
Papai, mamãe,
Que alegria poder abraçar vocês, nesta tarde!


É muito duro continuar a nossa vida sem os nossos tesouros ao nosso lado. Mas como espíritas sabemos que eles estão sempre nos inspirando, mandando vibrações para que aceitemos a separação, que infelizmente era necessária para a evolução de todas nós. Eu sei que nós aqui temos um consolo, de que o Erick se libertou do sofrimento e que está livre do seu carma. Ontem na palestra no Centro a Caminho da Luz foi falado sobre como a música eleva o nosso astral, e isso eu sei por experiência própria, pois ao ouvir música, principalmente as que o Erick gostava, me sinto mais perto do meu anjinho, apesar da saudade e daquela angústia que teima em nos cutucar. Sinto o amor pelo meu filho cada dia maior dentro de mim, sinto um alívio muito grande. Acho que assim a saudade, que sempre vai nos acompanhar, fica menos doída, menos sofrida tanto para nós, quanto para eles. Eles sentem as nossas vibrações, e quando estamos muito deprimidos, tristes nossos entes queridos não sabem o que fazer para nos ajudar. Às vezes fica difícil para eles conciliarem a nova vida com a preocupação que têm pelos que ficaram. Então falo de coração muito apertadinho de saudade, vamos ajudar os nossos entes queridos a terem uma vida feliz no outro plano, pois assim nos sentiremos mais aliviadas, mais confortadas, por sabermos que eles estão seguindo o caminho, que precisam seguir, com muita tranquilidade.
Irene Ibelli
Um anjo chamado Erick deixou que sua luz e energia continuem a vibrar
em nossos corações!!!"

muito amado e querido Erick, pois precisamos manter a sua imagem em nosso coração com muita alegria e muito amor.

Estudo Espírita promovido pelo IRC-Espiritismo
http://www.irc-espiritismo.org.br/
Dirigente do Estudo:
Marcio Alves
Exposição:
Como a Doutrina Espírita vê o dia de finados?
O dia de finados está relacionado com a morte. Logo, para falarmos de finados, temos que falar da morte.
Como a Doutrina Espírita vê a morte?
A Doutrina Espírita nos mostra que somos Espíritos eternos e imortais. Quando encarnados, temos o corpo físico, o corpo espiritual (o perispírito) e o Espírito.
Quando desencarnados, temos o corpo espiritual e o Espírito.
A vontade, a inteligência, as emoções estão no Espírito.
Logo percebemos que a morte como comumente escutamos, não existe. Ninguém morre, no sentido de acabar, pois o Espírito, conforme dissemos no início, é eterno e imortal.
A morte então é uma passagem do plano físico para o plano espiritual, para um descortinar de uma nova existência, mais pulsante, mais bela.
Para isso, é preciso que desenvolvamos nossas qualidades morais, de acordo com os ensinamentos de Jesus.
Embora tenhamos um grande desenvolvimento intelectual, a morte ainda não é bem entendida para a maioria de nós, mesmo os espiritualistas e os espíritas.
Em que sentido falamos isso? No sentido do apego. Embora já tenhamos alguns conceitos bem delineados em nossa mente, o coração não responde adequadamente a estes conceitos.
O resultado é que temos visto uma enorme quantidade de espíritos desencarnados expressarem suas dificuldades na vida de além túmulo, com relação as saudades de seus entes queridos, realidade que não é diferente para nós que estamos encarnados. Por nosso apego em demasia, criamos situações extremamente desconfortantes, onde entramos em grande desequilíbrio nos momentos de separação.
Não queremos aqui dizer que aquele que compreende a morte não possa sofrer, mas sofrer resignadamente, acreditando antes de tudo em Deus, em sua infinita Misericórdia e vontade.
É preciso modificar a nossa idéia acerca da vida, que não se resume a vida material, mas essencialmente a vida espiritual.
É preciso desenvolver a nossa fé em Deus, é preciso sedimentarmos esta fé, eu diria, e termos absoluta certeza que as nossas preocupações são normalmente infundadas, pois acima de nós estará sempre nosso PAI.
Nossos filhos, nossos pais, são empréstimos que Deus em sua profunda misericórdia nos concede, para que possamos nos desenvolver cada vez mais os nossos instintos, transformando-os em sentimentos para que mais tarde possamos este sentimento enobrecido se torne aquele AMOR que Jesus exemplificou para todos nós.
Além do mais, o nosso desequilíbrio, seja neste ou no plano espiritual, perturba diretamente aqueles que dizemos amar.
Que amor então é esse, que em vez de pacificar, que em vez de fazer o bem, acaba prejudicando ?
O dia de finados deve ser visto então como mais um dia em que devemos elevar nosso pensamento a Deus, orando fervorosamente por aqueles que já partiram, para que esta prece, feita sempre de coração, possa ser o bálsamo, possa ser o refrigério, para aqueles que nós amamos e já partiram para a pátria espiritual.
Aliás, a prece está entre os maiores bens que podemos fazer em benefício daqueles que já partiram.
Se quem partiu está na condição de sofrimento ou de perturbação, a prece será de grande benefício.
Se quem partiu está consciente, lúcido de sua realidade espiritual, da mesma forma, a prece chegará como um bálsamo ao coração de quem amamos, pela lembrança e pelo carinho.
Logo, se somos ligados pelos pensamentos, e o podemos fazer mais fortemente através da prece, podemos entender que não é necessário o nosso deslocamento no dia de finados até o cemitério, para transmitirmos os nossos melhores sentimentos.
Não vai aqui nenhuma condenação, pois cada um está dentro do seu campo de entendimento, mas como espíritas, podemos vibrar positivamente de onde estivermos.
Busquemos então desenvolver cada vez mais a nossa fé raciocinada, aquietando nosso coração com a certeza que ninguém neste universo está desamparado, que Deus protege a cada um de seus filhos, para que evitemos o engano de nos sentirmos insubstituíveis.
Mais do que sabermos, é preciso que sintamos. Deus não pode estar somente em nossas mentes, apenas em um conjunto de definições.
Quando a preocupação com um ente que já partiu apertar, lembremos antes de tudo que Deus olha por ele.
Temos visto muitas vezes nas sessões de desobsessão, relatos pungentes, principalmente de mães, que ficam desesperadas por não poderem cuidar mais de seus filhos. Na verdade não percebem que quanto maior o desespero, menor a condição de ajudarmos e sermos ajudados.
Confiemos sempre em Deus. O PAI sabe o que faz, onde Suas leis são perfeitas.
Estes são os apontamentos que temos acerca do dia de finados. Que Deus abençoe a todos nós.
Fonte: http://www.espirito.org.br
Irene Ibelli
"Não adianta só não fazer o mal, precisamos principalmente fazer o bem"

"O DIA DE FINADOS"
É chegado novamente o dia de finados. Com ele repete-se o ritual no cemitério.
Somem-se a isto as dúvidas e anseios do povo. Principalmente inquirindo aos Espíritas, o que fazer. Isso é certo ou é errado?
Digo sempre que a Doutrina Espírita é libertária, não veio para defender este ou aquele procedimento em detrimento de outros, pois seria fazer um novo paradigma em substituição ao existente.
O Espiritismo na verdade esclarece-nos quanto aos aspectos mais profundos do entendimento existencial.
Considera com muita propriedade que no túmulo não há mais nada, nem corpo às vezes dependendo da data do enterro.
Em verdade, sabemos que os Espíritos de nossos entes queridos e amigos, assim como todos os espíritos, estão à nossa volta com os quais nos acotovelamos.
Cabe a nós outros, nos libertarmos dos atavismos e sabedores das verdades novas, assimilarmos de acordo com a nossa própria possibilidade. Consciente de que se a ciência descobriu novos medicamentos para velhos males cabe-nos tomá-los ou persistir no sofrimento.
Sabemos que toda forma de pensamento em relação a encarnados ou desencarnados e mesmo ao ente Divino são evocações. A prece é, pois uma evocação.
Por esta razão aconselhamos se faça preces aos nossos entes queridos, já desencarnados, pelo pensamento a Deus que os favoreça. Esta é muito apreciada e sentida pelos Espíritos desencarnados, dependendo sempre da sinceridade e bons sentimentos de quem a profere.
Sempre virão ao nosso encontro os espíritos dos nossos parentes e amigos desencarnados? Não!
Isto depende das possibilidades dos desencarnados, e se querem vir, muitas vezes nossos sentimentos que passam despercebidos aqui na nossa vida de relação não são sinceros, e o Espírito não se interessa por essa hipocrisia, vem muito mais pelo pensamento puro.
Sabemos que tudo o que se faz no cemitério, não passa em muitos casos de demonstração de posses materiais. Seja para demonstrar para a sociedade uma atitude de respeito, às vezes desprovida até de sinceridade.
Portanto, todos são livres para exercerem o que acham que devem, sendo de coração aberto e sincero numa demonstração de amor.
Acredito que maior respeito e melhor efeito teriam para o desencarnado evocá-lo para nossa casa numa atitude de recolhimento da prece sincera e entre familiares queridos que com sua presença pudessem reforçar a comunhão dos pensamentos de efeito maior para o desencarnado.
Onde você preferiria ser convidado para uma recepção: ao cemitério ou a uma casa bem arejada pelos bons sentimentos de amor?
Eu também entendo que as pessoas precisam dessas marcas como história do povo e da humanidade. Aprecio muito ir ao Cemitério da Saudade, aqui na minha cidade e ver aqueles túmulos suntuosos de família de imigrantes italianos, com lápides que contam um pouco da história. Tudo bem, mas precisaria ser em data marcada pelo comércio e aquele cortejo mais fúnebre do que de amor?
Que tal aprender a referendar os nossos mortos em nossa casa recolhidos com a família e em prece proferida com sentimento?
Aproveitar a oportunidade de amor e carinho entre os que ainda estão encarnados para mostrar a harmonia e a fraternidade dos descendentes que possibilitam um sentimento mais elevado ao desencarnado.
Preciso ainda lembrar que muitos Espíritos no mundo espiritual não ligam a mínima para certos fatos que a nós enche de orgulho.
Depois você gostaria de estar sendo lembrado por todo o sempre de suas feridas e de seus sofrimentos. Isto seria uma atitude de incentivar bom ânimo? Não!
Então vamos lembrar nossas almas queridas pelos bons momentos passados juntos pelos carinhos, enfim pela boa vivencia.
Luiz Gonzaga Scalzitti
Irene Ibelli
"O tempo urge, então não deixe para amanhã o que puder fazer hoje."
Um anjo chamado Erick deixou que sua luz e energia continuem a vibrar
em nossos corações!!!"

A nossa dor,
Nós que temos um ente querido que partiu para a espiritualidade vivemos de saudade e de lembranças, então um dia estamos bem, no outro não. Como se diz: viver um dia por vez. Meu filho Erick tinha 24 anos desencarnou em 15 de agosto de 2006; mas parece que foi ontem, ainda bem que podemos recordar os momentos maravilhosos que vivemos juntos.
Vamos dizer que meu filho cumpriu a sua missão e voou livre e em paz para o Mundo Espiritual
Meu filho sempre foi muito obediente e fez o tratamento que era necessário.
Mas minha filha Vanessa fala que será que ele teria chegado onde chegou, se não tivesse aceitado os tratamentos que fez?
Mas para nós ainda está muito difícil continuar a nossa caminhada sem o nosso Erick.
Eu volto a sentir uma angústia e uma ansiedade terríveis, é muito difícil para quem perdeu um filho, ter forças para continuar a lutar pela vida, mas nós todos temos esta força sim.
Deus não dá a prova maior do que as nossas forças. A força de Deus está dentro de nós, então porque não vamos vencer?
Precisamos procurar ajuda, não podemos resolver tudo isso sozinhos. Como tratamento: com homeopatia, cromoterapia, acupuntura, com floral e principalmente, com um psicólogo que pode nos ajudar a repensar melhor tudo o que está acontecendo conosco e com nossos entes queridos.
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Os primeiros dias são os mais difíceis, parece que estamos vivendo fora do mundo, que não precisamos mais rezar, ter fé, ter esperanças. Acredito que isso seja normal. Pensar em nossos filhos e em nossos entes queridos nos fará muito bem, pois eles continuam conectados com nós, necessitam de nossas orações, de nossas vibrações de amor, de paz e de luz. Eles continuam vivos, continuam a fazer parte de nossas vidas, pois nossos laços de amor são eternos. Deus sabe o que faz. Hoje não nos lembramos, mas aceitamos este compromisso com nossos filhos, que precisavam desse tempo para recuperarem, vamos dizer assim, o tempo perdido em algum lugar do passado e assim continuarem pela eternidade mais fortalecidos e esclarecidos, para poderem assumir compromissos mais elevados. Eu particularmente procuro pensar realmente em tudo isso, para ter forças para continuar em frente e ajudando assim meu filho a continuar o caminho dele também. Acreditem que nenhuma distância no mundo vai nos separar, pois estamos unidos em pensamento com eles, onde estiverem.
O nosso amor liberta nossos entes queridos de qualquer sofrimento e os aproxima de Deus que é o nosso Pai maior. Sabem o meu maior sofrimento foi o de ficar sem notícias do meu anjinho, sem saber como ele estava. Mas no fundo eu sabia que meu Erick estava bem e se recuperando no hospital espiritual junto com as avós tão queridas.
Irene Ibelli
"Um anjo chamado Erick deixou que sua luz e energia continuem a vibrar
em nossos corações!!!"

