E Eu cheguei à conclusão que:
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Os livros, nossos amigos de todas as horas!!!
E Eu cheguei à conclusão que:
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Boyzone "Father and Son" com tradução

muito amado e querido Erick, pois precisamos manter a sua imagem em nosso coração com muita alegria e muito amor.
"Pai e Filho"
Não é hora de fazer uma mudança
Apenas relaxe, acalme-se
Você ainda é jovem, é culpa sua
Há muito que você tem que saber
Encontre uma garota, fique com ela
Se você quiser você pode se casar
Olhe pra mim, eu estou velho
Mas eu estou feliz
Eu já fui como você é agora
E eu sei que não é fácil
Ficar calmo quando você encontra
Algo acontecendo
Use seu tempo, pense muito
Pense em tudo que você já teve
Se você ainda estará aqui amanhã
Mas seus sonhos não podem
Como eu posso tentar explicar
Quando eu me afasto outra vez
Mas é sempre a mesma
A mesma velha história
No momento eu podia falar
Me mandaram escutar
Agora há uma maneira e eu sei
Que eu tenho que partir
Eu sei que tenho que ir
Não é hora de fazer uma mudança
Apenas relaxe, acalme-se
Você ainda é jovem, é culpa sua
Há muito que você tem que saber
Encontre uma garota, fique com ela
Se você quiser você pode se casar
Olhe pra mim, eu estou velho
Mas eu estou feliz
Todas as vezes que eu gritei
Mantendo todas as coisas que eu sei para dentro
E é duro, mas é mais duro ignorar
Se fossem certas eu concordaria
Mas é eles que sabem, não eu
Agora há uma maneira e eu sei
Que eu tenho que partir
Eu sei que tenho que ir
O Amanhã a Deus Pertence
Ontem?... Isso faz tempo!...
Amanhã?... Não nos cabe saber...
Amanhã pode ser muito tarde...
Para você dizer que perdoa,
Para você dizer que desculpa,
Para você dizer que quer tentar de novo,
Para você pedir perdão,
Para você dizer: desculpe-me, o erro foi meu!
O seu perdão, amanhã, pode já não ser preciso;
A sua volta, amanhã, pode já não ser esperada;
A sua carta, amanhã, pode já não ser lida;
O seu carinho, amanhã, pode já não ser mais necessário;
O seu abraço, amanhã, pode já não encontrar outros braços...
Não deixe para amanhã para dizer:
Eu amo você!!
Estou com saudades de você!
Perdoe-me!
Desculpe-me!
Esta flor é para você!
Você está tão bem!
O seu sorriso,
O seu abraço,
O seu carinho,
O seu trabalho,
O seu sonho,
A sua ajuda.
Por que você está triste?
O que há com você?
Hei, venha cá, vamos conversar.
Cadê o seu sorriso?
Ainda tenho chance?
Já percebeu que eu existo?
Por que não começamos de novo?
Estou com você!
Sabe que pode contar comigo?
Cadê os seus sonhos?
Onde está a sua garra?
Amanhã pode ser tarde... Muito tarde!
Vá atrás!
Insista!
Tente mais uma vez!
Estudo Espírita sobre o Dia de Finados

Estudo Espírita promovido pelo IRC-Espiritismo
http://www.irc-espiritismo.org.br/
Dirigente do Estudo:
Marcio Alves
Exposição:
Como a Doutrina Espírita vê o dia de finados?
O dia de finados está relacionado com a morte. Logo, para falarmos de finados, temos que falar da morte.
Como a Doutrina Espírita vê a morte?
A Doutrina Espírita nos mostra que somos Espíritos eternos e imortais. Quando encarnados, temos o corpo físico, o corpo espiritual (o perispírito) e o Espírito.
Quando desencarnados, temos o corpo espiritual e o Espírito.
A vontade, a inteligência, as emoções estão no Espírito.
Logo percebemos que a morte como comumente escutamos, não existe. Ninguém morre, no sentido de acabar, pois o Espírito, conforme dissemos no início, é eterno e imortal.
A morte então é uma passagem do plano físico para o plano espiritual, para um descortinar de uma nova existência, mais pulsante, mais bela.
Para isso, é preciso que desenvolvamos nossas qualidades morais, de acordo com os ensinamentos de Jesus.
Embora tenhamos um grande desenvolvimento intelectual, a morte ainda não é bem entendida para a maioria de nós, mesmo os espiritualistas e os espíritas.
Em que sentido falamos isso? No sentido do apego. Embora já tenhamos alguns conceitos bem delineados em nossa mente, o coração não responde adequadamente a estes conceitos.
O resultado é que temos visto uma enorme quantidade de espíritos desencarnados expressarem suas dificuldades na vida de além túmulo, com relação as saudades de seus entes queridos, realidade que não é diferente para nós que estamos encarnados. Por nosso apego em demasia, criamos situações extremamente desconfortantes, onde entramos em grande desequilíbrio nos momentos de separação.
Não queremos aqui dizer que aquele que compreende a morte não possa sofrer, mas sofrer resignadamente, acreditando antes de tudo em Deus, em sua infinita Misericórdia e vontade.
É preciso modificar a nossa idéia acerca da vida, que não se resume a vida material, mas essencialmente a vida espiritual.
É preciso desenvolver a nossa fé em Deus, é preciso sedimentarmos esta fé, eu diria, e termos absoluta certeza que as nossas preocupações são normalmente infundadas, pois acima de nós estará sempre nosso PAI.
Nossos filhos, nossos pais, são empréstimos que Deus em sua profunda misericórdia nos concede, para que possamos nos desenvolver cada vez mais os nossos instintos, transformando-os em sentimentos para que mais tarde possamos este sentimento enobrecido se torne aquele AMOR que Jesus exemplificou para todos nós.
Além do mais, o nosso desequilíbrio, seja neste ou no plano espiritual, perturba diretamente aqueles que dizemos amar.
Que amor então é esse, que em vez de pacificar, que em vez de fazer o bem, acaba prejudicando ?
O dia de finados deve ser visto então como mais um dia em que devemos elevar nosso pensamento a Deus, orando fervorosamente por aqueles que já partiram, para que esta prece, feita sempre de coração, possa ser o bálsamo, possa ser o refrigério, para aqueles que nós amamos e já partiram para a pátria espiritual.
Aliás, a prece está entre os maiores bens que podemos fazer em benefício daqueles que já partiram.
Se quem partiu está na condição de sofrimento ou de perturbação, a prece será de grande benefício.
Se quem partiu está consciente, lúcido de sua realidade espiritual, da mesma forma, a prece chegará como um bálsamo ao coração de quem amamos, pela lembrança e pelo carinho.
Logo, se somos ligados pelos pensamentos, e o podemos fazer mais fortemente através da prece, podemos entender que não é necessário o nosso deslocamento no dia de finados até o cemitério, para transmitirmos os nossos melhores sentimentos.
Não vai aqui nenhuma condenação, pois cada um está dentro do seu campo de entendimento, mas como espíritas, podemos vibrar positivamente de onde estivermos.
Busquemos então desenvolver cada vez mais a nossa fé raciocinada, aquietando nosso coração com a certeza que ninguém neste universo está desamparado, que Deus protege a cada um de seus filhos, para que evitemos o engano de nos sentirmos insubstituíveis.
Mais do que sabermos, é preciso que sintamos. Deus não pode estar somente em nossas mentes, apenas em um conjunto de definições.
Quando a preocupação com um ente que já partiu apertar, lembremos antes de tudo que Deus olha por ele.
Temos visto muitas vezes nas sessões de desobsessão, relatos pungentes, principalmente de mães, que ficam desesperadas por não poderem cuidar mais de seus filhos. Na verdade não percebem que quanto maior o desespero, menor a condição de ajudarmos e sermos ajudados.
Confiemos sempre em Deus. O PAI sabe o que faz, onde Suas leis são perfeitas.
Estes são os apontamentos que temos acerca do dia de finados. Que Deus abençoe a todos nós.
Fonte: http://www.espirito.org.br
Irene Ibelli
"Não adianta só não fazer o mal, precisamos principalmente fazer o bem"
O Dia de Finados

"O DIA DE FINADOS"
É chegado novamente o dia de finados. Com ele repete-se o ritual no cemitério.
Somem-se a isto as dúvidas e anseios do povo. Principalmente inquirindo aos Espíritas, o que fazer. Isso é certo ou é errado?
Digo sempre que a Doutrina Espírita é libertária, não veio para defender este ou aquele procedimento em detrimento de outros, pois seria fazer um novo paradigma em substituição ao existente.
O Espiritismo na verdade esclarece-nos quanto aos aspectos mais profundos do entendimento existencial.
Considera com muita propriedade que no túmulo não há mais nada, nem corpo às vezes dependendo da data do enterro.
Em verdade, sabemos que os Espíritos de nossos entes queridos e amigos, assim como todos os espíritos, estão à nossa volta com os quais nos acotovelamos.
Cabe a nós outros, nos libertarmos dos atavismos e sabedores das verdades novas, assimilarmos de acordo com a nossa própria possibilidade. Consciente de que se a ciência descobriu novos medicamentos para velhos males cabe-nos tomá-los ou persistir no sofrimento.
Sabemos que toda forma de pensamento em relação a encarnados ou desencarnados e mesmo ao ente Divino são evocações. A prece é, pois uma evocação.
Por esta razão aconselhamos se faça preces aos nossos entes queridos, já desencarnados, pelo pensamento a Deus que os favoreça. Esta é muito apreciada e sentida pelos Espíritos desencarnados, dependendo sempre da sinceridade e bons sentimentos de quem a profere.
Sempre virão ao nosso encontro os espíritos dos nossos parentes e amigos desencarnados? Não!
Isto depende das possibilidades dos desencarnados, e se querem vir, muitas vezes nossos sentimentos que passam despercebidos aqui na nossa vida de relação não são sinceros, e o Espírito não se interessa por essa hipocrisia, vem muito mais pelo pensamento puro.
Sabemos que tudo o que se faz no cemitério, não passa em muitos casos de demonstração de posses materiais. Seja para demonstrar para a sociedade uma atitude de respeito, às vezes desprovida até de sinceridade.
Portanto, todos são livres para exercerem o que acham que devem, sendo de coração aberto e sincero numa demonstração de amor.
Acredito que maior respeito e melhor efeito teriam para o desencarnado evocá-lo para nossa casa numa atitude de recolhimento da prece sincera e entre familiares queridos que com sua presença pudessem reforçar a comunhão dos pensamentos de efeito maior para o desencarnado.
Onde você preferiria ser convidado para uma recepção: ao cemitério ou a uma casa bem arejada pelos bons sentimentos de amor?
Eu também entendo que as pessoas precisam dessas marcas como história do povo e da humanidade. Aprecio muito ir ao Cemitério da Saudade, aqui na minha cidade e ver aqueles túmulos suntuosos de família de imigrantes italianos, com lápides que contam um pouco da história. Tudo bem, mas precisaria ser em data marcada pelo comércio e aquele cortejo mais fúnebre do que de amor?
Que tal aprender a referendar os nossos mortos em nossa casa recolhidos com a família e em prece proferida com sentimento?
Aproveitar a oportunidade de amor e carinho entre os que ainda estão encarnados para mostrar a harmonia e a fraternidade dos descendentes que possibilitam um sentimento mais elevado ao desencarnado.
Preciso ainda lembrar que muitos Espíritos no mundo espiritual não ligam a mínima para certos fatos que a nós enche de orgulho.
Depois você gostaria de estar sendo lembrado por todo o sempre de suas feridas e de seus sofrimentos. Isto seria uma atitude de incentivar bom ânimo? Não!
Então vamos lembrar nossas almas queridas pelos bons momentos passados juntos pelos carinhos, enfim pela boa vivencia.
Luiz Gonzaga Scalzitti
Irene Ibelli
"O tempo urge, então não deixe para amanhã o que puder fazer hoje."
Um anjo chamado Erick deixou que sua luz e energia continuem a vibrar
em nossos corações!!!"
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
A Reflexão Continua...
Acredito que nossos jovens vieram para deixar seus exemplos e
para nos dizerem:
Conversando sobre a nossa dor

A nossa dor,
Nós que temos um ente querido que partiu para a espiritualidade vivemos de saudade e de lembranças, então um dia estamos bem, no outro não. Como se diz: viver um dia por vez. Meu filho Erick tinha 24 anos desencarnou em 15 de agosto de 2006; mas parece que foi ontem, ainda bem que podemos recordar os momentos maravilhosos que vivemos juntos.
Vamos dizer que meu filho cumpriu a sua missão e voou livre e em paz para o Mundo Espiritual
Meu filho sempre foi muito obediente e fez o tratamento que era necessário.
Mas minha filha Vanessa fala que será que ele teria chegado onde chegou, se não tivesse aceitado os tratamentos que fez?
Mas para nós ainda está muito difícil continuar a nossa caminhada sem o nosso Erick.
Eu volto a sentir uma angústia e uma ansiedade terríveis, é muito difícil para quem perdeu um filho, ter forças para continuar a lutar pela vida, mas nós todos temos esta força sim.
Deus não dá a prova maior do que as nossas forças. A força de Deus está dentro de nós, então porque não vamos vencer?
Precisamos procurar ajuda, não podemos resolver tudo isso sozinhos. Como tratamento: com homeopatia, cromoterapia, acupuntura, com floral e principalmente, com um psicólogo que pode nos ajudar a repensar melhor tudo o que está acontecendo conosco e com nossos entes queridos.
*********************
Os primeiros dias são os mais difíceis, parece que estamos vivendo fora do mundo, que não precisamos mais rezar, ter fé, ter esperanças. Acredito que isso seja normal. Pensar em nossos filhos e em nossos entes queridos nos fará muito bem, pois eles continuam conectados com nós, necessitam de nossas orações, de nossas vibrações de amor, de paz e de luz. Eles continuam vivos, continuam a fazer parte de nossas vidas, pois nossos laços de amor são eternos. Deus sabe o que faz. Hoje não nos lembramos, mas aceitamos este compromisso com nossos filhos, que precisavam desse tempo para recuperarem, vamos dizer assim, o tempo perdido em algum lugar do passado e assim continuarem pela eternidade mais fortalecidos e esclarecidos, para poderem assumir compromissos mais elevados. Eu particularmente procuro pensar realmente em tudo isso, para ter forças para continuar em frente e ajudando assim meu filho a continuar o caminho dele também. Acreditem que nenhuma distância no mundo vai nos separar, pois estamos unidos em pensamento com eles, onde estiverem.
O nosso amor liberta nossos entes queridos de qualquer sofrimento e os aproxima de Deus que é o nosso Pai maior. Sabem o meu maior sofrimento foi o de ficar sem notícias do meu anjinho, sem saber como ele estava. Mas no fundo eu sabia que meu Erick estava bem e se recuperando no hospital espiritual junto com as avós tão queridas.
Irene Ibelli
"Um anjo chamado Erick deixou que sua luz e energia continuem a vibrar
em nossos corações!!!"
Por que Praticar o bem?

"Haverá quem, pela sua posição, não tenha possibilidade de fazer o Bem?"
"Não há quem não possa fazer o Bem. Somente o egoísta nunca encontra ensejo de o praticar. Basta que se esteja em relações com outros homens para que se tenha ocasião de fazer o Bem, e não há dia da existência que não ofereça, a quem não se ache cego pelo egoísmo, oportunidade de praticá-lo. Porque, fazer o Bem não consiste, para o homem, apenas em ser caridoso, mas em ser útil, na medida do possível, todas as vezes que o seu concurso venha a ser necessário"
(resposta dada à questão número 643 de O Livro dos Espíritos, a obra basilar da Doutrina Espírita, 75ª edição, FEB, 1994, página 3l3).
Como é verdadeiro o conteúdo do texto antes reproduzido!
Com efeito, todos estamos em condições de fazer o Bem, nada importando que sejamos brancos, negros, amarelos ou vermelhos; pobres, miseráveis ou ricos; investidos de poder temporal ou não; intelectuais ou sem nenhum estudo, etc.
E fazer o Bem, ao contrário do que à primeira vista possa parecer, não é somente doar um pedaço de pão a quem tem fome, um par de sapatos a quem está descalço, um agasalho a quem não tem onde se abrigar ou, como é mais comum, repassar algum dinheiro para as necessidades mais urgentes de outrem, conquanto tudo isso seja excelente e deveras importante, servindo também, no mínimo, de treinamento para o desapego dos bens materiais, que ninguém levará para o outro lado da vida, a vida espiritual, de onde todos proviemos e para onde todos retornaremos, e, simultaneamente, valendo como exercício da caridade que, no dizer do apóstolo Paulo de Tarso, "é o amor em ação".
Fazer o Bem é ser útil, na medida do possível; é doar-se, doando um pouco do seu tempo, da atenção, do carinho, da amizade, do respeito, da compreensão, do amor...
E todos, sem exceção, podemos ser úteis, doando-nos, como, por exemplo, quando ouvimos com atenção e interesse o interlocutor aflito, desejoso de conhecer outra opinião ou, pelo menos, de desabafar, aliviando-se da angústia ou da ansiedade.
Por igual, quando conseguimos impor silêncio à tentação de reclamar, o que seguramente aumentaria a confusão, pacificando quanto possível o ambiente em que nos encontramos, optando pelo entendimento, sempre.
Também podemos ser úteis no dia-a-dia, nas mínimas coisas, prestando informação correta a quem não seja da cidade; auxiliando um cego a atravessar a rua; visitando um doente que esteja hospitalizado, levando-lhe uma palavra de esperança; oferecendo-nos para a realização de trabalhos diversos, nos mais variados campos, sem esperar pela convocação; trabalhando, enfim, com capricho em tudo o que fizermos, nas tarefas simples ou nas complexas, cumprindo por esse modo a nossa parte e contribuindo para a harmonia e o equilíbrio das relações sociais, uma vez que vivemos em regime de interdependência, vale dizer, dependemos uns dos outros.
E, que não se perca de vista, "toda ocupação útil é trabalho", como bem o define a veneranda Doutrina Espírita (questão 675 de O Livro dos Espíritos), que, com ênfase, nos ensina: "O mérito do Bem está na dificuldade em praticá-lo. Nenhum merecimento há em fazê-lo sem esforço e quando nada custe. Em melhor conta tem Deus o pobre que divide com outro o seu único pedaço de pão, do que o rico que apenas dá do que lhe sobra, disse-o Jesus, a propósito do óbolo da viúva" (questão 646 da mesma obra básica), alertando-nos, igualmente, que devemos fazer o Bem no limite de nossas forças, porquanto responderemos por todo mal que haja resultado de não termos praticado o Bem (questão 642 de O Livro dos Espíritos), ficando claro, assim, que não basta deixar de praticar o mal.
Não praticar o mal, portanto, é um bom começo, mas não é por si suficiente. Não basta.
É preciso, é absolutamente indispensável, que haja a prática do Bem. E, a despeito das aparências em contrário, só o Bem é real e permanente!
Não praticar o mal, portanto, é um bom começo, mas não é por si suficiente. Não basta.
(Jornal Mundo Espírita de Junho de 1998)
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Perda...

Dói, né?
Sensação estranha a tal da perda...
A gente perde e parece que tudo esvazia por dentro.
Com o espaço que sobra, fica difícil rearrumar as coisas que saíram do lugar.
Perder dinheiro, namorado, oportunidades...
Perder a energia, o tempo...
Perder o encontro ...
Perder é sempre frustrante mesmo.
Mas essas coisas, a gente recupera de um jeito ou de outro.
Agora, perder gente que se ama...
Ah, isso é difícil entender como funciona.
Aceitar a perda de alguém muito próximo é tarefa complicada.
Esse tipo de perda abre mesmo um buraco no coração, que não tem pessoa certa que preencha.
Mas o tempo é poderoso e se impõe sempre.
O tempo leva a gente pra frente...
ao encontro de outras perdas e de muitos ganhos também.
E quando a gente se dá conta, o que sobra é a memória.
A bendita memória que nunca apaga a importância de quem foi embora...
aí, o que era dor vira saudade.
Perdas fazem a gente crescer.
Fazem a gente ver o quanto somos pequeninos diante das coisas que não dá mesmo pra mudar.
Eu até gostaria de dizer um texto bonito que ajudasse as pessoas que estão vivendo uma perda neste momento.
Mas eu já perdi também...
E sei que palavra nenhuma faz efeito.
Então eu desejo apenas que você seja forte.
E que tenha tempo pra ver o tempo passar.
E ficar curado logo dessa dor.
(texto de Lena Gino)
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Uma Grande Perda

Maria José Gomes S. Nery
Psicóloga Clínica
As pessoas ficam com a sensação de terem sido roubadas em algo a que tinham direito. Passam por um processo doloroso que envolve sofrimento, medo, revolta, raiva, culpa, depressão, isolamento, desinteresse pelas atividades costumeiras ou excesso de atividades (fuga); apresentam sintomas físicos e psicológicos de estresse, podendo até vir a adoecer.
O tempo requerido para o "luto" (fase de maior sofrimento) e a maneira de vivê-lo depende muito das circunstâncias da perda, o significado desta para a pessoa, seu modo particular de lidar com situações de crise, apoio disponível no seu meio familiar e social, como a comunidade onde vive encara esta perda, suas próprias crenças e outros aspectos.
A recuperação de uma perda significativa leva de alguns meses a dois anos e, mesmo aí, alguns aspectos podem continuar não muito bem resolvidos.
Mas, além da tristeza, as situações dolorosas podem fazer com que descubramos em nós mesmos forças antes desconhecidas, faz com que repensemos nossas vidas e nossos valores, passando a perceber o que realmente é importante e o que é supérfluo, e podem nos transformar em pessoas mais ricas espiritual e emocionalmente.
Apesar das pessoas sentirem e reagirem diferentemente, existem pontos em comum nas situações de perda, quando geralmente passam por fases semelhantes. Quando descobrem que estão com uma doença grave ou isto acontece com uma pessoa muito próxima, a morte inesperada de alguém que amam, ou com quase todos os outros tipos de perda, primeiro passam pelo estágio de choque e negação, não querendo acreditar na realidade. Depois vem a fase da raiva, revolta (contra tudo, todos e até contra Deus) e muita mágoa. Mais tarde passam a negociar com Deus e com a vida, tentando fazer trocas e promessas; depois ficam deprimidos, perguntando-se "por que eu?", "por que ele(ou ela)?"ou "por que comigo(ou conosco)?".
A seguir a tendência é retrairem-se por algum tempo, afastando-se dos outros, enquanto buscam alcançar um estado de entendimento, paz, aceitação; de aceitar aquilo que não pode ser mudado.(E. Kubler-Ross). Muitos param em determinada fase e não vão adiante na superação da perda que já aconteceu ou, no caso de doença, vai ocorrer; alguns pulam de uma fase para outra, podendo retornar à fases anteriores; outros caminham para a superação. Isto vai depender muito do suporte que recebem do meio, dos amigos, de terapeutas ou orientadores; do entendimento que têm sobre a vida e sua finalidade, de suas crenças filosóficas e/ ou religiosas e outros aspectos.
Quando um Ente Querido Parte para o Mundo Espiritual

Não use um tom diferente. Não faça um ar forçado de solenidade ou sofrimento.
Ria como sempre ríamos das brincadeiras que nos divertiam.
Brinque...ria...pense em mim...reze por mim.
Deixe meu nome ser o nome familiar que sempre foi.
Não há absolutamente nenhuma quebra de continuidade.
O que é a morte além de um pequeno acidente?
Por que devo ficar fora de seu coração só porque estou fora de sua vista?
Em algum lugar muito perto – virando a esquina.
Está tudo bem.
(Sermão feito por Henry Scott Holland, no Domingo de Ramos de 1910)
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Video muito emocionante!!!
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Oração aos Entes Queridos
Mensagens dos Espíritos aos Familiares

Geziel Andrade
Desde Allan Kardec, os Espíritos têm transmitido, através de médiuns, mensagens escritas aos seus familiares ainda encarnados, comprovando a sobrevivência da alma à morte do corpo material, bem como dando informações detalhadas sobre as suas condições de vida no além-túmulo.
No Brasil, o notável médium psicógrafo Chico Xavier nos deixou, em muitos livros espíritas publicados, centenas dessas mensagens, dando provas incontestáveis de que as faculdades humanas pertencem à alma imortal e de que os Espíritos podem se comunicar com precisão com os homens para lhes dar notícias sobre a vida no mundo espiritual.
Neste mesmo blog, o(a) prezado(a) leitor(a) pode encontrar a mensagem que o Espírito de meu avô Juca Andrade enviou a meus familiares, através da mediunidade de Chico Xavier, dando detalhes de sua entrada na vida espiritual, bem como espalhando conforto espiritual e alegria.
Outro médium que se tornou muito conceituado nesse tipo de comunicação dos Espíritos foi Eurícledes Formiga. Ele atuou junto ao Centro Espírita Perseverança, em São Paulo, consolando muitos pais aflitos que perderam entes queridos. Seus livros contendo essas mensagens difundem um novo entendimento da vida, serenidade e consolação.
Nesta oportunidade, vou tratar das mensagens dos Espíritos recebidas pelo médium Carlos Antonio Baccelli, da cidade de Uberaba –MG.
Como exemplo, vou relatar os fatos espíritas ocorridos em uma sessão espírita pública realizada em minha cidade natal: Mogi Mirim, Estado de São Paulo.
Foi no dia 24 de setembro de 2001. A partir das 13:00 horas, dezenas de pessoas começaram a entrar na sede da Associação Espírita Jesus e Caridade para participar de um evento organizado pelos Centros Espíritas de Mogi Mirim, contando esse evento com a presença do conhecido médium.
A partir das 16:00 horas, dezenas de pessoas, com senhas nas mãos, começaram a falar com o médium para pedir notícias de seus entes queridos falecidos.
Às 18:00 horas, teve início a sessão espírita pública para o recebimento das mensagens que seriam enviadas pelos Espíritos em resposta aos pedidos de seus familiares.
Com o início da reunião mediúnica, alguns fatos marcantes e inesquecíveis saltaram aos olhos de cerca de 400 pessoas de todas as crenças e convicções religiosas que estavam presentes. A grande maioria estava sentada, mas muitas delas estavam debruçadas nas janelas olhando para dentro da sala, enquanto que outras estavam em pé ou sentadas nos corredores. No ambiente, grandes luzes fluorescentes estavam acessas, dando uma luminosidade semelhante a um dia muito claro de sol. Depois da prece de abertura, diversos oradores previamente escalados passaram a se revezar, a cada 15 minutos, abordando o Capítulo V de "O Evangelho Segundo o Espiritismo", mas usando um microfone para um amplificador com alguns alto-falantes muito potentes, tornando o som audível além do grande salão. Nas ruas movimentadas em frente e ao lado da Associação Espírita, os carros e ônibus promoviam grande agitação em função do horário. Na Igreja Evangélica ao lado, o pastor colocou o som nas alturas, visando atrair a atenção dos transeuntes para a pregação da noite.
Enquanto isso, Carlos Baccelli, indiferente a todo esse tumulto, prosseguia psicografando tranqüilamente as mensagens dos Espíritos aos seus familiares.
No final dessa reunião espírita, por volta das 21:00 horas, o próprio médium leu para o grande público presente as cartas dos Espíritos, entregando pessoalmente cada original lido aos destinatários com uma fita magnética, na qual fora gravada a mensagem no momento de sua leitura.
Disso tudo, foi possível extrair uma grande lição: quando o médium é verdadeiro e autêntico, ele dispensa quaisquer aparatos. A mediunidade verdadeira manifesta-se de forma tão natural a qualquer hora e ambiente, dando sempre provas incontestáveis da imortalidade da alma e das manifestações dos Espíritos. No caso em pauta, elas foram grafadas em papel e depois gravadas em fitas magnéticas.
Da análise do inteiro teor das mensagens recebidas naquela noite, ficou evidente a perfeita concordância com os ensinamentos dados pelos Espíritos, através de diferentes médiuns, desde o tempo de Allan Kardec, a saber:
· A soberania de Deus, bem como a Sua Vontade, estão acima de tudo.
· Os Espíritos comunicantes vêm acompanhados de outros Espíritos familiares que reencontraram no Além após a desencarnação.
· Os Espíritos demonstram que mantêm a memória, a intelectualidade, os sentimentos e as habilidades, ao ordenarem e registrarem fatos e nomes conhecidos e ao afirmarem conservar o amor e ter saudades dos familiares que ficaram na vida terrena.
· A morte é citada como um fenômeno que apenas despoja o Espírito de seu corpo material, sem, contudo, alterar em nada a sua essência íntima.
· A vida continua no Além de uma forma mais intensa, mas ainda exigindo lutas e esforços regenerativos.
· Os Espíritos acompanham a vida de seus entes queridos que ficaram na Terra e, ao mesmo tempo, demonstram preocupação em consolá-los, em transmitir-lhes bons conselhos e em ofertar-lhes palavras de resignação e conformação.
· Cada Espírito mostra-se convicto de que deveria ter realizado mais coisas boas enquanto esteve encarnado no mundo material.
· Os Espíritos demonstram gratidão pelos que os auxiliaram na vida terrena e pelos que lhes direcionam preces e bons pensamentos.
· Os Espíritos revelam abertamente quais são as suas condições de vida no mundo espiritual.
· A misericórdia divina cuida de todos os Espíritos, inclusive no momento da desencarnação.
· O perdão é a virtude indispensável para a libertação dos agressores ou para aliviar o peso dos erros cometidos.
· O arrependimento marca a nova fase da vida do Espírito suicida que promoveu muitos sofrimentos para si mesmo com a sua invigilância.
· Os Espíritos pedem a seus familiares encarnados que tenham paz de espírito para que eles também tenham tranqüilidade íntima.
· Os Espíritos confirmam as dificuldades de comunicação ainda existentes entre os dois mundos.
· As dívidas contraídas em vidas passadas podem determinar acontecimentos na presente, inclusive o modo da desencarnação.
· Os próprios Espíritos revelam o amadurecimento mental e íntimo que tiveram com a constatação das realidades espirituais.



