onde não há justiça; onde a própria natureza se amolda ao horror que ali se vivencia.

Então, vemos que não é Deus o responsável pela existência dessas zonas vibratórias, que o espírito André Luiz chama de Umbral e Trevas.

O Umbral, ou os umbrais, abrigam espíritos endividados com a lei maior, mas mesmo eles não estão condenados a permanecer ali eternamente. Sempre que algum deles pede ajuda a Deus através da prece, sinceramente arrependido dos maus atos que praticou, essa ajuda lhe chega pelas mãos dos bons espíritos que trabalham em nome do amor nessas zonas de sofrimento.

Nessas circunstâncias ele é conduzido para alguma das muitas instituições assistenciais que existem na dimensão espiritual. Ali, ele aprende a dignificar a vida através do estudo e do trabalho, engajando-se em alguma das muitas atividades que são exercidas pelos espíritos. Alguns são logo encaminhados para a reencarnação.

Nas colônias espirituais como Nosso Lar, tão bem descrita pelo espírito André Luiz, através da psicografia de Chico Xavier (no livro do mesmo nome), existem instituições responsáveis pelas reencarnações, onde são estudados e analisados os processos de retorno à matéria, assim como também é feito o acompanhamento dos casos.

Os planos superiores se multiplicam em infinitas graduações, desde as mais próximas à nossa condição, até aqueles muito elevados que escapam ao nosso entendimento, por sua harmonia e profunda beleza. Também eles refletem os valores espirituais já alcançados por seus habitantes.

 

PERGUNTA NATURAL

Para que tipo de plano espiritual iremos nós, seres de mediana evolução, depois de nossa desencarnação?

Toda a nossa existência é regida por leis muito sábias, perfeitas e justas, que sempre nos levam a colher exatamente aquilo que semeamos. Foi por isso que Jesus afirmou: "A cada um será dado de acordo com suas obras".

Essas leis geram os mecanismos de causa e efeito, pelos quais toda ação provoca uma reação semelhante. Assim, ao desencarnarmos, vamos encontrar na dimensão espiritual condições boas ou más, de acordo com o uso que fizemos dos bens que a vida nos concedeu, com as ações que praticamos e também com as nossas indevidas omissões.

Há um velho e sábio ditado que diz: "Quem semeia ventos, colhe tempestades". Esta é uma verdade cósmica. Portanto, quando passarmos para o mundo espiritual através da morte, vamos colher exatamente o resultado de tudo que aqui plantamos. De nada valerão os "pistolões" espirituais, tais como missas, orações, novenas, remissões e outros atos semelhantes, porque toda pessoa responde por suas ações e não há como burlar essa lei; não há como enganar a Deus.

A morte, na verdade, conduz cada espírito para a situação ou faixa vibratória apropriada e merecida. Isto funciona de forma irreversível, pela força da lei das afinidades vibratórias.

As pessoas muito apegadas aos bens terrenos, à casa, aos móveis, ao trabalho, às amizades e curtições geralmente permanecem imantadas aos ambientes onde viveram. Isto lhes gera sofrimento e é prejudicial à sua evolução. O espírito liberto da carne deve libertar-se também de todas as condições materiais e reiniciar suas experiências, atividades e aprendizados no mundo espiritual, visando sempre seu crescimento, sua evolução como ser cósmico que é.

Os espíritos que não conseguem afastar-se dos ambientes em que viveram, também são conhecidos como "sofredores". As mazelas, problemas e doenças que os perturbaram antes de sua desencarnação permanecem vivos em suas mentes, projetando-se em seus corpos espirituais. Com isso, eles continuam sentindo as mesmas dores e angústias de seus últimos tempos na Terra, e seus sofrimentos repercutem também nas pessoas sensíveis das quais se aproximam, podendo causar-lhes inúmeros transtornos e até mesmo doenças que os médicos não conseguem diagnosticar nem tratar de forma correta.

Da mesma forma, aqueles que praticam suicídio sofrem muito no mundo espiritual. Há inúmeros relatos de espíritos de ex-suicidas narrando seus sofrimentos verdadeiramente atrozes e, regra geral, de longa duração. É claro que as situações variam de um caso para outro, mas sempre o suicídio representa terríveis sofrimentos a quem o pratica, refletindo-se em suas futuras encarnações. Os espíritos de suicidas geram uma vibração tão pesada e hipnótica que a sua simples presença pode até induzir uma pessoa reencarnada a praticar ato idêntico, desde, é claro, que essa pessoa tenha tais tendências e se deixe influenciar por aquela presença. Talvez por isso os espíritos falam sobre zonas espirituais, como o Vale dos Suicidas, onde esses espíritos permanecem, por períodos mais ou menos longos, distantes das comunidades terrenas.

Também as pessoas que vivem em desacordo com as leis de Deus, praticando a violência, a ganância, prejudicando o próximo, vivenciando o orgulho, a prepotência e outros valores negativos assim como vícios e maldades os mais diversos, depois da morte irão situar-se em zonas vibratórias compatíveis com seu próprio estado espiritual.

Depois da morte cada qual recebe exatamente o que fez por merecer durante sua vida na Terra. As posições que ocupou não têm qualquer valor no mundo espiritual. Ninguém chega aos planos mais elevados sem antes aprender aqui mesmo na Terra a perdoar, a ser pacífico, humilde, fraterno, honesto, justo, desprendido dos bens materiais, agir com ética e, acima de tudo, amar. Da mesma forma, ninguém ascenciona espiritualmente sem adquirir os valores da inteligência e da sabedoria, através do estudo, do trabalho e das lutas e dificuldades do cotidiano.

 

PERGUNTA FREQÜENTE

O que fazer quando se suspeita da presença de "espíritos sofredores"?

Quando se suspeita da presença de "espíritos sofredores" a freqüência a um centro espírita é muito importante, porque, além dos esclarecimentos e orientações que ali são ministrados, eles são também devidamente assistidos e encaminhados.

Também é importante fazer-se preces por eles, pedindo a Deus para aliviar suas dores e aflições, e aos benfeitores espirituais para que os assistam e os conduzam a alguma instituição socorrista no mundo espiritual.

 

PERGUNTA FREQÜENTE

E os planos superiores, como são?

Há muitos relatos dos espíritos sobre essas regiões vibratórias mais elevadas e mesmo um dos Apóstolos disse que fora até o terceiro céu.

Como a matéria astral é muito plástica e os ambientes espirituais refletem a beleza ou feiúra do que vai no íntimo dos seus habitantes, podemos imaginar quão maravilhosas devem ser as regiões onde habitam seres como Francisco de Assis, madre Tereza de Calcutá, Ghandi e outros espíritos de escol.

E não se trata apenas dos aspectos de beleza, mas da elevada vibração que ali é uma constante. Muitos médiuns e pessoas de grande sensibilidade percebem a presença de espíritos mais evoluídos com tanta intensidade e numa forma tão divinal, que não conseguem reter as lágrimas. São presenças maravilhosas, irradiando tanto amor, júbilo e paz, que as palavras não conseguem registrar.

Mas não se pense que nas zonas superiores se desfruta de repouso. Conforme informações dos espíritos, quanto mais evoluídos, mais eles trabalham e nesse trabalho está o seu prazer, a sua realização.

Nos relatos de espíritos que narram seu retorno ao mundo espiritual, há sempre o componente do trabalho. Logo que tenham se recuperado dos traumas da desencarnação, começam a sentir necessidade de atividades. Muitos voltam a estudar, porque lá também há escolas, universidades, etc.. Outros pedem trabalho que lhes é fornecido de acordo com suas capacidades e aptidões. Mas por lá também há lazeres os mais variados, dependendo também dos gostos e projetos evolutivos dos habitantes.

Assim, aquela idéia de um céu de inativos, cantando glórias a Deus pela eternidade afora... ou sentados no beiral de uma nuvem, tocando harpa... não condiz com a realidade.

A lógica nos diz que uma natureza dinâmica, realizadora, como a do ser humano não iria suportar uma existência de inatividade pela eternidade afora.

Mesmo que o céu fosse como de certas crenças, com rios de leite e mel, e com todos os prazeres possíveis... chegaria um dia em que tudo isso iria cansar.

A natureza humana não suportaria por muito tempo a estagnação.

Deus sabe o que faz. A reencarnação e as infinitas possibilidades de crescimento, aprendizado e realização refletem a lei universal da evolução contínua.

 

 

 

Fonte: http://mundoespiritual.com.br

 

 

A morte, ou desencarnação, conduz cada espírito para a situação ou faixa vibratória apropriada e merecida.

Isto funciona de forma irreversível, pela

força da lei das afinidades vibratórias.

 

 
 Irene Ibelli

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Mensagem de Bezerra de Menezes de 13.09.2009 psicografada por Divaldo Franco

Transcrevemos, abaixo, mensagem de Bezerra de Menezes,

 recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco,

ao final da conferência pública em torno da maternidade,

realizada no Grupo Espírita André Luiz, no Rio de Janeiro,

na noite de 13 de agosto de 2009.)

Ela nos incentiva a um esforço maior e mais constante

 para desenvolvermos vibrações de amorosidade e paz

para os que nos cercam, tanto perto, quanto longe, ou seja,

 para toda a humanidade.
 

MENSAGEM DE BEZERRA

 

Cristãos Decididos
 …Estamos sendo convocados pelos Espíritos nobres para ser os lábios pelos quais a palavra de Jesus chegue aos corações empedernidos.
Estamos sendo convocados para ser os braços do Mestre, que afaguem, que se alonguem na direção dos mais aflitos, dos combalidos, dos enfraquecidos na luta.
Estamos colocados na postura do bom samaritano, a fim de podermos ser aquele que socorra o caído na estrada de Jericó da atualidade.
Nunca houve na história da sociedade terrena tantas conquistas de natureza intelectual e tecnológica!
Nunca houve tanta demonstração de humanismo, de solidariedade, tanta luta pelos direitos humanos!
É necessário, agora, que os cristãos decididos arregacem as mangas e ajam em nome de Jesus.
Em qualquer circunstância, que se interroguem: - em meu lugar que faria Jesus?
E, faça-o, conforme o amoroso Companheiro dos que não têm companheiros, faria.
Filhos da alma!
Estamos saturados de tecnologia de ponta, graças à qual, as imagens viajam no mundo quase com a velocidade do pensamento, e a dor galopa desesperada o dorso da humanidade em desalinho.
O Espiritismo veio como Consolador para erradicar as causas das lágrimas.
Sois os herdeiros do Evangelho dos primeiros dias, vivenciando-o à última hora.
Estais convidados a impregnar o mundo com ternura, utilizando-vos da compaixão.
Periodicamente, neste planeta de provas e expiações, as mentes em desalinho vitalizam microorganismos viróticos que dão lugar a pandemias destruidoras.
Recordemo-nos das pestes que assolaram o mundo: a peste negra, a peste bubônica, as gripes espanhola, a asiática e a deste momento de preocupações, porque as mentes dominadas pelo ódio, pelo ressentimento, geram fatores propiciatórios à manifestação de pandemias desta e de outra natureza.
Só o amor, meus filhos, possui o antídoto para anular esses terríveis e devastadores acontecimentos, desses flagelos que fazem parte da necessidade da evolução.
Sede vós aquele que ama.
Sede vós, cada um de vós, aquele que instaura o Reino de Deus no coração e dilata-o em direção da família, do lugar de trabalho, de toda a sociedade.

Não postergueis o dever de servir para amanhã, para mais tarde.
Fazei o bem hoje, agora, onde quer que se faça necessário.
As mães afro-descendentes, as mães de todas as raças, em um coro uníssono, sob o apoio da Mãe Santíssima, oram pela transformação da Terra em Mundo de Regeneração.
Sede-lhes filhos dóceis à sua voz quão dócil foi o Crucificado galileu que, ao despedir-se da Terra, elegeu-a mãe do evangelista do amor, por extensão, a Mãe Sublime da Humanidade.
 
Muita paz, meus filhos.
Que o Senhor de bênçãos nos abençoe.
O servidor humílimo e paternal de sempre,
 
                                                Bezerra


(Aproveitamos a "deixa" para convidá-lo a participar da Rede Mundial do Afeto, a fim de receber semanalmente um e-mail com as vibrações a serem feitas. Veja detalhes em www.rededoafeto.org )

 

 

 

Fixe sua visão espiritual no mundo de regeneração

para o qual já estamos começando a transitar.

 

Mas lembre-se que são necessárias algumas 

 transformações interiores e muito empenho

de cada um que lá quiser chegar.

www.mundoespiritual.com.br

 

 
 
 Irene Ibelli

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

CAMINHADA


Caminhada...

A caminhada terrena por vezes é difícil e penosa, mas sabemos que ela tem como meta o nosso crescimento, a nossa elevação.
Tropeços, tentações e desvios são os meios que Deus se utiliza para nos testar em nossa conduta moral.
Filhos desajustados, cônjuges difíceis e parentes desarmonizados são colocados ao nosso lado para que na convivência possamos exercitar a paciência, a tolerância, o entendimento.
A dor, o sofrimento, as lágrimas são os meios utilizados para nos testar em nossa fé, resignação e submissão a vontade do Pai.
O irmão que grita por socorro, que pede pelo alimento, pelo agasalho, é o meio utilizado para nos testar no serviço da caridade.
Deus o Pai, nos enviou seu filho maior para nos servir de guia e modelo. Seus ensinamentos foram deixados para que nos servissem de guia moral, para exercitarmos a benevolência, a fraternidade e o amor ao nosso irmão.
Este é o nosso desafio maior, refletir sobre esse legado e lembrarmos-nos do ensinamento maior do Amor a Deus e ao nosso próximo como Jesus amou e ama.
Seus exemplos aí estão para serem seguidos, basta que o nosso coração esteja aberto para que o Mestre faça a sua morada.
De um irmão sempre presente,

A todos os amigos da Fraternidade
Mensagem recebida, pelo
Grupo de Estudos de Psicografia da
Fraternidade Francisco de Assis
em 16/02/2011
 
 Irene Ibelli

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

DIANTE DA TERRA - EMMANUEL

DIANTE  DA  TERRA
 

Emmanuel

 

Teríamos sido, porventura, situados na gleba do mundo para fugir de colaborar no progresso do mundo, quando o mundo nos provê com todas as possibilidades necessárias ao progresso de nós mesmos?

Muitos companheiros se marginalizam em descanso indébito, junto à seara, alegando que não suportam os chamados problemas intermináveis do mundo; desejariam a estabilidade e a harmonia por fora, a fim de se mostrarem satisfeitos na Terra, quando a harmonia e a estabilidade devem morar por dentro de nós, de modo a que nossos encargos, à frente do próximo, se façam corretamente cumpridos.

O mundo, em todo tempo, é uma casa em reforma, com a lei da mudança a lhe presidir todos os movimentos, através de metamorfoses e dificuldades educativas.

O progresso é um caminho que avança. Daí, o imperativo de contarmos com oposições e obstáculos toda vez que nos engajemos na edificação da felicidade geral.

Omissão, no entanto, é parada significando recuo.

Entendamo-nos na posição de obreiros, sob a pressão de crises renovadoras.

Todos faceamos permanente renovação, a cada passo da vida.

Nem tudo que tínhamos ontem por certo, nos quadros exteriores da experiência, continua como sendo certo nas horas de hoje. Os ideais e objetivos prosseguem os mesmos, a nos definirem aspiração e trabalho; entretanto, modificaram-se instrumentos e condições, estruturas e circunstâncias.

A Terra, porém, nos pede cooperação no levantamento do bem de todos e a ordem não é deserção e sim adaptação. Em suma, estamos chamados à vivência no mundo, a fim de compreendermos e melhorarmos a vida em nós e em torno de nós, servindo ao mundo, sem deixarmos de ser nós mesmos, e buscando a frente, mas sem perder o passo de nossos contemporâneos, para que não venhamos a correr o risco de seguir para frente demais

 

Francisco Cândido Xavier.

Da obra: Rumo Certo.

Ditado pelo Espírito Emmanuel.
 

Fonte: http://universoespirita.org.br

l.

 

sábado, 19 de fevereiro de 2011

MENSAGEM MEDIÚNICA DO DR. BEZERRA DE MENEZES

MENSAGEM MEDIÚNICA DE BEZERRA
Por Divaldo Franco
(13.11.2010 – Los Angeles)
 
"Meus filhos:
Que Jesus nos abençoe
A sociedade terrena vive, na atualidade, um grave momento mediúnico no qual, de forma inconsciente, dá-se o intercâmbio entre as duas esferas da vida. Entidades assinaladas pelo ódio, pelo ressentimento, e tomadas de amargura cobram daqueles algozes de ontem o pesado ônus da aflição que lhes tenham proporcionado. Espíritos nobres, voltados ao ideal de elevação humana sincronizam com as potências espirituais na edificação de um mundo melhor. As obsessões campeiam de forma pandêmica, confundindo-se com os transtornos psicopatológicos que trazem os processos afligentes e degenerativos.
Sucede que a Terra vivencia, neste período, a grande transição de mundo de provas e de expiações para mundo de regeneração.

Nunca houve tanta conquista da ciência e da tecnologia, e tanta hediondez do sentimento e das emoções. As glórias das conquistas do intelecto esmaecem diante do abismo da crueldade, da dissolução dos costumes, da perda da ética, e da decadência das conquistas da civilização e da cultura...
Não seja, pois, de estranhar que a dor, sob vários aspectos, espraia-se no planeta terrestre não apenas como látego mas, sobretudo, como convite à reflexão, como análise à transitoriedade do corpo, com o propósito de convocar as mentes e os corações para o ser espiritual que todos somos.
Fala-se sobre a tragédia do cotidiano com razão.
As ameaças de natureza sísmica, a cada momento tornam-se realidade tanto de um lado como de outro do planeta. O crime campeia a solta e a floração da juventude entrega-se, com exceções compreensíveis, ao abastardamento do caráter, às licenças morais e à agressividade.
Sucede, meus filhos, que as regiões de sofrimento profundo estão liberando seus hóspedes que ali ficaram, em cárcere privado, por muitos séculos e agora, na grande transição, recebem a oportunidade de voltarem-se para o bem ou de optar pela loucura a que se têm entregado. E esses, que teimosamente permanecem no mal, a benefício próprio e do planeta, irão ao exílio em orbes inferiores onde lapidarão a alma auxiliando os seus irmãos de natureza primitiva, como nos aconteceu no passado.
Por outro lado, os nobres promotores do progresso de todos os tempos passados também se reencarnam nesta hora para acelerar as conquistas, não só da inteligência e da tecnologia de ponta, mas também dos valores morais e espirituais. Ao lado deles, benfeitores de outra dimensão emboscam-se na matéria para se tornarem os grandes líderes e sensibilizarem esses verdugos da sociedade.
Aos médiuns cabe a grande tarefa de ser ponte entre as dores e as consolações. Aos dialogadores cabe a honrosa tarefa de ser, cada um deles, psicoterapeutas de desencarnados, contribuindo para a saúde geral. Enquanto os médiuns se entregam ao benefício caridoso com os irmãos em agonia, também têm as suas dores diminuídas, o seu fardo de provas amenizadas, as suas aflições contornadas, porque o amor é o grande mensageiro da misericórdia que dilui todos os impedimentos ao progresso – é o sol da vida, meus filhos, que dissolve a névoa da ignorância e que apaga a noite da impiedade.

Reencarnastes para contribuir em favor da Nova Era.

As vossas existências não aconteceram ao acaso, foram programadas.
Antes de mergulhardes na neblina carnal, lestes o programa que vos dizia respeito e o firmastes, dando o assentimento para as provas e as glórias estelares.
O Espiritismo é Jesus que volta de braços abertos, descrucificado, ressurreto e vivo, cantando a sinfonia gloriosa da solidariedade.
Dai-vos as mãos!
Que as diferenças opinativas sejam limadas e os ideais de concordância sejam praticados. Que, quaisquer pontos de objeção tornem‑se secundários diante das metas a alcançar.
Sabemos das vossas dores, porque também passamos pela Terra e compreendemos que a névoa da matéria empana o discernimento e, muitas vezes, dificulta a lógica necessária para a ação correta. Mas ficais atentos: tendes compromissos com Jesus...
Não é a primeira vez que vos comprometestes enganando, enganado-vos. Mas esta é a oportunidade final, optativa para a glória da imortalidade ou para a anestesia da ilusão.
Ser espírita é encontrar o tesouro da sabedoria.
Reconhecemos que na luta cotidiana, na disputa social e econômica, financeira e humana do ganha-pão, esvai-se o entusiasmo, diminui a alegria do serviço, mas se permanecerdes fiéis, orando com as antenas direcionadas ao Pai Todo-Amor, não vos faltarão a inspiração, o apoio, as forças morais para vos defenderdes das agressões do mal que muitas vezes vos alcança.
Tende coragem, meus filhos, unidos, porque somos os trabalhadores da última hora, e o nosso será o salário igual ao do jornaleiro do primeiro momento.
Cantemos a alegria de servir e, ao sairmos daqui, levemos impresso no relicário da alma tudo aquilo que ocorreu em nossa reunião de santas intenções: as dores mais variadas, os rebeldes, os ignorantes, os aflitos, os infelizes, e também a palavra gentil dos amigos que velam por todos nós.
Confiando em nosso Senhor Jesus Cristo, que nos delegou a honra de falar em Seu nome, e em Seu nome ensinar, curar, levantar o ânimo e construir um mundo novo, rogamos a Ele, nosso divino Benfeitor, que a todos nos abençoe e nos dê a Sua paz.
São os votos do servidor humílimo e paternal de sempre,
Bezerra."
 
 Irene Ibelli

O RENASCER

O RENASCER

Normalmente discutimos as questões referentes ao renascimento corporal, entrelaçando esse ou aquele argumento, perpassando impressões e casos vários, probatórios, do nosso conhecimento.

O renascimento no corpo, todavia, reclama o nosso esforço, no sentido de refazer a própria romagem, utilizando-nos das felizes lições que a Doutrina do Consolador vem-nos apresentando, há tanto tempo.

Renascer em nova indumentária fisiológica é reencarnar. Muito embora o peso que o termo deixa transparecer para alguns, não resta dúvida de que, sendo lei divina, todos nela estamos incursos. Os que creem na ação dessa lei quanto os que não a admitem, todos estamos sujeitos ao seu comando.

O ressurgimento no corpo, concitando-nos à mudança de posicionamento ético em face das vivências que empreendemos, torna necessária a observação das recomendações ou dos lembretes que nos chegam por meio da mostragem dos que estão lacrimosos, sofridos e marcados por rudes expiações no mundo, junto a tantos que remoem amarguras de aparência interminável.

Mas, ao lado disso, verificamos os que se gloriam no trabalho são e afanoso, contínuo e feliz, na expansão das alegrias e da esperança, do amor e do bem, na trajetória dos seus dias. Acompanhemos esses quadros, a fim de fazermos nossa própria escolha, uma vez que sabemos que a colheita que se faz agora não passa do resultado da sementeira efetuada por nós mesmos, em outra ocasião...

Ante a bênção do renascimento em que você está matriculado, não desdenhe as experiências que o alcançam, convocando-o ao serviço para o encontro com Jesus, nosso Senhor.

Trabalhe e aprimore-se. Aprimore-se e sirva. Sirva e passe, fazendo luz a sua volta, clareando a sua reencarnação, renascendo também em espírito, assemelhando-se ao Criador pelo amor que espalhe.

 

  http://www.raulteixeira.com

Médium: J. Raul Teixeira.

 

fonte: www.caminhosluz.com.br

 
 Irene Ibelli

A AGENDA DO ESPÍRITO



Agenda do Espírito

O Homem não se questiona
Qual a sua missão na Terra
Por isso se decepciona
Quando a vida aqui se encerra.
Pela morte, o homem deixa a "tenda"
De sua matéria imperfeita
Prá rever a sua agenda
que por ele mesmo foi feita.
E vê o que estava escrito.
Não era assim tão difícil
Se sente pequeno , o espírito
Vendo o próprio desperdicio.
Amor a todos sem distinção
Era o maior compromisso
Mas não "viu" Deus, no irmão
Não amou e foi omisso.
Era pra exercer a mediunidade
Por sua vida a serviço
Não praticou a caridade
Perdeu. Mas um compromisso!
Também não perdoou o irmão
Ou com humildade, o pediu
Viveu sem comiseração
Outra postura assumiu.
Perdeu a grande oportunidade
De subir mais um degrau
Não vestiu a humildade
Buscou apenas o material.
Observa seus defeitos
E quer fazer a corrigenda
E por isso pede a Deus
Prá voltar com a mesma agenda.

(Um Amigo Poeta)


quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

QUE MENSAGEM LINDA!!!

 Mãe, não há adeus

Mãe, teu filho não é somente teu...
Deus, que premiou as estrelas, o
firmamento, que encheu de luz a terra.
que abençoou a natureza com
os pássaros canoros,
também fez o teu coração amoroso,
mãezinha querida!!!
Envolveu-me em teu ventre,
numa jornada de experiências inesquecíveis.
Possibilitou-me a ternura dos
teus gestos, a carícia do teu olhar.
Ensinou-me o teu coração,
a amar,a escrever,a sonhar...
Mas a lei, lei bendita que dá
o começo e o fim de etapas,
marcou o meu retorno.
Não compreendeste, querida.
Busca-me tantas vezes nas
coisas que eu gostava,
nas brincadeiras que apreciavas,
nas pequeninas travessuras...
E quando eu cresci, achava-me
distante de ti, como se o
mundo ensaiasse o
treinamento para
a grande e inexorável
separação.
Parti do teu regaço, mas
aqui estou, no regaço amoroso do
Nosso Pai, que me ensina
que a vida é a continuidade
numa nova dimensão,
que o amor continua sendo amor,
e que o entendimento das Leis Benditas é a
única forma de aliviar-te, para vestir de
esperança os teus gestos, aconchegando
ao teu peito outras mães que
ainda não tem a ventura
que tu já tens agora,
de poder guardar nos teus anelos
a certeza de que de cá e de lá, nesta nova
dimensão, nossas mãos podem se estreitar
novamente e dizer:
-Eu amo a Vida!A Vida é Bela!
A vida vivida com Deus
traça caminhos de união e gratidão,
descobrindo que;
Com Jesus não há Adeus

Meimei

 
 
 
 
OLHEM QUE LINDO!!!!

 
 Irene Ibelli



sábado, 12 de fevereiro de 2011

SE EXISTE SAUDADE!!!


Se existe saudade


A saudade é esse passarinho que vem de leve e pousa no nosso coração trazendo lembranças, como um colibri que beija a flor e traz beleza. E ela nem escolhe hora ou lugar, só aparece assim, invadindo inteiramente esse espaço que consideramos reservado às pessoas ou ocasiões especiais.

Mas se existe saudade, é porque existem sementinhas de ternura plantadas em nós; pedacinhos de coisas boas, que talvez nem tenham ficado muito tempo, mas o suficiente para deixar um rastro, um sabor, uma marca, um perfume.

Outro dia, falando sobre a saudade que sinto da minha família virtual, ouvi, com surpresa, alguém dizer que não é possível sentir saudade de pessoas que nunca vimos. E como não?

Que nome dar então a essa falta, esse vazio nostálgico, dolorido e bom que invade a alma e toma conta do momento? Essa viagem que fazemos sem malas e documentos e que nos leva e nos trás, cheios de amor e de não sei o quê?

A saudade é uma prova, um certificado, carimbado e assinado embaixo de que não estamos inteiramente sós e nem vazios. As pessoas vêm e vão e ficam assim se prolongando em nós, existindo pela eternidade do nosso caminho.

E amanhã ou depois, quando tudo o que sobrar em nós forem pedaços do passado, teremos esse coração rico em histórias que nos farão rir sozinhos e nos sentir vivos.

São essas as peças que os verdadeiros amigos pregam ao nosso coração. Caímos nessa armadilha e ainda nos divertimos.

Aprendemos assim que sentir saudade é respirar o amor que plantaram em nós. É viver depois repletos desse amor para a vida toda.


Letícia Thompson

 
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 Irene Ibelli

HÁ ALGO MAIS... UM AMOR. UMA LUZ


HÁ ALGO MAIS... UM AMOR. UMA LUZ

(O Dia do Espírito é Todo Dia...)
Da mesma forma que existem dias comemorativos de várias áreas, também há o Dia do Espírito. E esse é todo dia... Nas asas da eternidade.
Encarnados, ou desencarnados, isso não altera o fato de que somos espíritos.
Dentro ou fora do corpo, somos viajantes do infinito...
E se existe um dia de finados â€" que prende a mente aos despojos carnais -, também existe o Dia do Espírito, que, oriundo do Eterno, jamais fica sob o peso de tumba alguma.
Porque o que é da Terra volta para Ela.
E o que é das estrelas volta para o infinito...
Ah, hoje é Dia do Espírito, como todos os dias.
E há um vai-e-vem contínuo, entre o Céu e a Terra...
Inclusive, agora mesmo, muitos espíritos estão descendo à Terra e tornando-se bebês novamente, para uma série de aprendizados.
E, ao mesmo tempo, muitos outros estão se desprendendo espiritualmente do plano físico e voando de volta para casa, lá nas estrelas.
Na descida, ou na subida, isso é um movimento interplanos, onde os espíritos progridem na senda do infinito.
Na Eternidade não há início ou fim de coisa alguma.
Logo, todo dia é do espírito!
Jovem ou velho, homem ou mulher, alto ou baixo, branco ou negro, ocidental ou oriental, pouco importa, pois todos são espíritos.
E nenhum cemitério irá segurá-los.
Porque eles voam, e não são confinados a coisa nenhuma!
Pelo contrário, livrando-se do condicionamento terreno, relembram de sua natureza espiritual e saem voando igual a gaivotas de luz, rumo às estrelas...
Ah, hoje é Dia do Espírito. Sempre foi... E sempre será.
Pois a vida continua, na Terra e além...
P.S.:
Na tumba não tem ninguém.
Mas, lá nas estrelas, está cheio de gente.
Porque há algo mais... Um Amor. Uma Luz.
E quem ama, sabe. E sente isso em seu coração.
Ah, sente, sim é bem mais do que se imagina.
E, por isso, comemora o Dia do Espírito, todos os dias.
E hoje é mais um dia...
Então, que seja um dia proveitoso.
Porque viver é preciso, sempre...
E todo dia tem sua luz e sua lição.
Assim como cada coração tem seu amor.
Na Terra, e além, todo Dia é do Espírito!
E quem vive, sabe. E respira o Sopro Vital do Eterno.
Na tumba, jaz ninguém, e finado é só o corpo.
Mas, lá no Astral, tem comemoração todo dia.
Porque há algo mais... Um Amor. Uma Luz.
E a vida segue, todo dia, e sempre...**
Paz e Luz.
- Wagner Borges  brindando à consciência, e comemorando mais um dia...
Curitiba, 03 de junho de 2010.
- Notas:
** As partes anteriores desse texto estão postadas no site do IPPB -
www.ippb.org.br -, e podem ser acessadas nos seguintes endereços específicos:


 

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

"Enchentes no Rio... Nosso Lar recebe os resgatados."


"Enchentes no Rio... Nosso Lar recebe os resgatados."

 
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 Irene Ibelli




"Enchentes no Rio... Nosso Lar recebe os resgatados."

Nosso Lar recebe os resgatados

Extraído do Blog: http://espiritualidade2010.blogspot.com
Na madrugada de 12 de janeiro de 2011, o mentor Bartolomeu levou-me para um enorme pavilhão.
Logo na entrada, junto de uma grande porta que estava aberta, ele pediu para ficarmos em silêncio, observando.
- Charles, vamos ficar aqui; em silêncio. Esta é uma das equipes socorristas de Nosso Lar. Estão se preparando para iniciar as atividades.
No pavilhão de teto elevado e todo pintado de branco, estavam diversas entidades reunidas em oração. Todas elas estavam trajando uniformes em comum. Calça, camisa de manga longa e sapatos na cor branca e com um colete de tecido fino na cor azul celeste. O colete tinha uma cruz branca na parte da frente e na parte de traz. Algumas daquelas entidades também tinham uma cobertura, na cor branca, sobre a cabeça, dando a entender de que se tratava de enfermeiros e médicos. Todos eles estavam reunidos em três círculos, um dentro do outro, sendo que todos que compunham os círculos estavam de pé, com as mãos dadas e de cabeça baixa. Ali estavam umas duzentas entidades.
No meio do círculo menor haviam, empilhadas, diversas macas colocadas no chão, junto com diversas garrafas com água. Também havia lençóis e estruturas de canos metálicos empilhados.
Uma entidade puxava a oração e os demais seguiam em coro. Depois que terminou a oração ela passou a tecer orientações.
- Minhas Irmãs e meus Irmãos. Hoje teremos mais um importante momento de resgate aos nossos queridos na Terra. Todos já sabem o que devem fazer e a quem devem socorrer. Sob o amparo de nosso Pai, não pouparemos esforços para socorrer e acalmar nossos queridos que deixarão hoje a carne. Acolham amorosamente. Assim, todos nossos queridos poderão se sentir em segurança. Aos nossos socorristas que assumiram a missão de fazer companhia aos irmãos que ficarão soterrados até à chegada dos benfeitores encarnados, peço que aproximem suas mãos no coração desses queridos e estimulem que orem ao Pai. Orem junto com eles. Estabeleçam o conforto necessário até ao momento em que esses queridos poderão ser resgatados pelos irmãos terrenos.
No exato momento que a entidade terminou de falar, ouviu-se um som que veio do alto do pavilhão, semelhante ao som de uma tuba. Do teto, uma chuva de purpurina prateada começou a cair sobre todos. Ela se dissolvia ao tocar nas entidades e ao chegar ao chão.
Nisso, a mesma entidade orientou sobre o momento chegado.
- Irmãs e Irmãos, os Anjos Celestiais de nosso Pai dão o sinal e nos abençoam. Nossos trabalhos devem começar. Temos um pouco mais de cinco minutos para nos dirigirmos às posições já designadas. Vamos em paz.
Imediatamente, com uma sincronia perfeita e com extrema organização, as entidades passaram a pegar macas e garrafas com água e a sair do pavilhão, até nele ficar somente eu e Bartolomeu.
- Charles, hoje estamos aqui para assistir os trabalhos de resgate da Espiritualidade. Está para se iniciar desencarnes em massa no Rio de Janeiro. E este Centro de Resgate receberá muitos dos que deixarão a Terra nesta madrugada. Aqui, todos receberão os primeiros atendimentos necessários. Depois os resgatados serão levados para a Cidade Espiritual Nosso Lar.
- Porque não levam direto para Nosso Lar?
- Meu Irmão, quando o trabalho se refere às situações de resgate, é necessário um momento de atendimento e preparação. Nossos Irmãos e Irmãs merecem, primeiramente, o conforto imediato. Assim será diminuído o impacto da mudança em seus corações.
Ficamos ali na porta conversando por uns dez minutos. Foi quando vi alguns enfermeiros subindo a rua, em direção ao pavilhão. Traziam duas pessoas em macas. Outras três vinham caminhando, acompanhada de enfermeiras. As pessoas trazidas estavam molhadas e sujas de barro. Eles entraram no pavilhão. Ali os integrantes das equipes socorristas passaram a montar as estruturas metálicas e isolar com cortinas os recém-chegados. Bartolomeu percebeu minha curiosidade e explicou a situação.
- As equipes estão a realizar o atendimento aos resgatados. São montadas as estruturas metálicas e colocadas as cortinas para que os socorristas limpem e troquem as roupas dos resgatados. Assim eles não sentirão constrangimentos diante dos demais irmãos que estão presente.
As estruturas eram montadas em fila, ao longo da extensão da parede.
Pude ver uma cortina ser aberta. A maca virou uma cama. Sentada nela estava um senhor já todo limpo e seco, vestindo uma roupa branca. Um dos enfermeiros se afastou, levando a roupa que estava suja e molhada. Outro enfermeiro conversava com aquele senhor, sendo que lhe dava um copo com água para ele beber.
A chegada de socorristas era intermitente. A cada cinco ou dez minutos entravam no pavilhão dois ou três recém-chegados. Chegavam pessoas de todas as idades. Algumas traziam animais domésticos; cães e gatos. Nesses casos, logo na entrada, os enfermeiros recolhiam esses animais e levavam para outra parte externa do pavilhão. Num dos casos envolvendo uma criança que chegou caminhando e que tinha um cachorrinho nos braços, um dos enfermeiros pediu para lhe dar o cãozinho. Ele disse para a criança que o mesmo seria tratado na ala dos animais e que depois ela poderia buscar o cãozinho.
Nós ficamos ali, observando as atividades, por aproximadamente duas horas. Depois desse tempo Bartolomeu disse para descermos.
- Charles, vamos descer. É importante que conheças um pouco sobre as atividades de resgate e amparo realizadas em campo.
Saímos do pavilhão e andamos por uma rua pavimentada e iluminada que tinha uma extensão de cinquenta metros. Ela era em descida. O trecho em diante já era no escuro. Porém, a escuridão não era intensa. Logo passei a ouvir o barulho de cachoeira e de chuva. Também passei a sentir o cheiro bem característico da chuva.
Descemos por estreitas trilhas montadas em mata, como se ali fossem picadas recentemente abertas. Apesar de estarmos andando pela chuva e no meio de tudo molhado, Notei que eu e Bartolomeu não ficávamos molhados.
Logo vi, por sobre os escombros de casas, sobre amontoados de lama, diversas equipes socorristas realizando o trabalho de resgate. Apesar da escuridão, as roupas das equipes socorristas eram fosforescentes. O brilho da roupa montava um cenário onde os socorristas pareciam estrelas movendo-se na escuridão. O brilho facilitava a visualização pelos resgatados.
Ficamos caminhando e observando toda a atividade de resgate. Depois de algum tempo, chegamos próximos aos escombros de uma casa. Um socorrista estava ali dentro. Era possível ver por entre frestas o brilho da roupa do socorrista.
Paramos bem em frente aos escombros e Bartolomeu comentou sobre aquela situação.
- Veja Charles. Ali, no meio do cenário de destruição, estão dois irmãos encarnados, presos sob a própria casa. Um Irmão socorrista está junto deles, amparando-os. Repare que, apesar de já estar amanhecendo, a luminosidade emitida pela roupa do socorrista é tão intensa que se torna inconfundível com a luz do Sol. Esses dois Irmãos presos deverão ser resgatados pelos próprios moradores do local.
Depois de ficarmos uns dez minutos diante daqueles escombros, na expectativa de ver os encarnados resgatarem os dois que estavam presos, Bartolomeu solicitou para que eu retornasse ao corpo, pois o despertador já estava prestes a tocar. De fato, cheguei dois minutos antes de tocar o despertador. Eram 5h58min
Informação sobre o resgate

Irmão Leopoldo
Mensagem recebida em 15 de janeiro de 2011
Nossos Irmãos e Irmãs que participaram dos procedimentos de resgate, durante o desencarne em massa ocorrido na madrugada do dia 13 de janeiro de 2011, desenvolveram trabalhos de grande louvor a Deus. De forma incansável, praticaram as mais elevadas atividades de amor ao próximo. As equipes chegaram junto aos encarnados que seriam resgatados, poucos segundos antes de iniciar o temporal. O acompanhamento e o cuidado no ato de prestar os primeiros socorros no momento em que o processo de desencarne estava se processando foi determinante em muitos casos, facilitando a aproximação dos desencarnantes para junto dos socorristas, vistos como mão segura e de amparo.
Todos os resgatados tiveram como destino, primeiro, a base de socorro que está localizada muito próxima a crosta da Terra. Ali foram realizadas todas as necessidades iniciais para a melhora dos Irmãos e Irmãs que deixaram a Terra.
Alguns não perceberam, de imediato, o momento pelo qual haviam passado, acreditando que estavam alojados em algum ginásio da Terra. Isso ajudou a manter a calma nos corações que perguntavam sobre o destino de familiares que não estavam ali.
Outros resgatados necessitaram passar por tratamentos mais avançados, ainda na base de socorro, pois ocorreram casos onde a caixa torácica sofreu complicações. Esses Irmãos necessitaram ser hospitalizados na cidade Nosso Lar e partiram junto com o primeiro grupo.
Alguns resgatados necessitaram atenção redobrada e os enfermeiros trabalharam no sentido de acalmar e transmitir a máxima segurança sobre o novo momento.
Ainda na madrugada, pouco antes do amanhecer, a base de socorro já estava contagiada pela alegria das crianças. Muitas delas, depois de receberem os atendimentos necessários, passaram a brincar com muita alegria e desenvoltura. Foram as que melhor se adaptaram à nova situação.
O primeiro grupo de resgatados deixou a base de socorro às oito horas da manhã, ainda no dia 13, quando o aeróbus os conduziu para a Cidade Espiritual Nosso Lar. O segundo grupo partiu às oito horas e trinta minutos e o último grande grupo às nove horas. No local ficou um grupo de dez socorristas para garantir suporte aos que ainda estavam em atividade na Terra.
fonte: http://ongfraterna.blogspot.com

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Depois da Morte

Depois da Morte





As sensações que precedem e se seguem à morte são infinitamente variadas e dependentes sobretudo do caráter, dos méritos, da elevação moral do espírito que abandona a Terra. A separação é quase sempre lenta, e o desprendimento da alma opera-se gradualmente. Começa, algumas vezes, muito tempo antes da morte, e só se completa quando ficam rotos os últimos laços fluídicos que unem o perispírito ao corpo. A impressão sentida pela alma revela-se penosa e prolongada quando esses laços são mais fortes e numarosos. Causa permanente da sensação e da vida, a alma experimenta todas as comoções, todos os despedaçamentos do corpo material.

Dolorosa, cheia de angústias para uns, a morte não é, para outros, senão um sono agradável seguido de um despertar silencioso. O desprendimento é fácil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres. Há, ao contrário, luta, agonia prolongada no espírito preso à Terra, que só conheceu os gozos materiais e deixou de preparar-se para essa viagem.

Entretanto, em todos os casos, a separação da alma e do corpo é seguida de um tempo de perturbação, fugitivo para o espírito justo e bom, que desde cedo despertou ante todos os esplendores da vida celeste; muito longo, a ponto de abranger anos inteiros, para as almas culpadas, impregnadas de fluidos grosseiros. Grande número destas últimas crê permanecer na vida corpórea, muito tempo mesmo depois da morte. Para estas, o perispírito é um segundo corpo carnal, submetido aos mesmos hábitos e, algumas vezes, às mesmas sensações físicas como durante a vida terrena.

Outros espíritos de ordem inferior se acham mergulhados em uma noite profunda, em um completo insulamento no seio das trevas. Sobre eles pesa a incerteza, o terror. Os criminosos são atormentados pela visão terrível e incessante das suas vítimas.

A hora da separação é cruel para o espírito que só acredita no nada. Agarra-se como desesperado a esta vida que lhe foge; no supremo momento insinua-se-lhe a dúvida; vê um mundo temível abrir-se para abismá-lo, e quer, então, retardar a queda. Daí, uma luta terrível entre a matéria, que se esvai, e a alma, que teima em reter o corpo miserável. Algumas vezes, ela fica presa até à decomposição completa, sentindo mesmo, segundo a expressão de um espírito, "os vermes lhe corroerem as carnes".

Pacífica, resignada, alegre mesmo, é a morte do justo, a partida da alma que, tendo muito lutado e sofrido, deixa a Terra confiante no futuro. Para esta, a morte é a libertação, o fim das provas. Os laços enfraquecidos que a ligam à matéria, destacam-se docemente; sua perturbação não passa de leve entorpecimento, algo semelhante ao sono. Deixando sua residência corpórea, o espírito, purificado pela dor e pelo sofrimento, vê sua existência passada recuar, afastar-se pouco a pouco com seus amargores e ilusões, depois, dissipar-se como as brumas que a aurora encontra estendidas sobre o solo e que a claridade do dia faz desaparecer. O espírito acha-se, então, como que suspenso entre duas sensações: a das coisas materiais que se apagam e a da vida nova que se lhe desenha à frente. Entrevê essa vida como através de um véu, cheia de encanto misterioso, temida e desejada ao mesmo tempo. Após, expande-se a luz, não mais a luz solar que nos é conhecida, porém uma luz espiritual, radiante, por toda parte disseminada. Pouco a pouco o inunda, penetra-o, e, com ela, um tanto de vigor, de remoçamento e de serenidade. O espírito mergulha nesse banho reparador, aí se despoja de suas incertezas e de seus temores. Depois, seu olhar destaca-se da Terra, dos seres lacrimosos que cercam seu leito mortuário0, e dirige-se para as alturas. Divisa os céus imensos e outros seres amados, amigos de outrora, mais jovens, mais vivos, mais belos que vêm recebê-lo, guiá-lo no ceio dos espaços. Com eles caminha e sobe às regiões etéreas que seu grau de depuração permite atingir. Cessa, então, sua perturbação, despertam faculdades novas, começa o seu destino feliz.

A entrada em uma vida nova traz impressões tão variadas quanto o permite a posição moral dos espíritos. Aqueles cujas existências se desenrolam indecisas, sem faltas graves nem méritos assinalados, acham-se, a princípio, mergulhados em um estado de torpor, em um acabrunhamento profundo; depois, um choque vem sacudir-lhes o ser. O espírito sai, lentamente, de seu invólucro: como uma espada da bainha; recobra a liberdade, porém, hesitante, tímido, não se atreve a utilizá-la ainda, ficando cerceado pelo temor e pelo hábito aos laços em que viveu. Continua a sofrer e a chorar com os entes que o estimaram em vida. Assim corre o tempo, sem ele o medir; depois de muito, outros espíritos auxiliam-no com seus conselhos, ajudando a dissipara sua perturbação, a libertá-lo das últimas cadeias terrestres e a elevá-lo para ambientes menos obscuros.

Em geral, o desprendimento da alma é menos penosos depois de uma longa moléstia, pois o efeito desta é desligar pouco a pouco os laços carnais. As mortes súbitas, violentas, sobrevindo quando a vida orgânica está em sua plenitude, produzem sobre a alma um despedaçamento doloroso e lançam-se em prolongada perturbação. Os suicidas são vítimas de sensações horríveis. Experimentam, durante anos, as angústias do último momento e reconhecem, com espanto, que não trocaram seus sofrimentos terrestres senão por outros ainda mais vivazes.

O conhecimento do futuro espiritual, o estudo das leis que presidem à desencarnação são de grande importância como preparativos à morte. Podem suavizar os nossos últimos momentos e proporcionar-nos fácil desprendimento, permitindo mais depressa nos reconhecermos no mundo novo que se nos desvenda.

LÉON DENIS
 
fonte: http://ongfraterna.blogspot.com 

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O Amor de Jesus sempre esteve à nossa volta e principalmente dentro de nós,
então porque não praticá-lo em todos os minutos de nossa vida??? 
 
 
 Irene Ibelli